Search
Close this search box.

Destaques

A oposição erra em discutir nomes e não projetos para a eleição em 2018; Pedro Taques diz que “cavalo da oposição é pangaré”

Publicados

em

Começou a caça ao tucano, mais precisamente o governador Pedro Taques (PSDB), na tentativa de inviabilizar o projeto de reeleição em 2018. A oposição iniciou no mês de fevereiro, as conversações para somar e começaram a traçar estratégias para a formação de chapa e com um só discurso: ataques a gestão do atual chefe do Executivo.

Porém a oposição está se precipitando ou será que somente atacar Taques, é tudo o que resta à oposição se quiser chegar em 2018? Na ânsia de atingir o governador e tentar miná-lo em 2018, corre-se o risco de fortalecê-lo ainda mais. Não pode se esquecer que a credibilidade é essencial na política para o êxito eleitoral, já que a disputa para o Governo passa por aspectos que tocam o inconsciente coletivo da população.

Se esta premissa não for atendida podem se preparar para a derrota. Ninguém vai querer trocar o certo pelo duvidoso. Mesmo que o atual Governo tucano não agrade em alguns setores e esteja naturalmente desgastado.

É justamente por isso que a oposição em Mato Grosso, começou novamente de maneira equivocada as suas articulações visando as Eleições de 2018. Se preocupam em apontar erros na atual gestão, debater nomes de candidatos e desfecham uma batalha insana num jogo de personalidades e interesses pessoais que não são saudáveis ao processo de transformação social.

Deveriam estar debatendo um projeto global para o Estado que passa não só pela escolha de um candidato ao Governo, mas por toda uma base política de sustentação com senadores, deputados federais e estaduais qualificados. Mais ainda: elaborar projetos para a saúde, educação e segurança. Como construir uma casa sem um alicerce bem struturado? E o alicerce é justamente um projeto de gestão e transformação social que traga uma mensagem de confiança e credibilidade aos eleitores. Sem isso, estão debatendo como construir casas nas areias dos nossos rios amazônicos que na primeira cheia serão arrastadas pelas correntezas.

Candidaturas na majoritária e proporcional é tudo interligado

As candidaturas ao Senado não devem atender simplesmente ambições pessoais. Mas fazerem parte desse projeto político para governar o Estado a partir de 2019. E os debates internos devem contemplar as necessidades prementes da população. É preciso um plano de voo para não se pegar um avião sem combustível e um piloto desqualificado.

Leia Também:  “Não podemos deixar uma tradição que vem passando por gerações de pessoas deixe de existir"

O mesmo vale para as candidaturas a deputado federal. Para Mato Grosso um representante na Câmara Federal tem quase a mesma importância de um senador ou prefeito. São esses os parlamentares que viabilizam recursos complementares para o bom andamento do Estado e das prefeituras. Afinal são apenas oito vagas na Câmara.

O outro lado da moeda

Por sua vez, se os tucanos quiserem continuar governando Mato Grosso, terá que rever suas posturas. Sobretudo, a arrogância e o desprezo em relação as outras forças políticas da oposição. O Blog do Valdemir não quer dizer que devam dar ordens a serem seguidas sem questionamentos. Muito menos que devem dar ordens. Mas a experiência de políticos deve ser ouvida e levada em consideração e não desprezadas.

Chumbo trocado não dói

Neste sabado (11) na cidade de São José dos Quatros Marcos, na edição da Caravana da Transformação, o governador Pedro Taques (PSDB) alfinetou os partidos da oposição que vem atacando a sua administração, na tentativa de inviabilizar o projeto de reeleição em 2018, "aqueles que apostavam na derrota do Governo já caíram do cavalo. E o cavalo é pangaré”, declarou.

Taques, cada dia que se passa fica mais afiado e cutucou a oposição, mencionando os escândalos de corrupção envolvendo os partidos, "alguns mamavam e pensavam que Mato Grosso era uma vaca leiteira. Agora querem voltar a mamar, mas o povo mato-grossense não vai permitir”, disparou.

Bate e foca as suas realizações

O governador Pedro Taques, sempre cita as realizações da sua gestão para contrapor e compará-las com os resultados do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), "os números são arrasadores”. Taques destaca que já fez 1,4 mil km de estradas em dois anos, enquanto a administração anterior pavimentou 890 km em cinco anos.

Na saúde, lembra que já instalou 240 UTIs no Estado em dois anos de gestão e pontua que foram instaladas somente 57 UTIs nos cinco anos em que Silval esteve à frente do Palácio Paiaguás.

Leia Também:  A "dança das cadeiras" começa a mudar o cenário dos partidos em Mato Grosso

Na segurança pública, Taques alega que chamou 3,5 mil entre policiais militares, civis, bombeiros e profissionais da Politec. Como parâmetro para comparação, utiliza o efetivo do Corpo de Bombeiros, alegando que o antecessor chamou apenas 75 em cinco anos enquanto a gestão atual já nomeou 450 em dois anos.

O que mudou neste embate entre situação e oposição

Moral da história: a movimentação dos partidos de oposição, antecipando a discussão sobre o pleito de 2018, serviu ao menos para chacoalhar a base aliada do governador, pouco afeita às reuniões partidárias e palpites políticos. E, na rearticulação da base aliada, o vice-governador Carlos Fávaro, presidente regional do PSD, e o deputado federal Fábio Garcia, presidente do PSB, tiveram participação decisiva na reformatação que atraiu 13 partidos. E já no mê de abril, as reuniões dos partidos aliados passam  a ocorrer mensalmente.

Carlos Fávaro, Fábio Garcia e o presidente regional do PSDB, deputado federal Nilson Leitão, assumiram a responsabilidade de não permitir que os presidentes do PMDB, Carlos Bezerra, e do PR, Wellington Fagundes, continuassem a ‘nadar de braçada’, no processo pré-eleitoral.  “Sem dúvida, estamos buscando fazer o melhor na governança de Mato Grosso. Então, eleições e candidaturas serão discutidas em 2018”, disse Fávaro.

Cometendo mesmo erro da oposição: discutindo candidaturas e não projetos

Na mesma direção dos partidos da oposição, os governistas vem discutindo que será os candidatos e uma batalha por espaço na chapa majoritária, promete fortes emoções para a eleição de 2018, (até parece que está tudo a mil maravilhas), estão na articulação, em busca de espaço, PSDB, PSB, DEM e PSD, além do PP do ministro da Agricultura, senador Blairo Maggi.

A disputa é escolher um nome para ser vice-governador e quem será o ungido para ser o candidato ao Senado, já que Pedro Taques, pelas últimas movimentações vai disputar a reeleição. Para o Senado, a briga está mais acirrada. Caso Maggi saia à reeleição na chapa de Taques, sobrará somente uma vaga para quatro: PSDB, DEM, PSD e PSB.

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Destaques

Polícia Militar define finalistas para o topo da carreira institucional

Publicados

em

A disputa por uma vaga de coronel é o ponto culminante da carreira dos oficiais militares e das forças de segurança públicas (como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros). O posto de coronel representa o último degrau e o topo da hierarquia dessas instituições, o que torna essa concorrência extremamente acirrada e de importância estratégica.

O coronel deixa as funções operacionais de campo para assumir o planejamento estratégico, comandando batalhões inteiros, diretorias ou grandes comandos regionais. Os coronéis interagem diretamente com o alto escalão do governo estadual ou federal (como Secretários de Segurança e Governadores), participando da formulação de políticas públicas de segurança. É desse grupo restrito que sai o Comandante-Geral da instituição, o cargo máximo de liderança.

Diferente das promoções iniciais, que consideram bastante o tempo de serviço (antiguidade), a vaga para coronel costuma basear-se fortemente no critério de merecimento. Isso envolve avaliações de desempenho rigorosas, histórico limpo e cursos de aperfeiçoamento. O número de vagas para coronel é altamente limitado por Lei. Conforme a pirâmide militar se estreita, centenas de tenentes-coronéis competem por pouquíssimas cadeiras vazias.

Cinco vagas para o posto de coronel

A Comissão de Promoção de Oficiais (CPO) da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT) definiu, no cenário institucional do estado, a lista dos quinze tenentes-coronéis que disputam as cinco vagas para o posto de coronel.

Leia Também:  "Complexo Penitenciário de VG tem melhores condições para atender transferidos do antigo CRC"

O ato administrativo ocorreu no âmbito das avaliações internas da corporação e busca preencher as vagas do posto mais elevado da hierarquia policial militar mato-grossense.

A deliberação oficial abrange todo o Estado de Mato Grosso, reunindo oficiais com atuação estratégica tanto na capital, Cuiabá, quanto em importantes municípios do interior.

As promoções respondem à necessidade contínua de renovação do alto comando militar, garantindo a continuidade do planejamento e da execução das diretrizes de segurança pública.

O processo seletivo foi conduzido de forma criteriosa pela própria comissão especializada da corporação, mediante a análise minuciosa de méritos, histórico funcional e pontuações acumuladas.

A relação reúne oficiais que atuam em unidades da Capital e do interior do Estado. As notas atribuídas pela comissão variam de 5,34 a 4,87.

A maior nota da lista é do tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, comandante regional de Cáceres, com 5,34. Na sequência aparecem, tenente-coronel Paulo Jailson Secchi de Ávila, que atua em Nova Mutum aparece com nota 5,337; Murilo Franco de Miranda, de Tangará da Serra, com 5,327; Fábio Alves Ribeiro, comandante da Rotam, com 5,32; e Oswaldo Marins Rabelo, de Alta Floresta, com 5,29.

Completam a relação Cleiton de Moura Viana, Breno Chaves Nogueira, Nagila de Moura Brandão, Fábio Mota de Souza, Victor Lúcio do Prado, Adonival Coelho de Souza Junior, Bruno Marcel Souza Tocantins, Gyancarlos Paglyneari Cabelho, Jussara Cristina Novacki e Marcelo Moraes de Souza.

Entre os quinze selecionados, destacam-se duas oficiais mulheres: as tenentes-coronéis Nagila de Moura Brandão, do 9º Batalhão, e Jussara Cristina Novacki, integrante da Diretoria de Defesa da Mulher.

O governador Otaviano Pivetta confirmou expressamente que, entre as cinco vagas disponíveis para a promoção, ao menos uma será destinada ao preenchimento por uma mulher.

Leia Também:  Fusão poderá tirar grandes nomes do PTB e DEM

A decisão final caberá ao chefe do Executivo Estadual, que receberá uma lista tríplice indicativa para cada vaga e anunciará os novos coronéis no prazo estimado de cinco dias.

Após a oficialização do ato administrativo, os cinco oficiais escolhidos tomarão posse na mais alta patente, assumindo responsabilidades estratégicas na condução da segurança do Estado de Mato Grosso.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA