CORONAVÍRUS

Sem medidas restritivas, avanço do “Coronavírus” continua em MT

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As medidas de distanciamento físico para combater a “Pandemia” em Mato Grosso, tiveram algum efeito, mas ainda não foram suficientes para controlar a transmissão do “Coronavírus” e, consequentemente o crescimento substancial no número de pacientes.

Pois muito bem! Nesta segunda feira (25), o secretario de Saúde de Cuiabá, Luiz Antônio Possas de Carvalho, comunicou que a Capital passa pelo ponto mais alto da contaminação pelo Coronavírus. Os números realmente aumentam diariamente. Ele pediu colaboração da população para combater o avanço da “Pandemia”.

Queremos pedir para nossa população, principalmente nos bairros que temos mais incidências, como Jardim Imperial e Morada da Serra, que tenha muita cautela, faça o isolamento social, saia com as máscaras, faça todo o controle sanitário, tudo o que for possível, porque é agora que estamos começando a ter a maior incidência de contágio na capital, este é um momento que a gente começa a ter aflição”.

Possas de Carvalho disse que a secretaria tem monitorado diariamente com muita cautela e preocupação todos os casos. Atualmente, no Hospital de Referência, antigo Pronto Socorro Municipal de Cuiabá, há 51 internados que estão em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e enfermarias.

Conforme explicação do secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Antônio Possas de Carvalho, o número de casos tem aumentado significativamente devido ao decreto de relaxamento de Várzea Grande, cidade metropolitana de Cuiabá, e também devido à abertura do comércio na capital.

Voltamos a ficar preocupados, com o radar antenado porque Cuiabá começou a entrar na fase de maior expressão da contaminação social”.

E nesta terça-feira (26), quem esteve na parte em “live”, foi o secretário do Estado de Saúde do Estado de Mato Grosso (SES/MT), Gilberto Gomes de Figueiredo que, diante da informação do gestor municipal o desmentiu dizendo que não é possível precisar quando a curva da contaminação chegará ao seu ápice.

Então vamos aos fatos:

Possas diz que Cuiabá está no ápice da pandemia, Figueiredo diz que será em julho. Então senhores gestores: O que levam a contrariar o que vem sendo disseminado em suas declarações que, sem medidas rigorosas de circulação de pessoas, o “Coronavírus” continuará com avanço descontrolado em Mato Grosso? Que a crise de saúde vai piorar e haverá aumento de número de mortes?

Sabe o que está havendo senhores gestores? Tudo isso vem acontecendo, por não manter o controle na circulação das pessoas, contraria com a flexibilização que permite a volta do funcionamento do comércio, indústria.

Saibam que a baixa taxa de infectados e de mortes, em relação ao país, não deixa Mato Grosso imune ao agravamento.

Antes de pedir senhores gestores e autoridades públicas, análise o que está acontecendo, perceba que no atual quadro de não controle rigoroso da circulação de pessoas, a tendência é novos fatos sejam registrados.

Antes de falar que a “Pandemia” vai trazer muito desconforto, digam a verdade que os senhores sabem que não vão conseguir tirar este vírus até o final de 2020 no Estado?

Digam que existem prefeitos, estão preocupados com a eleição municipal e por este motivo estão flexibilizando as medidas. Medo da pressão dos empresários ou medo de perder a eleição?

Segundo o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo é isto que vem acontecendo:

Parece-me que, sendo um ano político que tem eleições municipais os gestores políticos, estão encontrando dificuldades em tomar decisões à luz das recomendações sanitárias, à luz dos pleitos realizados no mundo econômico“, alfinetou Gilberto.

Nota da redação

Povo mato-grossense um alerta aos senhores: a adesão ao distanciamento social está diminuindo, ficando em torno de 42%, quando o ideal seria, pelo menos, de 70%.

Vamos fazer a nossa parte, assim teremos condições de cobrar das nossas autoridades e dos nossos políticos.

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Destaques

Brasil é o país com maior número de recuperados

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O Brasil se tornou o país do mundo com mais recuperados após infecções pelo novo “Coronavírus“, segundo o painel atualizado em tempo real pela universidade americana Johns Hopkins. O vírus é o causador da “Covid-19“.

A contagem mundial mostra números bastante diferente, onde aparece o Brasil à frente dos Estados Unidos no ranking de recuperados, com 1.185.596 pacientes que já eliminaram o vírus, ante 963.412 registrados em território americano.

No entanto, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados nesta ultima sexta-feira (10), o país acumula 1.804.338 de casos confirmados assim como 70.524 mortes pelo novo coronavírus.

A lista das nações com maiores registros de pacientes em alta, após terem testado positivo, segue com Rússia (497.446) e Índia (515.385). Ao todo, o mundo soma no momento 4.807.504 pessoas recuperadas do novo coronavírus, entre casos confirmados, segundo o painel em tempo real da Johns Hopkins.

Os números compilados pela Johns Hopkins são atualizados várias vezes no mesmo dia. Segundo a universidade, os dados vêm de fontes como a Organização Mundial da Saúde (OMS ) e autoridades de Saúde de diferentes países.

Divergências na contagem de recuperados dos EUA

A Johns Hopkins é uma das poucas instituições que conta nacionalmente o número de recuperados nos Estados Unidos e há registros divergentes para esse dado. O site World Meter, que também atualiza dados sobre o vírus em tempo real com levantamento de diversas fontes, dá um número bem diferente de recuperados: 1.040.608 nos EUA e 649.908 no Brasil.

Não há informações sobre o total de recuperados por país no painel em tempo real da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do CDC, órgão do governo americano que divulga dados sobre a doença.

Douglas Donovan, porta-voz da Johns Hopkins, comentou a falta uniformidade nos dados americanos sobre recuperações, que não são considerados prioritários pelo CDC. Segundo especialistas, esses números podem ser imprecisos.

Não existe um método uniforme para relatar recuperações nos Estados Unidos. Se isso mudar, o painel refletirá esses números de acordo“, disse Donovan.

Ele reconheceu que contagens de recuperados são feitas com estimativas em nível de país com base em relatórios da mídia local e podem ser substancialmente inferiores ao número real“.

Mundo caminha para 13 milhões de casos e 600 mil mortes

O painel atualizado em tempo real pela universidade Johns Hopkins mostra que o mundo caminha para atingir as marcas de 13 milhões de casos e 600 mil mortes nos próximos dias.

No momento, já foram registradas 12.507.849 casos confirmados em todo o planeta, segundo a Johns Hopkins. Os Estados Unidos lideram essa estatística (com cerca de 3.238.219 milhões de casos), seguidos pelo Brasil (1.804.338), Rússia (720.547) e Índia (820.916).

Até aqui, foram contabilizadas 560.460 mortes relacionadas ao vírus. Os países com mais óbitos são, na ordem, os Estados Unidos (cerca de 135.953 mil), seguidos pelo Brasil (70.524 mil), Reino Unido (44.650 mil) e Itália (34.938 mil).

Em todo o mundo, autoridades de Saúde acreditam haver uma considerável subnotificação em relação aos casos e óbitos registrados em decorrência do vírus, considerado uma pandemia desde março pela OMS.

No Brasil

Veja como o número de novas mortes tem variado nas últimas duas semanas:

Subindo: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO, PI
Em estabilidade: ES, SP, AM, AL, BA, CE, MA, PB, RN, SE, RR, RO
Em queda: RJ, AC, AP, PA, PE

Sul

PR: +84%
RS: +85%
SC: +24%

Sudeste

ES: 0%
MG: 60%
RJ: -19%
SP: -1%

Centro-Oeste

DF: +61%
GO: +74%
MS: +56%
MT: +31%

Norte

AC: -44%
AM: -1%
AP: -40%
PA: -22%
RO: -14%
RR: -3%
TO: +42%

Nordeste

AL: +5%
BA: +10%
CE: 0%
MA: -8%
PB: +9%
PE: -26%
PI: +18%
RN: -10%
SE: +6%

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