PREPARANDO PARA SER A MELHOR DO BRASIL
Iguá completa três anos pronta para impulsionar movimento de transformação do saneamento
A Iguá Saneamento comemora três anos e se prepara para uma nova fase de transformações e crescimento. A operadora de saneamento, que gere 18 operações e beneficia mais de seis milhões de clientes em cinco estados, marca esse importante momento com a chegada no novo CEO, Carlos Brandão, e uma agenda ambiciosa de crescimento.
“Há três anos a Iguá atua com o propósito de ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil, agora vamos acelerar o ritmo para também posicionar a empresa como a melhor plataforma de expansão e desenvolvimento do setor”, explica Brandão.
A companhia concluiu seu processo de reestruturação, iniciado em 2017, quando assumiu as operações atuais. Desde então, acumulou conquistas nas esferas operacional, financeira e governança corporativa, investiu em inovação e se transformou em um ator relevante para a revolução do saneamento que se anuncia com a aprovação do novo marco regulatório.
O saneamento básico brasileiro traz possibilidades inéditas de crescimento econômico para todo o país e a companhia está preparada para atuar nesse novo momento.
“Esperamos uma transformação profunda do mercado e estamos confortáveis com essa perspectiva. Na Iguá, fazer diferente sempre foi um caminho para sermos melhores, portanto acolhemos com muito entusiasmo as oportunidades que surgirão com novos players, novas configurações entre os atores públicos e privados e novas escalas de abrangência e qualidade de serviço. Atuaremos, principalmente, na expansão geográfica dos negócios, por meio de novas concessões, PPPs e aquisições. Também daremos foco à ampliação da oferta de serviços atrelados à cadeia de saneamento”, informa o CEO.
“Mais do que a promessa efetiva de geração de receita, o que torna o setor de saneamento único é o seu papel central na preservação de vidas, na redução da desigualdade social e na preservação ambiental”, acrescenta.
Três anos de realizações
A Iguá Saneamento provou sua capacidade de inovar e de promover a qualidade de vida das populações que atende. A companhia elevou de 30% para 60% a cobertura da rede de esgoto em Cuiabá (MT), a maior cidade em que atua, com investimentos que somam quase R$ 500 milhões. Também universalizou o abastecimento de água e o tratamento de esgoto na operação de Mirassol (SP) e deu início à implantação e operação da rede de esgotamento em Tubarão (SC), antes inexistente.
Com a reestruturação, a empresa atingiu receita líquida de R$ 887 milhões e EBITDA de R$ 298 milhões, um crescimento 66% desde março de 2017. Os investimentos no período somam R$ 752 milhões. Desde a sua criação, a Iguá já entregou cinco Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), duas Estações de Tratamento de Água (ETA), 31 estações elevatórias e 12 reservatórios de água. Apenas em 2019, foram implantados 93 km da rede de água e 300 km da rede de esgoto. Ao longo de seus três primeiros anos, a empresa investiu aproximadamente R$ 900 milhões em serviços às populações atendidas por suas operações.
Inovação no saneamento
Em um setor com desafios ainda bastante básicos, a Iguá se diferencia por sua visão estratégica de inovação, caminho que a companhia acredita ser primário para a solução de velhos problemas e para a evolução do saneamento. A Iguá foi pioneira na aproximação do setor com o ecossistema de startups, por meio do projeto Iguá Lab. Em 2020, o programa será ampliado e lançado em um novo formato. Recentemente, a companhia também abriu inscrições para um curso online e gratuito de Design Thinking, metodologia de resolução de problemas aplicada por startups e pelas empresas mais inovadoras, que tem como objetivo incentivar ideias criativas e promover mais olhares para o setor.
A companhia vem empregando tecnologias intersetoriais, pioneiras no saneamento, em suas operações para melhorar a eficiência operacional. Entre elas, merecem destaque: a instalação de um secador térmico de lodo movido a vapor gerado por biomassa, com capacidade de 6,8 mil quilos/hora, que aprimora a gestão do resíduo gerado pelo processo de tratamento de água; o uso de sondas inicialmente projetadas para o setor de óleo e gás, como a seesnake e as smart balls para pesquisa de vazamentos; e a utilização de materiais modulares a base de aço e carbono para a expansão das redes, que tornam a instalação até 30% mais barata e até 50% mais rápida. A Iguá também implementou o processo de construção modular em estações de tratamento. Em Paranaguá, a metodologia proporcionou a antecipação do início de operação de uma estação de tratamento de esgoto em 18 meses.
Sobre a Águas Cuiabá
Por meio de concessão plena com validade de 30 anos, a Águas Cuiabá assumiu os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na capital mato-grossense em 2012. A empresa atende a 613 mil pessoas e tem como objetivo universalizar o acesso da população à água de qualidade e à coleta e tratamento de esgoto. Desde 2017, faz parte da Iguá Saneamento, companhia que está presente em 37 municípios brasileiros e que alcança 6 milhões de pessoas com o compromisso de ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil.
Sobre a Iguá Saneamento:
A Iguá é uma companhia de saneamento, controlada pela IG4 Capital, que atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, por intermédio de concessões e de parcerias público-privadas. Atualmente, está presente em 37 municípios de cinco estados brasileiros: Alagoas, Mato Grosso, Santa Catarina, São Paulo e Paraná, por meio de 18 operações que somadas beneficiam 6 milhões de pessoas. O alcance dos serviços prestados pela companhia a coloca entre os principais operadores privados do setor de saneamento do país. Em 2019, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo uma ótima empresa para se trabalhar pela consultoria Great Place to Work (GPTW). Atualmente, emprega cerca de 1,5 mil pessoas. O nome Iguá é uma referência direta ao universo em que atua: em tupi-guarani, “ig” que dizer água. www.iguasa.com.br.
ECONOMIA
Recuperação das bacias hidrográficas encerra ciclo de sobretaxa na energia elétrica no Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou, na última sexta-feira, 25, o acionamento da bandeira verde para o mês de outubro em todo o território nacional. A decisão do órgão regulador assegura que a tarifa de energia elétrica cobrada dos consumidores brasileiros não terá nenhum acréscimo financeiro no próximo período de faturamento, marcando uma virada expressiva na gestão dos recursos energéticos do país.
Esta mudança tarifária beneficia diretamente os milhões de consumidores residenciais, comerciais e industriais conectados ao Sistema Interligado Nacional. O encerramento das cobranças adicionais atinge toda a população atendida pela rede elétrica integrada, aliviando o orçamento das famílias e reduzindo os custos operacionais do setor produtivo brasileiro após sucessivos meses de tarifas elevadas.
A medida passa a vigorar oficialmente a partir do dia primeiro de outubro, abrangendo todo o ciclo de faturamento mensal do mês vindouro. As faturas emitidas pelas distribuidoras locais ao longo desse período já refletirão a ausência do custo extra, consolidando a transição do regime tarifário que vigorou durante os meses mais secos do ano.
O encerramento da sobretaxa ocorreu devido ao início do período de transição entre as estações seca e úmida nas principais bacias hidrográficas do país. O aumento do volume de chuvas nas regiões Sul e Sudeste estabilizou os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, permitindo ao Operador Nacional do Sistema Elétrico reduzir o uso das usinas termelétricas, cujo custo de geração é consideravelmente mais alto.

O alívio financeiro se concretizou com o término da bandeira amarela, que vigorou ininterruptamente entre os meses de maio e setembro deste ano. Durante esse intervalo de cinco meses, a sobretaxa imposta aos consumidores gerava um custo adicional de R$ 1,885 para cada cem quilowatts-hora consumidos, onerando o orçamento doméstico em um momento de atenção aos gastos essenciais.
Para uma família brasileira com consumo médio mensal de duzentos quilowatts-hora, a alteração anunciada representa uma economia direta de cerca de R$ 3,77 na fatura, valor calculado antes da incidência dos impostos estaduais e federais. Embora pareça modesta individualmente, essa redução gera um impacto positivo significativo quando somada em escala nacional, estimulando o consumo e reduzindo a pressão inflacionária sobre o custo de vida.
O processo de definição das bandeiras tarifárias é gerenciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) com base no monitoramento contínuo das condições de geração de energia no país. O Operador Nacional do Sistema Elétrico avalia semanalmente a capacidade dos reservatórios e os custos de produção, fornecendo os dados técnicos que fundamentam a decisão do órgão regulador sobre a necessidade ou não de acionar fontes de energia complementares.
O histórico regulatório de 2026 demonstra a oscilação direta das tarifas em relação às condições climáticas observadas no país. A bandeira verde vigorou inicialmente de janeiro a abril, período em que o regime de chuvas mantinha os reservatórios em níveis confortáveis, garantindo a geração limpa e barata sem a necessidade de cobranças adicionais na conta dos cidadãos.

A deterioração das condições hídricas a partir do outono exigiu o acionamento da bandeira amarela no mês de maio, quando o início do período seco começou a afetar criticamente os estoques de água. A manutenção dessa taxa suplementar até setembro refletiu a sustentada necessidade de operar usinas térmicas para garantir o suprimento elétrico contínuo e evitar riscos de desabastecimento no território nacional.
A reabertura do ciclo de bandeira verde em outubro sinaliza uma perspectiva otimista para o encerramento do ano no setor elétrico nacional. A recuperação do volume dos reservatórios e a previsão de continuidade das precipitações pluviométricas nas áreas de captação oferecem estabilidade ao sistema energético, garantindo modicidade tarifária para a sociedade e maior previsibilidade para os agentes econômicos do país.
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