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Prometer faz parte das propostas eleitorais dos candidatos, são apenas formas de encantar o eleitor

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Faltando 46 dias para as eleições 2016, que acontecerão no domingo dia 2 de outubro de 2016 e vai eleger o sucessor do prefeito Mauro Mendes (PSB) da capital que desistiu de ser candidato por problemas particulares e de 25 vereadores Municipais, você que mora em Cuiabá, deve escolher bem tanto o seu candidato, pois eles que serão os responsáveis por governar a cidade nos próximos quatro anos, portanto você deverá avaliar bem as propostas de cada candidato e escolher o que tiver as melhores propostas para sua cidade.

????????????????????????????????????Durante a campanha para a Prefeitura de Cuiabá, muitos candidatos prometem coisas que não poderão cumprir simplesmente porque são projetos e iniciativas que estão fora de alçada da administração municipal. Prometer faz parte das propostas eleitorais, mas como avaliar quais promessas é viável à execução e quais são apenas formas de encantar o eleitor? 

Não é novidade que a população está cansada de ouvir promessas, mas é de suma importância que nós eleitores, tenhamos a mínima noção do que está sendo proposto e do que realmente é permitido a um candidato realizar, afinal só poderemos cobrar aquilo que é possível ser feito.

"Trocando em miúdos", durante as campanhas, inúmeros candidatos prometem que irão fazer coisas, que se cada um deles conhecesse um pouco das suas futuras atribuições, existiria a possibilidade de não iludir os eleitores com promessas impossíveis de cumprir.

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E quando questionamos o porquê os políticos não cumprem suas promessas de campanha, a resposta é simples: por mais boa vontade que os eleitos tenham, prometem coisas impossíveis de cumprir, ou seja, é inviável, prometer aquilo que não podem acontecer num curto espeço de tempo, por exemplo, a construção de 10 hospitais públicos em 4 anos.

O eleitor mato-grossense deve ficar atento para essas questões e o Blog do Valdemir cita uma das principais reclamações: melhorias na saúde, que é precária tanto pela falta de profissionais, quando pelas condições estruturais, garantia da segurança pública de qualidade, que dispensa comentários e melhoria no trânsito, superfaturado pela quantidade de veículos inversamente proporcional ao número de vias.

A Plataforma das Eleições 2016, lançada pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), aponta dez eixos prioritários para nortear a elaboração das politicas públicas previstas nos mandatos dos candidatos eventualmente eleitos: Emprego decente no serviço público para uma vida digna; Igualdade de gênero e o Empoderamento feminino e jovens; Erradicação da pobreza extrema; Educação inclusiva e equitativa de qualidade; Vida saudável e bem-estar para todos; Gestão sustentável dos recursos naturais e do consumo saudável; Respeito às Liberdades e Direitos Humanos; Politicas afirmativas e anti-discriminatórias; Habitabilidade segura, adequada e acessível e acesso a informação e controle social

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"A expectativa é de que os candidatos eventualmente eleitos pela população, particularmente para o cargo de prefeito, incluam as dez prioridades nos instrumentos de planejamentos das ações municipais, tais como Planos Plurianuais (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária (LOA)”, disse a presidente da Confetam Vilani Oliveira.

No que promete ser a eleição mais disputada de Cuiabá, teremos seis concorrentes de diferentes tendências politica e perfis diversificados (experientes, novatos na cena politica e bons de discursos), sem franco favorito. Veja os concorrentes por ordem alfabética: deputado estadual Emanuel Pinheiro (PMDB), ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva (PDT), procurador Mauro Cesar Lara Barros (PSOL), Renato Santana (Rede), ex-senadora Serys Marly Slhessarenko (PRB) e o deputado Wilson Santos (PSDB).

Assim sendo a diferença de critérios para a escolha dos eleitores será nos detalhes, em marketing bem acertado ou no erro da condução, já que todos têm serviços prestados, cada qual a seu modo e a população cuiabana espera que a campanha deste ano tenha um debate de alto nível, com propostas que norteiem o desenvolvimento econômico e social da população da maior cidade de Mato Grosso.
 

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Consolidação econômica e trajetória política reafirmam a influência de Blairo Maggi no Agronegócio Nacional

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O empresário e ex-governador do Estado de Mato Grosso, Blairo Borges Maggi, alcançou a sexta posição no ranking dos maiores magnatas do Agronegócio brasileiro em 2026. A revelação foi feita após o mapeamento do setor produtivo demonstrar a força expressiva dos grandes players nacionais no cenário econômico global.

A divulgação oficial dos dados ocorreu na última sexta-feira (28), por meio de levantamento anual realizado pela revista Forbes Brasil. A publicação, reconhecida internacionalmente por mapear as maiores fortunas do planeta, apresentou o balanço atualizado dos patrimônios corporativos do país.

O patrimônio líquido do acionista da Amaggi está avaliado em R$ 7,2 bilhões no período atual. O resultado financeiro reflete a performance operacional e a valorização global das commodities agrícolas negociadas por sua holding nos últimos trimestres.

A consolidação patrimonial coloca o empresário no 50º lugar do levantamento geral dos super-ricos brasileiros. Tal posição reflete a alta relevância do Agronegócio na formação das maiores fortunas do país, figurando ao lado de setores como o financeiro e o industrial.

A ascensão ao topo da lista decorre da sólida estrutura da Amaggi, uma das maiores companhias tradings de grãos e fibras do planeta. A corporação, fundada originalmente por seus pais, André e Lucia Maggi, expandiu exponencialmente suas operações comerciais e logísticas ao longo das últimas décadas.

Além do desempenho estritamente empresarial, a expressiva capilaridade pública acumulada pelo executivo fortaleceu sua representatividade setorial. Ele esteve à frente do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso por dois mandatos consecutivos, no período compreendido entre os anos de 2003 e 2010.

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A atuação institucional prosseguiu no Congresso Nacional, onde exerceu mandato no Senado Federal entre 2011 e 2019. Posteriormente, assumiu o comando do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) durante a gestão presidencial de Michel Temer, liderando missões comerciais no exterior.

A presença de Maggi e de seus sócios no topo do ranking evidencia a centralidade do Estado de Mato Grosso na produção e exportação global de grãos. O estado se firma como o principal polo gerador de divisas e fortunas ligadas ao cultivo de soja e milho na América Latina.

A estrutura societária da Amaggi demonstra força coletiva no levantamento da Forbes, figurando também entre as dez maiores fortunas do setor os acionistas Hugo de Carvalho Ribeiro e família, com R$ 7,2 bilhões, e Itamar Locks, detentor de patrimônio avaliado em R$ 6,7 bilhões.

Atualmente, o empresário encontra-se totalmente desvinculado de cargos partidários ou funções públicas, dedicando-se exclusivamente aos conselhos estratégicos do setor privado.

A lista dos dez maiores bilionários do Agronegócio é liderada por Ricardo Castellar de Faria, da Granja Faria, com R$ 35,1 bilhões, seguido pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS, com R$ 21,9 bilhões cada, Alceu Elias Feldmann (Fertipar) com R$ 19,2 bilhões, Liu Ming Chung (Nine Dragons Paper) R$ 7,9 bilhões, Blairo Borges Maggi (Amaggi) R$ 7,2 bilhões, Hugo de Carvalho Ribeiro e família (Amaggi), R$ 7,2 bilhões, Itamar Locks (Amaggi), R$ 6,7 bilhões, Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan/Raízen/Rumo) R$ 6,3 bilhões, Marcos Molina dos Santos (BRF/Marfrig) com R$ 6,1 bilhões.
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