"CRISE" NO DEM OU RACHA NO DEM

Filhos do 25 não querem perder o legado histórico da sigla

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Os grupos que pregam a renovação na vida pública comemoraram os resultados das Eleições de 2018, mas agora começam a se deparar com os diversos problemas dentro da política na vida real.

Há uma narrativa de que a “crise”, se não derrubar o Governo, ao menos significará um entrave significativo para o avanço de sua agenda.

É caros amigos internautas do Blog do Valdemir, o clima nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso não anda nada bom para algumas lideranças do nosso Estado. Todos estão na expectativa da reunião entre os caciques: Mauro Mendes Ferreira, Jayme Veríssimo de Campos, José Eduardo Botelho, Mauro Carvalho Junior, Júlio José de Campos e o Diretório Estadual do Partido Democrata (DEM).

Na pauta diz que: para definir a posição do partido em relação ao pleito Eleitoral de 2020.

Muitos pensam que a preocupação dos Democratas, será para escolher um nome da sigla para disputar a cadeira Numero 1 tão desejada por muitos, contra o amigo da família Campos a Prefeitura de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro.

Então tá bom! Está difícil, sabemos a dificuldade dos internautas acompanhar o assunto, que tem tomado o centro da atenção no debate político mato-grossense nas últimas semanas: a crise do DEM.

Partido no qual o governador Mauro Mendes foi eleito e que ainda está filiado. Mas tenha paciência, o partido dos Democratas será ainda tema de várias matérias que estão por vir, artigos para comentar as várias declarações e fatos impactantes, envolvendo os considerados “caciques”, passando por deputados e militantes partidários da sigla.

A “crise” dos Democratas poderia receber diversas adjetivações, menos a de surpreendente. O que chama atenção é o fato de haver, bem difundida entre várias pessoas e setores, algumas surpresas nos embates que tem visto e amplamente noticiadas.

Talvez a surpresa seja decorrente de uma percepção particular sobre os Campos.

Diante disso, cabem aqui algumas reflexões sobre a crise em si, do partido, do atual Governo do Estado, e outros.

É possível esboçar duas razões complementares para se pensar a crise do DEM: apoio a Emanuel Pinheiro ou a para que Mauro Mendes saia do partido… Nossa… Já…

Algumas prerrogativas deixam claro que existe um interesse no racha. E será imenso, mesmo porque o partido até 2018 ficou como “coadjuvante” de outras siglas partidárias. Hoje no centro da disputa para as Eleições de 2020, deve-se perguntar: como é até quando poderão seguir o fluxo da onda conservadora que levou o DEM ao Palácio Paiaguas?

É possível que algumas lideranças vislumbrem na atual “crise” um momento de se desvincular de um iminente desastre. Também é possível que outros prefiram permanecer e se aferrar do partido, apostando vislumbrar novos horizontes nas Eleições de 2022.

Com certeza existe incontável, tons de cinza entre uma posição e outra que somente um exame mais minucioso dos embates que vem acontecendo poderá responder de maneira mais incisiva.

PS: uma conclusão que se pode tomar é que o DEM é um campo de disputa de diversos agentes políticos, sendo o Palácio Paiaguas, parte dele.

Uma dica: há uma maneira de ver o grupo de Jayme e Júlio, como segue a política. Se quiser saber, domingo ficarás sabendo aqui no Blog do Valdemir.

Nota da redação

Nós não estamos rachados, é isso que as lideranças dos Democratas soltam aos quatro cantos do Estado.

Então o Blog do Valdemir pergunta: não é racha, três lideranças políticas apoiarem candidaturas diferentes no pleito eleitoral?

Tá bom…, querem enganar, engane pra lá, porque aqui, não vão enganar os nossos internautas e, vou escrever…

Para se ter uma ideia, os “caciques” políticos da oposição, comemora o racha dos Democratas, já que representa um movimento que pode-se beneficiar uma candidatura da oposição ao Paiaguas em 2022.

Quer mais? O grupo ligado ao Senador pelo Democrata, Jayme Campos não irá referendar o nome para a disputa da Prefeitura de Cuiabá e muito menos o que o Diretório Estadual da sigla indicar para o Senado da Republica neste mês de novembro, dia da Eleição de 2020 para Prefeito, Senador e Vereador.

O racha já está nítido. O clima de rompimento é tão grande na sigla. As possibilidades estão todas abertas, seja a migração ou até permanecer um partido rachado.

Finalizando: eu não posso afirmar se o deputado Eduardo Botelho será candidato. Eu ainda não vi nenhuma movimentação“, o cacique e senador Jayme Campos, disse para muitos, mas poucos entenderam.

Fábio Garcia é a carta de Mendes. Só que está carta nem está sabendo o que vem ocorrendo no bairro Dom Bosco, ou melhor nem sabe aonde fica este bairro.

Eduardo Botelho, neste momento é melhor tê-lo na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) do que na disputa eleitoral. Concorda Mauro Mendes?

Resta Marcelo Bussiki que é opositor a Pinheiro (o pivo da intriga no DEM). O edil cuiabano carregaria como apoio, os vereadores que são contra a administração Municipal de Cuiabá.

Não estão rachado não, veja só: Jayme Campos apoia Nilson Leitão, Eduardo Botelho apoia Otaviano Pivetta e Mauro Mendes apoia Carlos Favaro. Se isso não for racha então é o que?

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Vacina polêmica manterá testes em brasileiros

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A vacina de Oxford contra “Covid-19“, produzida pela AstraZeneca, irá retomar os testes em voluntários, mesmo após ter sido registrada uma ocorrência de reação adversa que levou à paralisia de um voluntário. A mielite transversa é uma reação que, segundo médicos, pode tornar uma pessoa tetraplégica. Mesmo assim, a polêmica vacina manterá testes em brasileiros.

Os jornais não têm informado devidamente os riscos da mielite transversa, reação registrada em um voluntário da vacina de Oxford contra “Covid-19” que causou a interrupção nos testes. No entanto, segundo informaram os jornais, os testes serão retomados mesmo com riscos de causar paralisia total em voluntários.

O clima de suspeita em relação às vacinas contra Covid-19 vem sendo motivado pela produção apressada da vacina, além da defesa acalorada de grandes entidades ligadas à indústria farmacêutica, que iniciaram uma campanha contra medicamentos para o tratamento precoce da doença, como a hidroxicloroquina.

A vacina de Oxford já foi motivo de críticas por ser uma das poucas vacinas internacionais que utilizam as linhas celulares fetais, obtidas a partir de abortos. Agora, as reações adversas registradas na vacina engrossaram as suspeitas e rejeição de brasileiros às campanhas de vacinação.

A doença é altamente perigosa e pode deixar sequelas permanentes, como tetraplegia. Segundo matéria do New Yotk Times, aproximadamente 33% dos pacientes da doença se recuperam com pouco ou nenhum déficit necessitando de fisioterapia, após três meses. Outros 33% têm um grau moderado de incapacidade permanente e 33% ficarão permanentemente incapacitados.

A Mielite transversa é uma manifestação neurológica que afeta os nervos periféricos da coluna, explica a imunologista e coordenadora do Departamento Científico de Imunização da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), Ana Karolina Barreto Marinho.

Segundo a especialista, a inflamação ocorre em virtude de uma resposta imunológica excessiva do indivíduo em relação a uma inflamação ou vacina.

Corrida por vacina fez governo cometer erros

A corrida por assinar contratos com empresas produtoras de vacinas contra Covid-19, para acalmar a intensa pressão das notícias negativas que assolavam os jornais contra o governo, podem estar entre as razões de alguns equívocos. O primeiro deles foi a assinatura de uma lei que permite vacinação obrigatória durante situações de emergência decretadas, estabelecendo relativização da Constituição, que veda tratamento ou cirurgia compulsória a cidadãos. O segundo erro foi não dar ouvidos a alertas sobre questões éticas envolvendo vacinas no mundo, como o uso de linhas celulares fetais, o que os EUA, por exemplo, constitui intenso debate ético, conforme artigo da revista Science.

Já o terceiro erro pode ter sido o de assinar o contrato com a AstraZeneca livrando-a de qualquer responsabilidade, uma cláusula resultado de lobby da poderosa indústria farmacêutica. – (Cristian Derosa/estudosnacionais.com)

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