UM REAGRUPAMENTO POLÍTICO EM MT
Meia volta volver: pré-campanha ao Governo do Estado segue sem favoritismo
Embates na “DIREITA” e a tendência de reagrupamento da “ESQUERDA”, revelam pareamento na disputa eleitoral de 2026, eitaaa sabadãooo.
E segue o fluxo!
A indefinição no bloco da direita, motivada pelo visível racha no Partido Liberal (PL), cria um clima conturbado, seja de extrema direita e centro direita.
Se por um lado existem, alguns políticos apostando na pré-candidatura do vice-governador, o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, outros já estavam levantando a bandeira do Senador liberal Wellton Antônio Fagundes, e com a mesma intensidade, porém com a estratégia diferente, muitos apoiadores defendem o nome do Senador unista Jayme Veríssimo de Campos, como pré-candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso nas próximas eleições.
Falar que a disputa interna desta banda do lado de cá, estava correndo tudo dentro dos conformes, não condiz com a verdade, até porque, segundo informações de fontes ligadas aos integrantes da disputa eleitoral, repassadas aos cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, afirmam que de momento, o consenso no “Projeto Pivetta”, seria apenas um compromisso do cacique número 1 do por enquanto União Brasil (UB), o governador mato-grossense, Mauro Mendes Ferreira, sendo que o grupo tem o nome de Jayme Campos para encabeçar a disputa eleitoral em 2026.

Seguindo em um nome de contexto apropriado, o grupo da direita teria Otaviano Pivetta como candidato ao governo, Mauro Mendes e Jayme Campos na disputa pelo Senado, mas como existem outros, grupos, nomes, interesses, projetos e sonhos, a vida deixa de ser conto de fadas, e passa para uma realidade dura, cruel, com embates que já estão denominando os sobreviventes, porque vencedores mesmo, só dia 4 de outubro em 2026.
Para o núcleo duro do Boteco da Alameda, as imagens e desenvolvimento das gestões lideradas por políticos da direita, particularmente do Partido Liberal (PL), estão contribuindo cada vez mais para o impasse que só aumenta no bloco.
A grande reviravolta começa ganhar corpo, a deputada estadual e presidente do MDB em Mato Grosso, a “Mulher Maravilha”, que já demonstrou que está disposta a lutar com todas as armas, para conseguir seu objetivo, uma cadeira no Senado da República, e como nas últimas horas, o seu sogro, o Senador pelo Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, que teria recebido um “banquinho” de presente do ex-presidente, Jair Messias Bolsonaro, as mudanças de planos é praticamente inevitável, até porque, entrar em uma festa de penetra, não faz parte de uma “Boa Educação”.
Bom…, pelo que tudo indica, Wellton Fagundes vai ficar no banco de reserva esperando a vez de entrar no jogo. Muitas das vezes, o reserva nem entra nessa partida, ficando para o próximo jogo.
Seguindo o fluxo…
Da reviravolta, para os próximos dias é aguardado o anúncio de mais uma mudança, o Senador mato-grossense Jayme Campos, hoje sem espaço para uma candidatura ao Governo do Estado pela direita, poderá declarar aos integrantes do seu grupo: “meia volta volver“, criando a possibilidade de uma formação de centro esquerda, um grupão que seria composto por Jayme Campos candidato ao governo, a “Mulher Maravilha” e Carlos Fávaro na disputa pelo Senado Federal.
Muitos ainda falam de políticos como Júlio Campos, Edu Botelho, Nenel Pinheiro, Nenelzinho Pinheiro, Rosa Neide, Natasha Slhessarenko, Ludio Cabral, Wilson Santos, Valdir Barranco, entre outros, que poderá proporcionar musculatura para esse grupo.

Segundo analises de alguns especialistas da política, repassadas ao Boteco da Alameda, a formação deste grupão composto por Carlos Fávaro, a “Mulher Maravilha”, Jayme Campos, Wellton Fagundes, mesmo sem uma confirmação, já estaria despertando interesses de várias lideranças políticas e sociais nos quatro cantos do Estado, até porque, são referências do MDB, PSD, PT, entre outras siglas.
Na atual conjuntura do cenário político, a iminência de uma reviravolta na corrida eleitoral é grande, por vários fatores, desde a visibilidade do grupo, formado por supostos “renegados”, como também pelo impasse criado na base governista, de onde pode até estar saindo a certeza de um nome, mas que cria dúvidas na população.
Pelo que tudo indica, a formação do suposto grupão, mesmo sendo forte, corre risco por ter vínculos direto com a esquerda, sendo assim, ramificações petista, com grande rejeição no estado, mas do outro lado, a difícil ascensão de alguns nomes, embalados por supostos acréscimo de vaidade, estaria colocando todo projeto de sucessão em jogo.
Com esses impasses bem definidos, há quem diga que o cenário fica propício para formação de uma terceira via, porque muita gente está cansada dessas colocações, direita ou esquerda, Lula ou Bolsonaro, o povo está em busca de alguém que trabalha pelo povo.
Passou da hora, o momento agora é de seguir em frente, sem virar prá direita, muito menos pra esquerda, o retrovisor deve ser visto só para lembrar do que não se deve fazer, e pegar uma linha de subida, como se faz nas serras, deve ser o melhor caminho.

O Boteco vai falar
Segundo o analista político Alex Rabelo, o que se desenha para o pleito eleitoral em 2026, é uma disputa de projetos e bastidores, onde cada grupo aposta na antecipação para não ser surpreendido.
Com a máquina estadual nas mãos, Mauro Mendes trabalha para consolidar Otaviano Pivetta e garantir a longevidade de seu modelo político.
Wellton Fagundes tenta sobreviver em um partido rachado e manter relevância na direita. Enquanto Jayme Campos, com sua experiência e inteligência política, observa e costura alianças que podem redefinir todo o jogo.
Para o analista político Alex Rabelo, as eleições de 2026 será um teste de estratégia e de grupo. Na sua avaliação, quem não se planejar agora corre o risco de ser eliminado antes do apito inicial.
E novamente dizemos.
Segue o fluxo!
Política
MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso
A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.
Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.
O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.
Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB), uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.
A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.
Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.
O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.
A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.
A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.
Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.
Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.
A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.
Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.
O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.
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