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Wallace avisa que não vai renunciar ao cargo

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O Prefeito da Cidade Industrial Wallace Guimaraes, esta semana abriu sua caixa de ferramenta, e declarou que as perseguições contra ele é muito grande, e não esta tendo tempo pra respirar, não consegue fazer o seu trabalho diante da prefeitura de Várzea Grande.

wallaceguimaraesWallace diz que vem sofrendo perseguições de todos os lados, e não tem trégua nos ataques,  que vem tanto do lado do ex-senador Jayme Campos, com os inúmeros processos que corre na justiça na tentativa de tira-lo do cargo, como os da própria Justiça. O Prefeito Wallace vem resistindo os seus ataques e as suas perseguições.

Segundo o prefeito, a ira dos Campos é muito grande contra ele, e querem a todo custo tira-lo do comando da prefeitura da cidade industrial, e as pessoas não se conformam com a derrota, com os votos conquistados na eleição com muito trabalho, e querem agora  conquistar na marra, e com golpes baixo, e também estão querendo colocar a população contra a minha gestão. Disse o Prefeito Wallace.

O líder Municipal ainda chegou de fazer um apelo ao ex-senador Jayme Campos, que ele só quer mesmo trabalhar para a cidade, mostrar seu trabalho, e esta muito difícil administrar com poucos recursos, e fez um apelo ao ex-senador. “Deixe-me trabalhar senhor senador pelo amor de Deus. 2016 vêm aí, vamos disputar e ver quem é quem. A nossa população, vai saber avaliar muito bem”.

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O Prefeito também já mandou um recado, que ele (Wallace), jamais vai renunciar ao cargo de prefeito, “fui eleito com o voto do povo. Agora se a justiça achar que é conveniente, eu ainda vou recorrer nas formas da lei, com liminares, para revê os meus direitos vou fazer. Então gente, eu não vou abrir mão dos meus direitos constitucionais. Pois eu fui eleito pelo voto do povo, e nas urnas, e não através de denuncias, e algumas até infundadas, só por interesse no meu cargo de prefeito”.

Wallace Guimaraes mandou outro recado ao ex-senador Jayme campos, “Posso até perder senhor Jayme Campos, mais não me entregarei fácil, como o senhor pensa, vou ate onde eu tiver meus direitos legais na Justiça”.

Em seu discurso, Wallace também fez um apelo para a população de Várzea-grandense, “eu só quero é trabalhar, e cumprir com as minhas propostas de campanhas, para uma Várzea Grande mais atuante, progressiva, gerando emprego e renda. Hoje os meus servidores, não ganham só um salario mínimo como nas gestões passadas, hoje temos respeito com os nossos servidores”.  Disse

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Falou também da crise no município e também com a queda da arrecadação da cidade. “A nossa arrecadação caiu muito, mais vamos cumprir com a nossa responsabilidade, com os salários em dia, a verba do PAC, vai ajudar muito o nosso município, pois hoje o nossa cidade, esta em dia, e com crédito, pode receber emendas federal, para serem investidos em vários segmentos do município. Já paguei e estou pagando contas que não foram da minha gestão, mais estou pagando, para não prejudicar o nosso município. Quem fez as contas, estão todos quietinhos”. Criticou-o.

Eu não vou renunciar, e sim, vou trabalhar mais, e mudar a cara da nossa cidade para melhor. Se assim Deus quiser”.

O Prefeito fez uma pergunta e pediu que os interlocutores de Jayme Campos respondessem. “Será se a Dona Lucimar caso assuma o poder da prefeitura de Várzea Grande, com todos esses problemas, ela vai da conta do recado?” 

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Ação de R$ 182 Milhões contra ex-governador completa 7 anos no Judiciário de Mato Grosso

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Uma das principais denúncias de desvio de recursos públicos da história recente do Estado de Mato Grosso continua sem uma decisão de mérito definitiva. A Ação Civil Pública por improbidade administrativa, que tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, busca a devida reparação aos cofres públicos diante de indícios robustos de fraudes no pagamento de precatórios.

O processo em questão aponta como réus o ex-governador Blairo Borges Maggi, o empresário Valdir Piran e outras oito pessoas físicas e jurídicas. Entre os demais acusados estão ex-secretários de Estado, procuradores estaduais e a Construtora Andrade Gutierrez, todos apontados como partícipes de um arranjo financeiro ilícito de caráter estruturado.

A controvérsia judicial, que se arrasta desde o ano de 2019, completou sete anos de tramitação sem que um desfecho definitivo tenha sido alcançado na Justiça de Mato Grosso. Os reiterados recursos processuais apresentados pelas defesas dos réus retardaram o andamento célere dos autos ao longo de quase uma década de controvérsias.

As supostas irregularidades processuais ocorreram no âmbito da administração pública direta do Estado de Mato Grosso, sediada na capital, Cuiabá. O epicentro das transações financeiras sob suspeita deu-se no âmbito da Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ/MT) e envolveu créditos originados de autarquias estaduais já extintas.

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De acordo com as investigações, o esquema criminoso operou-se mediante a triangulação fraudulenta de repasses financeiros bilionários à Empreiteira Andrade Gutierrez sob o pretexto de quitação de precatórios judiciais.

Posteriormente, parte expressiva desses recursos públicos federais e estaduais era direcionada ao empresário Valdir Piran para fins de compensação de créditos privados.

A motivação por trás da referida engenharia financeira ilícita residia na necessidade urgente de quitação de uma dívida de caráter estritamente político de R$ 40 milhões. O grupo governamental da época contraíra esse débito volumoso com a Factoring pertencente ao empresário Valdir Piran, conforme apontam as investigações ministeriais.

O objetivo principal da referida operação ilegal consistia na obtenção rápida de dinheiro em espécie para garantir e consolidar a sustentabilidade política do grupo governante no poder. O “retorno” financeiro ilegal extraído do pagamento dos precatórios judiciais viabilizava a manutenção de privilégios ilícitos e o suborno continuado de parlamentares estaduais da base governista.

O expressivo prejuízo financeiro causado ao erário público estadual totalizou o montante histórico de R$ 182,9 milhões. Além do desfalque material milionário, a lentidão no julgamento do processo penal e civil acarreta severo desgaste à imagem do Poder Judiciário e fomenta um nocivo sentimento de impunidade social.

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A denúncia apresentada à Justiça baseia-se em auditorias técnicas minuciosas realizadas pela Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso e pelo Tribunal de Contas do Estado. As conclusões probatórias foram reforçadas de forma substancial pelos detalhados depoimentos prestados pelo ex-governador Silval Barbosa em seu acordo homologado de colaboração premiada.

Em manifestações recentes anexadas aos autos judiciais, a defesa do ex-governador Blairo Maggi alegou veementemente a inocência de seu cliente e a total regularidade técnica dos pagamentos efetuados. De igual modo, os representantes legais de Valdir Piran e das demais empresas envolvidas asseveram a plena licitude das negociações financeiras entabuladas à época.

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