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Fusão poderá tirar grandes nomes do PTB e DEM

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Está muito próximo de se concretizar a fusão entre o Partido do Democrata (DEM) pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), só que caso venha acontecer á fusão entre os dois partidos, muitos lideres partidários tanto do PTB como a dos Democratas estarão fora do partido. A fusão entre DEM e PTB tem dois obstáculos, resistência de diretórios regionais e a indefinição sobre quem vai comandar o novo partido no futuro. Até a reforma política ser votada na Câmara, novos passos não devem ser dados no assunto.

chico e Juliocampos-280Caso venha acontecer a fusão o novo partido será considerado o quinto maior do país, com uma grande força no legislativo, tanto na Câmara Federal como no Senado da República

Um dos grandes lideres do PTB Fernando Collor de Mello, já avisou que está fora dos planos do partido que será criada a partir da fusão entre PTB e DEM. A ideia é entregar o comando da nova sigla em Alagoas para os democratas e, com isso, influenciá-lo sutilmente a seguir outro rumo. O novo partido será de oposição ao governo Dilma Rousseff.

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Em Mato Grosso, os lideres partidários já começaram a afinar suas conversações sobre o novo partido.

Para o presidente do PTB estadual Chico Galindo, o acredita que ate o final do ano os Democratas estarão unidos em um só grupo politico na fusão do PTB e o DEM, e vem conversando com os irmãos campos.

Hoje com uma força de 25 deputados federais 3 senadores, o PTB poderá aumentar seu grupo para 47 deputados federais e 8 senadores em Brasília. E segundo o presidente do PTB estadual, estarão também sendo reforçados com os vice-prefeitos, prefeitos, vereadores e também os deputados estaduais.

Já pelo lado dos Democratas, o presidente Estadual do partido Júlio Campos, vê com bastante otimismo a união das duas siglas partidárias, só que a opinião da maioria dos Democratas, o PTB teria que sair da base do governo Dilma Rousseff (PT), para que a união possa concretizar.

Júlio Campos, afirmou que hoje o partido conta com 120 diretórios municipais em Mato Grosso  e mais de  50 mil filiados, além de 12 prefeitos e mais de 80 vereadores.

E segundo Júlio Campos, o DEM hoje esta pronto pra qualquer eleição com os seus filiados e apoiadores no interior do estado, e qualquer partido gostaria de ter o DEM de seu lado para reforçar na eleição tanto Municipal quanto a Estadual.

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Veja algumas opiniões: 

Carlos Roberto Osorio, ex-Rio 2016 e atualmente secretário de Transportes de Luiz Fernando Pezão, é o novo sonho de consumo do partido que se formará da fusão entre PTB e DEM.

Fernando Collor está fora dos planos do partido que será criado a partir da fusão entre PTB e DEM. A ideia é entregar o comando da nova sigla em Alagoas para os democratas e, com isso, influenciá-lo sutilmente a seguir outro rumo. O novo partido será de oposição ao governo Dilma Rousseff.

Jovair Arantes usou uma imagem curiosa para explicar como vê a mistura:
– Seria como juntar Getúlio Vargas com Carlos Lacerda.

A comparação seria perfeita, caso o PTB ou o DEM tivessem um Getúlio ou um Lacerda.

Armando Monteiro negocia sua saída do PTB e o ingresso no futuro PL de Gilberto Kassab.

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Cidades assumem encargos da União e dos Estados diante da “asfixia fiscal” do Pacto Federativo

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O crescimento de 66% nos gastos dos municípios brasileiros com segurança pública, na última década, consolidou uma transformação estrutural no financiamento da ordem urbana. A elevação orçamentária transferiu às administrações locais encargos financeiros tradicionalmente atribuídos às esferas federal e estadual, subvertendo a lógica de investimentos públicos no país.

Impacto nas Finanças Públicas: É associado à estagnação econômica, visto que altos encargos impedem o crescimento salarial real e sobrecarregam a classe média. Em esferas municipais, a falta de repasses justos de impostos (como o ICMS) também é tratada como uma forma de estrangulamento financeiro das gestões locais.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM), sob a liderança de Paulo Ziulkoski, mapeou essa mutação fiscal por meio de um robusto estudo técnico. O diagnóstico aponta que os prefeitos e as guardas municipais converteram-se nos principais executores de uma política de contenção da violência que deveria contar com amparo dos governos estaduais e federais.

O levantamento abrange o interregno entre os anos de 2016 e 2025, período no qual o dispêndio das prefeituras saltou de R$ 7,5 bilhões para R$ 12,4 bilhões anuais. Essa evolução cronológica, que adicionou R$ 5 bilhões à fatia municipal, coincide com o agravamento das crises macroeconômicas brasileiras e com a necessidade de respostas imediatas nas cidades.

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Este panorama nacional, que afeta a capilaridade de todo o território brasileiro, ganhará os holofotes do debate político institucional em Brasília durante a XXVII Marcha em Defesa dos Municípios. O evento congregará governantes locais e pré-candidatos à Presidência da República para discutir as graves assimetrias no direcionamento das verbas federais.

A materialização desse fenômeno ocorreu por meio do fortalecimento das guardas municipais, do investimento em videomonitoramento e da atuação em desastres ambientais. Dados do IBGE indicam que 1.322 municipalidades instituíram corporações próprias, registrando uma expansão de 33% na estrutura operacional, impulsionada pela necessidade de proteção ao cidadão.

As razões dessa escalada residem no enfraquecimento crônico da efetividade das diretrizes de segurança da União e dos Estados, vácuo preenchido compulsoriamente pelos prefeitos. Por estarem em contato direto com as demandas do tecido social, os governos locais absorvem pressões comunitárias e assumem papéis que extrapolam suas competências constitucionais.

A intensidade financeira da distorção revela que a alta orçamentária das prefeituras superou em quatro vezes e meia o avanço da União (12%) e triplicou o índice dos Estados (25%). Do montante de R$ 170 bilhões aplicados no setor em 2025, os municípios arcaram com R$ 12,4 bilhões, enquanto a União executou R$ 14,7 bilhões e os Estados, R$ 143,3 bilhões.

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Os recursos injetados visam garantir a preservação do patrimônio e salvaguardar a integridade civil por meio de frentes específicas de atuação preventiva. O policiamento comunitário liderou os aportes com um acréscimo de R$ 2,4 bilhões, ao passo que as ações de defesa civil receberam incremento de R$ 400 milhões para mitigar o impacto de catástrofes climáticas.

A consequência imediata dessa reconfiguração manifesta-se na severa sobrecarga das finanças locais e no desequilíbrio fiscal do pacto federativo, exaurindo receitas preciosas. O esgotamento do caixa compromete a capacidade de investimento próprio das prefeituras em áreas sociais essenciais, uma vez que os municípios financiam estruturas sem a devida contrapartida.

Para o futuro imediato, o cenário gera alerta institucional face à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, medida que oficializa as polícias municipais. A matéria causa profunda apreensão por não estipular fontes permanentes de financiamento para as prefeituras, o que exige articulação parlamentar urgente para evitar o colapso fiscal.

Relatório do Estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Clique aqui.

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