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NO TOPO DO RANKING

Pesquisa da Veritá coloca Mendes com ótima avaliação da gestão entre governadores

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O Instituto de Pesquisas Veritá, de Minas Gerais, divulgou nesta segunda feira uma pesquisa de abrangência nacional com a comparação da atuação dos governos das 27 unidades federativas, as 26 capitais e mais de 300 municípios.

Após conquistar a reeleição com uma das maiores votações do Brasil, o governador mato-grossense, Mauro Mendes Ferreira, do União Brasil (UB), bateu novo recorde em sua carreira pública com uma votação expressiva na última eleição.

Com 80,3% de avaliação positiva da sua gestão, apontada na época pela Percent, o governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes superou os índices dos ex-governadores Frederico Campos, Júlio Campos, Carlos Bezerra, Jayme Campos, Dante de Oliveira, Blairo Maggi, Silval Barbosa e Pedro Taques.

Nenhum dos ex-gestores, acima citados, fechou o último ano de mandato com tamanho apoio popular. Quando excluídos, por exemplo, os índices de rejeição, o Governo de Mauro cravou 74% entre ótimo e bom, marca jamais atingida em Mato Grosso. Apenas 22,4% dos pesquisados recusaram a administração estadual.

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Um novo levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas Veritá, de Minas Gerais, coloca o governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (UB), no topo do ranking dos governadores do país com as maiores aprovações por parte da população.

A informação consta em uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Veritá, de Uberlândia (MG), divulgada nesta semana.

MAIORES DESAPROVAÇÕES

A pesquisa trouxe números das gestões com mais rejeição. Além de Raquel Lira (PSDB), de Pernambuco (60,8%), aparecem Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro (54,2%), e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte (53,5%).

Na pesquisa, o governador do Estado do Tocantins, Wanderlei Barbosa, é apontado como a gestão mais bem avaliada do país. Wanderlei Barbosa aparece com 87% de aprovação. Tocantins é seguido por Rondônia com 81,5%, Mato Grosso com 81,1% e Goiás, com 81%.

Conforme a pesquisa, realizada em todos os estados, 81,1% dos mato-grossenses aprovam a gestão de Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. Mauro só fica atrás dos governadores de Rondônia (81,5%) e Tocantins (87,7%).

Fico muito feliz com os números dessa pesquisa, e não por uma satisfação pessoal. Mas sim por saber que ela reflete a opinião da população, ou seja, as centenas de obras e ações que temos realizado, e a busca pela eficiência, estão surtindo efeito e melhorando a vida dos mato-grossenses. E é isso que realmente importa”, declarou Mauro.

A aprovação do governador Mauro Mendes ficou bem acima da média nacional de 68,5%, e também da média da região Centro Oeste, cujo percentual de aprovação é de 78,5%, sendo a região do país com a maior aprovação da população. A pesquisa avaliou os governos dos 27 estados, das 26 capitais e de mais de 300 municípios.

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Veja os dados da pesquisa

Abrangência: Brasil
Período: 07 a 28/07/2023
Amostra: 43.326 eleitores
Margem de erro: 2,0 pontos percentuais
Realização: INSTITUTO VERITA LTDA – EPP
Contratante: Iniciativa própria do Instituto

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Destaques

Parque Nacional do Juruena registrou um aumento de 660% da área desmatada pelo garimpo ilegal

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Localizado na região amazônica de Mato Grosso, o Parque Nacional do Juruena registrou um aumento de 660% da área desmatada pelo garimpo ilegal de ouro em oito meses. O dado consta em um estudo divulgado pela Amazon Conservation junto ao Instituto Centro de Vida (ICV) nesta quinta-feira (6).

Além do levantamento sobre a Unidade de Conservação (UC) nacional, na categoria de Parque Nacional, o estudo também analisou o desmatamento para exploração minerária no Parque Estadual Igarapés do Juruena, no qual constatou um crescimento de 408% da área afetada.

Ambos os parques da bacia do Rio Juruena compõem um mosaico essencial para a preservação da porção sul da Amazônia brasileira, principalmente quanto à preservação dos serviços ecossistêmicos e à proteção contra o avanço do desmatamento na região.

Contudo, o estudo mostra que a pressão exercida pela mineração tem colocado em xeque os benefícios socioambientais gerados pelos parques e o poder de controle do Estado sobre as UCs, o que mostra desafios para a efetividade dos mecanismos de proteção legal dessas áreas.

A análise considerou alertas de desmatamento por mineração disponibilizados pela iniciativa MAAP (Monitoring of the Andes Amazon Program), da Amazon Conservation, a partir da interpretação de imagens de altíssima resolução espacial. Além disso, o estudo cruzou as informações com plataformas de dados geoespaciais públicas, explica o coordenador do Núcleo de Inteligência Territorial do ICV, Vinícius Silgueiro.

Os alertas de desmatamento para garimpo são validados com base em imagens de satélite com elevadíssimo nível de detalhe e as áreas impactadas são mapeadas e têm suas extensões calculadas. Posteriormente, essas áreas são cruzadas com dados de autos de infração e embargos, emitidos pelo IBAMA, ICMBio e pela SEMA/MT, que permitem a identificação da ocorrência de ações de fiscalização e combate sobre esse garimpos ilegais“, disse Silgueiro.

Desmatamento para garimpo em alta

Os dados mostram que, no caso do Parque Nacional do Juruena, a exploração minerária tem se concentrado majoritariamente na porção sudoeste. De agosto de 2025 a abril de 2026, a área desmatada na UC pelo garimpo saltou de 10,5 hectares para 79,5 hectares.

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O crescimento de 660% em um período de oito meses evidencia uma ação intensa, rápida e com alto potencial de degradação do parque, sobretudo pelo uso de maquinários, abertura de acessos e formação de acampamentos.

O estudo apresentou um cenário semelhante para o Parque Estadual Igarapés do Juruena, onde a degradação se concentra na região centro-sul da UC. De junho de 2025 a março de 2026, foi registrado um aumento de 8,6 hectares para 43,7 hectares desmatados no parque pela atividade garimpeira.

Esse cenário impacta diretamente o meio ambiente, provocando desmatamento, assoreamento, aumento da carga de sedimentos e matéria orgânica nos cursos d’água e a potencial contaminação por mercúrio, o que compromete a biodiversidade e a segurança alimentar das comunidades locais.

Recorrência expõe fragilidades

O aumento da atividade ilegal de garimpo não ocorreu fora do radar do poder público. Dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) mostram que 15 operações de combate à mineração foram realizadas no Parque Nacional do Juruena desde 2010.

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Já no Parque Estadual Igarapés do Juruena, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) registrou ações de fiscalização relacionadas ao combate a ilícitos ambientais em 2020, 2025 e 2026.

O monitoramento por satélite já é uma ferramenta essencial no combate ao garimpo ilegal. O próximo passo é conectar esses alertas a informações atualizadas sobre concessões minerárias e aos limites de áreas protegidas, fortalecendo a capacidade de resposta das autoridades e tornando as ações de fiscalização ainda mais eficientes“, afirma Matt Finer, diretor da iniciativa MAAP (Monitoring of the Andes Amazon Project) e pesquisador sênior da Amazon Conservation.

Leia o relatório*: https://www.maapprogram.org/pt-br/garimpo-ilegal-juruena-brasil/
(disponível em Português e Inglês)

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