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"XÔ CORONA II" NO VÁRZEA GRANDE SHOPPING

Várzea Grande reforça a importância da vacinação contra COVID-19 para o público infantil

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A vacinação contra a Covid-19 tem sido apontada como uma das principais armas na luta contra a pandemia em todo o mundo. Muitos países, incluindo o Brasil, estão em ritmo crescente de transmissões devido a variante Ômicron e a subvariante BA.2. O início da imunização em crianças tem gerado dúvidas em pais e responsáveis. Mas, um ponto deve ser enfatizado: as vacinas para o público infantil são seguras e recomendadas por especialistas.

No Brasil, a Anvisa, órgão de Vigilância Sanitária, aprovou o uso da vacina infantil da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos e da CoronaVac, na faixa de 6 a 17 anos. A aprovação é feita após criteriosa análise técnica de dados e estudos clínicos para garantir a segurança e a eficácia almejada. Como as crianças são um grupo importante para ações de imunização no Brasil devido às novas variantes, segundo a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI-Covid), a imunização torna-se ainda mais essencial para a proteção dos pequenos.

A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância da vacinação contra COVID-19 para o público infantil, cujo cronograma está em andamento no município. E para alcançar maior número de crianças de 05 a 11 anos imunizadas, realiza neste sábado, 26 de março, oXÔ CORONA II – com COVID não se brinca, vacine-se para brincar!.

A edição especial de vacinação infantil será realizada desta vez em parceria com o Várzea Grande Shopping. Os profissionais da área de saúde e heróis do imaginário infantil estão esperando a criançada das 10h às 17h, sem intervalo para o almoço, na praça de alimentação ao lado do Planet Park. Além de muita brincadeira serão distribuídos às crianças que se vacinarem pirulitos e picolés.

Será uma grande mobilização com objetivo único de chamar a atenção dos pais, das famílias, dos responsáveis e das próprias crianças, da importância da vacinação dos pequenos contra a COVID-19. A Saúde Pública municipal optou por estar em locais de fácil acesso, onde os pais podem levar seus filhos com tranquilidade, principalmente em um sábado. A iniciativa de parceria com o comércio e a indústria é mais uma oportunidade para os pais e responsáveis, que trabalham ou têm outros compromissos durante a semana, levar seus filhos para se protegerem contra a COVID-19 em um local seguro, que a criança gosta de ir, local de lazer, e também de tomar a vacina”, disse o secretário de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo de Barros, lembrando que a estratégia tem dado certo com a descentralização da vacinação infantil, onde a cada três ou quatro dias, as equipes se deslocam para os bairros durante a semana.

Defendo a tese de que mesmo que o número de crianças contaminadas pela COVID-19 seja menor, existem casos de crianças que adquiriram a forma grave da doença e até casos de morte. A vacina além de proteger a saúde das crianças, é, também, uma proteção indireta para familiares considerados do grupo de risco”.

Gonçalo de Barros também pontuou que a vacinação em massa ajuda a parar a circulação do vírus.

Quanto maior o número de pessoas vacinadas, mais barreiras contra a circulação viral teremos em nosso município. Em decorrência do momento pandêmico que ainda vivemos, é indicado levar a criança para se imunizar contra COVID-19. E, depois do intervalo da vacina os pais devem ficar atentos e continuar a atualizar a carteirinha de vacinação delas contra as outras doenças“.

Para a gerente de marketing do Várzea Grande Shopping, Michele Machado, a parceria é uma forma dos empresários também contribuírem com a sociedade e para o fim da pandemia.

Estamos de portas abertas para todos os projetos e ações que beneficiam a sociedade. Nesse caso, em especial, é muito bom saber que estamos ajudando efetivamente nossas crianças que por tanto tempo ficaram em casa, privados de diversão e lazer”, declarou Michele Machado.

A Saúde Pública de Várzea Grande orienta os pais seguirem as indicações do pediatra da criança sobre a vacinação infantil contra a COVID-19. O Plano Nacional de Imunização recomenda ainda que crianças de 5 anos e as imunossuprimidas de 5 a 11 anos só podem receber o imunizante da Pfizer, enquanto as demais podem ser protegidas pela CoronaVac e pela Pfizer. Todas as vacinas aprovadas pela Anvisa são seguras e eficazes.

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Para vacinar basta a criança estar acompanhada com os pais ou responsáveis, ter a carteirinha de vacinação em mãos, caso não tiver, será confeccionada uma na hora; levar documento que comprove a idade da criança. Também manter o uso de máscara, distanciamento e higienização das mãos.

Ainda nesta semana, nos dias 23, 24 e 25 de março, das 8h às 11h e das 13h às 16h, as crianças serão imunizadas, na Unidade Básica de Saúde, localizada no bairro Marajoara.

Calendário de Vacinação:

– Unidade de Saúde exclusiva para vacinação contra a COVID-19 para crianças.
Dias: 24 e 25 de março (quinta e sexta)
Local: Clínica de Atenção Primária à Saúde do bairro Marajoara
Horas: das 08h às 11h e das 13h às 16h.

– Unidades de Saúde que realizam vacinação de Covid-19 em adultos e adolescentes.

– Segunda a Sexta das 8h às 11h e das 13h às 16h

01 – Clínica de Atenção Primária Saúde – Cristo Rei
02 – ESF Manaíra
03 – Clínica de Atenção Primária à Saúde 24 de Dezembro
04 -Centro de Saúde Ouro Verde
05 – Centro de Saúde Aurília Curvo
06 – ESF Água Vermelha
07 – ESF São Mateus
08 – Clínica de Atenção Primária à Saúde Jardim Glória
09 – UBS Cabo Michel
10 – Clínica de Atenção Primária à Saúde do Parque do Lago
11 – Centro de Saúde N S da Guia

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Destaques

Ação de R$ 182 Milhões contra ex-governador completa 7 anos no Judiciário de Mato Grosso

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Uma das principais denúncias de desvio de recursos públicos da história recente do Estado de Mato Grosso continua sem uma decisão de mérito definitiva. A Ação Civil Pública por improbidade administrativa, que tramita na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, busca a devida reparação aos cofres públicos diante de indícios robustos de fraudes no pagamento de precatórios.

O processo em questão aponta como réus o ex-governador Blairo Borges Maggi, o empresário Valdir Piran e outras oito pessoas físicas e jurídicas. Entre os demais acusados estão ex-secretários de Estado, procuradores estaduais e a Construtora Andrade Gutierrez, todos apontados como partícipes de um arranjo financeiro ilícito de caráter estruturado.

A controvérsia judicial, que se arrasta desde o ano de 2019, completou sete anos de tramitação sem que um desfecho definitivo tenha sido alcançado na Justiça de Mato Grosso. Os reiterados recursos processuais apresentados pelas defesas dos réus retardaram o andamento célere dos autos ao longo de quase uma década de controvérsias.

As supostas irregularidades processuais ocorreram no âmbito da administração pública direta do Estado de Mato Grosso, sediada na capital, Cuiabá. O epicentro das transações financeiras sob suspeita deu-se no âmbito da Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ/MT) e envolveu créditos originados de autarquias estaduais já extintas.

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De acordo com as investigações, o esquema criminoso operou-se mediante a triangulação fraudulenta de repasses financeiros bilionários à Empreiteira Andrade Gutierrez sob o pretexto de quitação de precatórios judiciais.

Posteriormente, parte expressiva desses recursos públicos federais e estaduais era direcionada ao empresário Valdir Piran para fins de compensação de créditos privados.

A motivação por trás da referida engenharia financeira ilícita residia na necessidade urgente de quitação de uma dívida de caráter estritamente político de R$ 40 milhões. O grupo governamental da época contraíra esse débito volumoso com a Factoring pertencente ao empresário Valdir Piran, conforme apontam as investigações ministeriais.

O objetivo principal da referida operação ilegal consistia na obtenção rápida de dinheiro em espécie para garantir e consolidar a sustentabilidade política do grupo governante no poder. O “retorno” financeiro ilegal extraído do pagamento dos precatórios judiciais viabilizava a manutenção de privilégios ilícitos e o suborno continuado de parlamentares estaduais da base governista.

O expressivo prejuízo financeiro causado ao erário público estadual totalizou o montante histórico de R$ 182,9 milhões. Além do desfalque material milionário, a lentidão no julgamento do processo penal e civil acarreta severo desgaste à imagem do Poder Judiciário e fomenta um nocivo sentimento de impunidade social.

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A denúncia apresentada à Justiça baseia-se em auditorias técnicas minuciosas realizadas pela Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso e pelo Tribunal de Contas do Estado. As conclusões probatórias foram reforçadas de forma substancial pelos detalhados depoimentos prestados pelo ex-governador Silval Barbosa em seu acordo homologado de colaboração premiada.

Em manifestações recentes anexadas aos autos judiciais, a defesa do ex-governador Blairo Maggi alegou veementemente a inocência de seu cliente e a total regularidade técnica dos pagamentos efetuados. De igual modo, os representantes legais de Valdir Piran e das demais empresas envolvidas asseveram a plena licitude das negociações financeiras entabuladas à época.

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