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QUATRO AÇÕES DE VACINAÇÃO

Kalil diz que aguarda pedido para retomar vacinação de jovens

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Quatro grandes ações de vacinação contra a COVID-19, três Corujões da Vacinação e o ‘Sextou Vacina VG’, serão desencadeadas desta quarta-feira dia 22 até segunda-feira dia 27 de setembro em Várzea Grande.

O objetivo é acessar ao máximo de pessoas e oportunizar à população horários e locais diferentes facilitando o acesso à imunização, reforçando ainda a vacinação de jovens de 12 a 17 anos com comborbidades e de 15 a 17 anos sem comorbidades e que estavam pré-agendados e já confirmados, antes da decisão do Ministério da Saúde de suspender a vacinação para jovens.

Serão quatro dias distintos com pontos fixos e de drive-thru com horários flexíveis e estendidos com o objetivo de facilitar ao máximo a vida das pessoas”, salienta o secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, assinalando que a ordem do prefeito Kalil Baracat é dar continuidade, volume e vacinar o máximo de pessoas.

Nesta quarta-feira, dia 22, a vacinação será no ponto fixo do Mini estádio no bairro Jardim dos Estados, no Corujão da Vacinação das 16h às 22h, podendo se vacinar primeira e segunda dose agendadas, a dose de reforço ou terceira dose, para idosos e os adolescentes com comorbidades de 12 a 17 anos e sem comorbidades de 15 a 17 anos.

Dia 23, quinta-feira será a vez da vacinação no drive-thru do Parque Berneck, das 16h às 22h, podem se vacinar aqueles agendados para primeira e segunda dose, a dose de reforço para idosos e também os adolescentes com comorbidades de 12 a 17 anos e sem comorbidade de 15 a 17 anos

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Dia 24, é dia do Sextou Vacina VG, ponto fixo no ginásio de esportes “Fiotão”. Serão 16 horas direto, das 8h à meia-noite, vacinando todos os públicos previstos no Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde e contemplando os diversos programas implementados em Várzea Grande como o Resgate Cidadão; Plantão da 2ª Dose, Corujão, Corujinha entre outros.

O ‘Sextou Vacina VG’ é o nosso destaque. Estamos na terceira edição dentro da campanha de vacinação contra a COVID-19, uma nova forma de oportunizar e abrir espaço para que durante o dia inteiro e até à meia noite, as pessoas possam ir vacinar e garantir a imunização que comprovadamente é eficaz. Os públicos contemplados pelos programas municipais de vacinação como o Plantão da 2ª dose; o Resgate Cidadão; Corujão, Corujinha, entre outros em que não há necessidade nem de ter cadastro, basta comprovar ter 18 anos e residir na cidade através do Cartão do SUS, além de ser uma oportunidade para os faltosos contemplam a todos os públicos. Estamos aqui de plantão recebendo de braços abertos a todos. Ainda iniciamos a vacina da população adolescente de 12 a 17 anos com comorbidades e a terceira dose dos idosos e a vacinação de jovens de 15 a 17 anos sem comorbidades, pontua Gonçalo de Barros.

Já na segunda-feira, dia 27, a vacinação será em sistema de drive-thru e fixo na Clínica do UNIVAG, das 16h às 22h. Também vacinando primeira e segunda dose agendadas, a dose de reforço para idosos e os adolescentes com comorbidades de 12 a 17 anos e sem comorbidades de 15 a 17 anos.

No ‘Sextou Vacina VG’ pessoas acima de 18 anos que não conseguiram fazer o cadastro no site, nós fazemos os cadastros, atualizamos o cartão do SUS e vacinamos. Para isso é necessário trazer documentos pessoais com foto, cartão do SUS e um comprovante de endereço, lembrou o secretário, frisando que a decisão de manter a vacinação para jovens de 15 a 17 anos sem comorbidades é uma decisão de respeito para com aqueles que se cadastraram e desejam vacinas.

Aguardamos a manifestação oficial do Ministério da Saúde para retomarmos a vacinação dos jovens de 12 a 14 anos, que é uma decisão sensata, ainda mais quando a maioria dos países já analisam vacinar crianças de 5 anos acima, disse Gonçalo Barros.

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Destaques

Parque Nacional do Juruena registrou um aumento de 660% da área desmatada pelo garimpo ilegal

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Localizado na região amazônica de Mato Grosso, o Parque Nacional do Juruena registrou um aumento de 660% da área desmatada pelo garimpo ilegal de ouro em oito meses. O dado consta em um estudo divulgado pela Amazon Conservation junto ao Instituto Centro de Vida (ICV) nesta quinta-feira (6).

Além do levantamento sobre a Unidade de Conservação (UC) nacional, na categoria de Parque Nacional, o estudo também analisou o desmatamento para exploração minerária no Parque Estadual Igarapés do Juruena, no qual constatou um crescimento de 408% da área afetada.

Ambos os parques da bacia do Rio Juruena compõem um mosaico essencial para a preservação da porção sul da Amazônia brasileira, principalmente quanto à preservação dos serviços ecossistêmicos e à proteção contra o avanço do desmatamento na região.

Contudo, o estudo mostra que a pressão exercida pela mineração tem colocado em xeque os benefícios socioambientais gerados pelos parques e o poder de controle do Estado sobre as UCs, o que mostra desafios para a efetividade dos mecanismos de proteção legal dessas áreas.

A análise considerou alertas de desmatamento por mineração disponibilizados pela iniciativa MAAP (Monitoring of the Andes Amazon Program), da Amazon Conservation, a partir da interpretação de imagens de altíssima resolução espacial. Além disso, o estudo cruzou as informações com plataformas de dados geoespaciais públicas, explica o coordenador do Núcleo de Inteligência Territorial do ICV, Vinícius Silgueiro.

Os alertas de desmatamento para garimpo são validados com base em imagens de satélite com elevadíssimo nível de detalhe e as áreas impactadas são mapeadas e têm suas extensões calculadas. Posteriormente, essas áreas são cruzadas com dados de autos de infração e embargos, emitidos pelo IBAMA, ICMBio e pela SEMA/MT, que permitem a identificação da ocorrência de ações de fiscalização e combate sobre esse garimpos ilegais“, disse Silgueiro.

Desmatamento para garimpo em alta

Os dados mostram que, no caso do Parque Nacional do Juruena, a exploração minerária tem se concentrado majoritariamente na porção sudoeste. De agosto de 2025 a abril de 2026, a área desmatada na UC pelo garimpo saltou de 10,5 hectares para 79,5 hectares.

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O crescimento de 660% em um período de oito meses evidencia uma ação intensa, rápida e com alto potencial de degradação do parque, sobretudo pelo uso de maquinários, abertura de acessos e formação de acampamentos.

O estudo apresentou um cenário semelhante para o Parque Estadual Igarapés do Juruena, onde a degradação se concentra na região centro-sul da UC. De junho de 2025 a março de 2026, foi registrado um aumento de 8,6 hectares para 43,7 hectares desmatados no parque pela atividade garimpeira.

Esse cenário impacta diretamente o meio ambiente, provocando desmatamento, assoreamento, aumento da carga de sedimentos e matéria orgânica nos cursos d’água e a potencial contaminação por mercúrio, o que compromete a biodiversidade e a segurança alimentar das comunidades locais.

Recorrência expõe fragilidades

O aumento da atividade ilegal de garimpo não ocorreu fora do radar do poder público. Dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mostram que 15 operações de combate à mineração foram realizadas no Parque Nacional do Juruena desde 2010.

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Já no Parque Estadual Igarapés do Juruena, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) registrou ações de fiscalização relacionadas ao combate a ilícitos ambientais em 2020, 2025 e 2026.

O monitoramento por satélite já é uma ferramenta essencial no combate ao garimpo ilegal. O próximo passo é conectar esses alertas a informações atualizadas sobre concessões minerárias e aos limites de áreas protegidas, fortalecendo a capacidade de resposta das autoridades e tornando as ações de fiscalização ainda mais eficientes“, afirma Matt Finer, diretor da iniciativa MAAP (Monitoring of the Andes Amazon Project) e pesquisador sênior da Amazon Conservation.

Leia o relatório*: https://www.maapprogram.org/pt-br/garimpo-ilegal-juruena-brasil/
(disponível em Português e Inglês)

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