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ECONOMIA

Shopping Popular espera aumento de 20% nas vendas para o Dia dos Pais

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Desde vestuário e calçados, até artigos para esportes e eletrônicos, o presente ideal você entra aqui

O feriado de dia dos pais é a pouco menos de duas semanas e a expectativa é de 20% de aumento nas vendas, quase o dobro do ano passado, o número estimado é decorrente da grande variedade de produtos oferecidos no Shopping Popular, desde artigos de pescas até smartphones, os camelôs trazem produtos para todos os gostos e bolsos.

Os associados que comercializam voltado para o público masculino estão confiantes em relação as vendas nesse período do ano, “todo ano aumenta e a expectativa é que de muita gente esse ano, muita venda“, comentou o Associado Miro, que vende produtos para pesca.

O Associado Wellington, do box 299 que vende produtos importados acredita que o mês de Agosto será melhor em relação ao anterior, “O mês de julho as vendas diminuíram nos importados, acredito que esse mês será melhor por causa do dia dos pais, o que eu acho que será muito procurado é caixinhas de som, barbeador, coisas desse segmento“, afirmou.

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Dentre as variedades oferecidas no Shopping Popular, os Importados como barbeadores, fones de ouvido, caixa de som, os vestuários como roupas e calçados e os artigos de pesca são ótimas opções para presentear o paizão nesse dia especial.

Alguns associados acreditam que o aumentará significativamente em relação a junho e julho, “A expectativa é que aumente o dobro nessas semanas, produtos como linhas, anzóis saíram bastante mas camisetas e calças também serão procurados“, contou o Associado Milton do box Joãozinho Pesca.

Em relação a promoções, alguns associados farão sorteios e desconto para movimentar ainda mais as vendas nesse período.

Em relação a 2017, houve um aumento de 12% sobre o ano anterior e a expectativa é que essa média chegue a 20% este ano, mesmo com a crise econômica nós conseguimos ver resultados positivos e o que irá alavancar este percentual aqui no Shopping Popular será a variedade dos produtos que podem ser um simples celular até um notebook, frisou o Presidente Misael Galvão.

Desde perfumes, barbearias, bebidas, calçados, moda masculina, artigos para pesca, estética, jogos, acessórios, celulares e importados no geral como barbeadores, caixas de som, tablets e fones de ouvido, o presente ideal você entra aqui. O Shopping Popular funciona de segunda à sábado das 7h às 19h e domingo das 7h às 13h e conta com estacionamento gratuito.

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ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

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Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

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O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

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Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

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