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APOSTA FEITA

Partidos buscam chapas competitivas para a Câmara após filiações

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Dirigentes apontam diferentes estratégias para tentar ocupar o maior número de cadeiras na Câmara Municipal de Cuiabá em 2021, desde nomes vindos do Executivo até novatos com inserção em nichos específicos da sociedade.

O cenário de disputa por um mandato na Câmara Municipal de Cuiabá ficou mais tangível após o encerramento do prazo para filiação de quem irá concorrer a vagas de vereador da Capital, no dia 4 de abril. Partidos apostam em chapas completas de pré-candidatos ao Parlamento Municipal, com políticos experientes em eleições, mas também nomes novos e líderes de movimentos sociais.

Apesar de ainda restarem ainda alguns meses para a disputa municipal, líderes partidários apontam uma organização antecipada das chapas para vereador. O fim das coligações para as eleições proporcionais é colocado como um dos motivos centrais para isto, já que, em pleitos anteriores, as alianças entre as siglas poderiam ser formadas até o fim do prazo para as convenções, no início de agosto.

Diversidade

A representação de diferentes segmentos tem sido um dos focos de diferentes partidos, com o objetivo de ampliar o alcance para a disputa municipal.

Procura

O Democrata reforça a busca por uma formação de chapa eclética para disputar cadeiras na Câmara Municipal. Com a intenção de eleger um maior numero de vereadores, o partido busca ampliar o leque de representação.

Nós conseguimos uma adesão muito forte. Até o mês passado, nós tínhamos 160 pré-candidatos“, afirma um dirigente da legenda.

A chapa deve ser fechada apenas na convenção, mas os nomes vêm de diferentes segmentos da cidade, em uma busca por dar capilaridade à legenda não só na disputa proporcional, mas também na majoritária.

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Projeção

Siglas com representatividade menor na Câmara querem eleger ampla bancada para a próxima Legislatura.

Pulverização de candidaturas deve ser estratégia visada

Com o fim das coligações proporcionais, os partidos devem apostar em pulverização de candidaturas para tentar atingir o quociente eleitoral e eleger o maior número de vereadores.

Os partidos ainda não têm como saber, com exatidão, o número de votos necessário para eleger seus candidatos a vereador, porque o cálculo é feito com base no número de votos válidos. Ou seja, após a apuração da eleição, o quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos divida pelo número de cadeiras em disputa.

Caso tenham atingido o quociente eleitoral, as legendas têm que calcular também o quociente partidário, para saber a quanta vagas terão direito na Câmara de Cuiabá. Nesse caso, precisam dividir os votos válidos obtidos pelo partido pelo quociente eleitoral. Com esses resultados, os mais votados da legenda poderão ocupar vagas.

Aposta do Democrata no municipal

O DEM que não tinha nenhum vereador na Câmara Municipal de Cuiabá durante muito tempo, nesta eleição de 2020, pretende fazer uma grande aposta na conquista de 3 ou mais vagas na Casa de Leis, com apenas 2 representantes, sendo eles os recém-filiados Marcelo Eduardo Bussiki Rondon, e o licenciado, que já foi secretário municipal de Educação de Cuiabá, e hoje secretario de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Gomes de Figueiredo.

Rumores que já circulam nos bastidores, são de que o Senador do Democrata, Jayme Veríssimo de Campos teria afirmado que o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, poderia ser o representante do DEM rumo ao Alencastro, em 2020. Figueiredo, que foi eleito o vereador mais votado em Cuiabá em 2016, é de extrema confiança de Mauro Mendes.

Mas, em privado, dirigentes admitem que a garantia mesmo é de 2 cadeiras para vereador.

Apesar de ter chapa completa, com mais de 30 pré-candidatos, e cabeça de chapa para prefeito, no máximo 6 deles figuram como as grandes apostas. Gilberto Figueiredo não vai à reeleição e o Palácio Paiaguás apoiará Marcelo Bussiki.

Leonardo Oliveira, que já foi vereador e é recém-filiado no Democrata (DEM) está no páreo e conta com três padrinhos políticos para o apoio logístico dos tios, o empresario Armando Oliveira e de Thelma de Oliveira, que é Prefeita de Chapada dos Guimarães, e o empresário Luiz Carlos Nigro, que é do PSDB.

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Outro nome considerado forte é do professor e ex-vereador por alguns meses Frankes Marcio Batista Siqueira, que em 2016 obteve 2.063.

O vereador Frankes Marcio assumiu uma cadeira na Câmara Municipal de Cuiabá em junho de 2019. O parlamentar assumiu a vaga do vereador Luís Claudio, que se licenciou do mandato por motivos particulares.

Professor a mais de 20 anos, Frankes Marcio na última eleição ficou como suplente no Legislativo Cuiabano. Em 2018 também assumiu por 31 dias no lugar do então vereador Paulo Araújo, que hoje exerce o mandato de deputado por Mato Grosso.

Da lista de cotados do DEM fazem parte ainda o ex-vereador Ivan Evangelista, Elias Santos e a jornalista Michelly Alencar.

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Destaques

Polícia Militar define finalistas para o topo da carreira institucional

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A disputa por uma vaga de coronel é o ponto culminante da carreira dos oficiais militares e das forças de segurança públicas (como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros). O posto de coronel representa o último degrau e o topo da hierarquia dessas instituições, o que torna essa concorrência extremamente acirrada e de importância estratégica.

O coronel deixa as funções operacionais de campo para assumir o planejamento estratégico, comandando batalhões inteiros, diretorias ou grandes comandos regionais. Os coronéis interagem diretamente com o alto escalão do governo estadual ou federal (como Secretários de Segurança e Governadores), participando da formulação de políticas públicas de segurança. É desse grupo restrito que sai o Comandante-Geral da instituição, o cargo máximo de liderança.

Diferente das promoções iniciais, que consideram bastante o tempo de serviço (antiguidade), a vaga para coronel costuma basear-se fortemente no critério de merecimento. Isso envolve avaliações de desempenho rigorosas, histórico limpo e cursos de aperfeiçoamento. O número de vagas para coronel é altamente limitado por Lei. Conforme a pirâmide militar se estreita, centenas de tenentes-coronéis competem por pouquíssimas cadeiras vazias.

Cinco vagas para o posto de coronel

A Comissão de Promoção de Oficiais (CPO) da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT) definiu, no cenário institucional do estado, a lista dos quinze tenentes-coronéis que disputam as cinco vagas para o posto de coronel.

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O ato administrativo ocorreu no âmbito das avaliações internas da corporação e busca preencher as vagas do posto mais elevado da hierarquia policial militar mato-grossense.

A deliberação oficial abrange todo o Estado de Mato Grosso, reunindo oficiais com atuação estratégica tanto na capital, Cuiabá, quanto em importantes municípios do interior.

As promoções respondem à necessidade contínua de renovação do alto comando militar, garantindo a continuidade do planejamento e da execução das diretrizes de segurança pública.

O processo seletivo foi conduzido de forma criteriosa pela própria comissão especializada da corporação, mediante a análise minuciosa de méritos, histórico funcional e pontuações acumuladas.

A relação reúne oficiais que atuam em unidades da Capital e do interior do Estado. As notas atribuídas pela comissão variam de 5,34 a 4,87.

A maior nota da lista é do tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, comandante regional de Cáceres, com 5,34. Na sequência aparecem, tenente-coronel Paulo Jailson Secchi de Ávila, que atua em Nova Mutum aparece com nota 5,337; Murilo Franco de Miranda, de Tangará da Serra, com 5,327; Fábio Alves Ribeiro, comandante da Rotam, com 5,32; e Oswaldo Marins Rabelo, de Alta Floresta, com 5,29.

Completam a relação Cleiton de Moura Viana, Breno Chaves Nogueira, Nagila de Moura Brandão, Fábio Mota de Souza, Victor Lúcio do Prado, Adonival Coelho de Souza Junior, Bruno Marcel Souza Tocantins, Gyancarlos Paglyneari Cabelho, Jussara Cristina Novacki e Marcelo Moraes de Souza.

Entre os quinze selecionados, destacam-se duas oficiais mulheres: as tenentes-coronéis Nagila de Moura Brandão, do 9º Batalhão, e Jussara Cristina Novacki, integrante da Diretoria de Defesa da Mulher.

O governador Otaviano Pivetta confirmou expressamente que, entre as cinco vagas disponíveis para a promoção, ao menos uma será destinada ao preenchimento por uma mulher.

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A decisão final caberá ao chefe do Executivo Estadual, que receberá uma lista tríplice indicativa para cada vaga e anunciará os novos coronéis no prazo estimado de cinco dias.

Após a oficialização do ato administrativo, os cinco oficiais escolhidos tomarão posse na mais alta patente, assumindo responsabilidades estratégicas na condução da segurança do Estado de Mato Grosso.

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