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Eduardo Botelho vai disputar presidência da Assembleia

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Em entrevista ao programa Conexão e Poder do canal 22 da TV Pantanal, o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), confirmou que tem pretensões de disputar a presidência da Assembleia Legislativa na próxima eleição da Mesa Diretora para o biênio 2017-2018.

eduardo botelho 300O vice-presidente disse que ainda é uma pequena pretenção mais que ainda esta sendo analisado por ele e seu grupo politico, e o processo segundo ele ainda esta longe só vai acontecer em setembro de 2016, mas que muita coisa ainda pode mudar, e que hoje em dia a politica é muito dinâmica. Disse o Parlamentar.

Eu sou candidato a presidência da Assembleia, já coloquei meu nome na eleição passada e acabei abrindo mão por causa de um projeto que foi apresentado na época com o grupo liderado pelo deputado Guilherme Maluf (PSDB) e com apoio do governador Pedro Taques (PSDB), e agora vou colocar meu nome novamente, não esta nada decidido, não foi fechado com ninguém no momento, nada foi acordado com os companheiros de parlamento, nada ainda foi conversado, só tenho pretensões de ser candidato no momento”, afirmou.

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O deputado estadual disse ainda que precisa fazer duas coisas, a primeira segundo ele é consolidar o seu nome como administrador, quer também participar da reforma administrativa da Casa de Leis, e também quer fazer o papel como um bom legislador.

O vice-presidente ficou com a responsabilidade de acompanhar as tratativas em torno de toda a parte administrativa e funcional do da Assembleia e, por isso, ele tem conseguido se destacar nos encaminhamentos deliberados pela Mesa Diretora.

A próxima meta agora, após já “enxugado” a máquina do Legislativo e também ter devolvido R$ 20 milhões ao governo, será concretizar uma nova devolução financeira ao Executivo, a fim de contribuir com o Estado, investindo em áreas sociais. A primeira devolução foi carimbada e deverá resultar na compra de cerca de 150 ambulâncias a serem distribuídas aos 141 municípios de Mato Grosso.

Segundo Botelho, ele tem também outras pretensões caso não venha conseguir consolidar seu nome a presidência da Assembleia, ele disse que aspira outros horizontes, uma delas seria a vaga de conselheiro para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ou quem sabe também colocar seu nome para aprovação popular como uma possível disputa ao Senado Federal em 2018.

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Eu estou trabalhado dessa forma, estando presente nas discussões, trabalhando projetos. Primeiro a gente tem que mostrar serviço. Estou fazendo o máximo para que os deputados tenham essa confiança em mim, que eu tenho capacidade para administrar e gerir aquela Casa, e depois buscar os apoios necessários”, completou. – (Com Conexão Poder)

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Seca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande

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A mudança desordenada do ambiente e o uso indiscriminado de venenos podem favorecer a proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras. Quando o ambiente natural é alterado, esses animais perdem seus abrigos e passam a buscar refúgio em áreas urbanas, residências e quintais. O uso de venenos sem orientação técnica elimina predadores naturais e presas, como insetos, desequilibrando o ecossistema.

Esse desequilíbrio faz com que os animais peçonhentos se espalhem com mais facilidade e apareçam com maior frequência. A melhor forma de prevenção é o controle ambiental: limpeza, eliminação de entulhos, manejo correto do lixo e orientação adequada da população.

As condições climáticas adversas observadas no município de Várzea Grande, caracterizadas pelo período de estiagem severa e pelo aumento dos focos de queimadas, estão forçando espécies peçonhentas, como escorpiões, aranhas, serpentes, abelhas e lacraias, a migrarem de seus habitats naturais rumo a perímetros urbanizados em busca de abrigo, água e alimento.

Os moradores de todas as regiões da cidade, com especial atenção aos residentes de bairros periféricos e de áreas próximas a terrenos baldios ou com acúmulo de entulhos, encontram-se expostos a essa aproximação sinantrópica, que exige maior rigor nas medidas preventivas cotidianas dentro e fora das habitações.

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O fenômeno atinge sua cúpula epidemiológica no período de estiagem de 2026, com dados coletados entre janeiro e agosto demonstrando a ocorrência sistemática de acidentes, sob a liderança dos escorpiões, que computaram 60 notificações no município durante os primeiros oito meses deste exercício.

A migração massiva fundamenta-se na destruição e degradação dos ecossistemas nativos pelo fogo, somadas às temperaturas extremas, dinâmica que compele os espécimes a buscarem ambientes sombreados, úmidos e com oferta abundante de presas, como as baratas urbanas.

Para conter a proliferação e o ingresso desses animais, o Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG) recomenda a aplicação rigorosa da “técnica dos quatro As” (eliminação de abrigo, acesso, alimento e água), aliada à vedação de ralos, eliminação de entulhos e manutenção de quintais limpos.

Embora os registros ocorram em todo o território municipal, a Região 1 desponta como o epicentro das notificações, englobando localidades densamente povoadas como Grande Cristo Rei, Parque do Lago, Uniparque, Santa Clara, Aurília Curvo, Manga e trechos do Ponte Nova.

Diante do surgimento recorrente de espécimes, o CCZ-VG disponibiliza vistorias técnicas e orientações preventivas por meio do canal oficial de atendimento via WhatsApp, no número (65) 98476-5719, desaconselhando terminantemente o uso indiscriminado de pesticidas químicos.

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Em eventuais casos de picadas ou ferimentos, o munícipe deve dirigir-se imediatamente ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, Unidade de Saúde dotada de estrutura técnica e insumos específicos, incluindo soros antiveneno para avaliação médica criteriosa.

A preocupação das autoridades de saúde justifica-se pela elevada vulnerabilidade de crianças e idosos, grupos nos quais a toxicidade dos venenos pode acarretar complicações clínicas graves, independentemente do porte ou da coloração do animal envolvido na ocorrência.

Atuam na linha de frente desse trabalho de conscientização e monitoramento os biólogos e técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), a exemplo da especialista Thayse Oliveira, que mapeiam a presença de espécies de relevância médica nacional, como o Tityus serrulatus e o Tityus bahiensis, para orientar a população local.

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