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Política

Vereadores eleitos em Várzea Grande podem ser cassados pelo MPE

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A Promotoria do Ministério Público Eleitoral (MPE) da Zona da Justiça Eleitoral ajuizou uma ação de impugnação de mandato eletivo com o objetivo de cassar o diploma de quatro vereadores eleitos pelo município de Várzea Grande.

Segundo a Justiça Eleitoral, todos os quatro vereadores são acusados de contrair ilegalmente dinheiro para subsidiar despesas da campanha eleitoral no município de 2016.

As denúncias foram formuladas pelo promotor Luciano de Oliveira contra os vereadores: do Partido Trabalhista do Brasil (PT do B), Gidenor Anselmo de Menezes, conhecido popularmente no município de Várzea Grande como Gordo do Goiano, eleito com 2.733 votos, a vereadora do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Gisela Aparecida de Barros, conhecida como Gisa Barros, eleita com 3.306 votos, os vereadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Miguel Angel Claros Paz, o Dr. Miguel, eleito com 1.398 votos, e Ademar Jajah eleito com 2.436 votos.

Todas as ações são baseadas na reprovação das contas de campanha pela Justiça Eleitoral que identificou irregularidades graves.

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Também foram denunciados pelo Ministério Público Eleitoral por suspeita de fraudes nas contas de campanha os suplentes de vereador Miguel Baracat (PSC), o suplente de vereador Alecsand Moreira da Silva, popular Alessandro do Correio (PSB), e também suplente de vereador Jadir Pereira (PTB).

Embora tenham sido condenados em primeiro grau por irregularidades nas contas de campanha, todos já recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) requerendo a reforma da decisão. Os recursos ainda não foram apreciados.

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Política

Pesquisa interna ditará rumo ao Palácio Paiaguás

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As movimentações internas no cenário político mato-grossense ganharam um novo componente estratégico com a decisão do Senador Jayme Campos (UB) de avaliar cientificamente o cenário eleitoral. O parlamentar busca mensurar a viabilidade de seu nome em uma futura disputa pelo comando do Poder Executivo Estadual.

Esta articulação de bastidores ocorre em meio a intensos debates no diretório de sua própria legenda e repercute diretamente na capital do estado, Cuiabá. A mobilização das lideranças partidárias e a contratação do levantamento de dados intensificaram-se nos últimos dias, consolidando as peças do xadrez político local.

A iniciativa visa sanar as incertezas sobre a aceitação popular do congressista perante os demais concorrentes que já se posicionam para o pleito majoritário. Com a coleta técnica de dados, o senador pretende basear suas próximas decisões em diagnósticos precisos, evitando desgastes ou aventuras eleitorais desnecessárias.

O próprio Senador Jayme Campos lidera pessoalmente essa estratégia de avaliação e coordena o direcionamento dos trabalhos institucionais junto ao mercado de pesquisas. A execução do levantamento amostral foi delegada a um instituto de consultoria estatística de renome nacional, cuja identidade é mantida sob reserva corporativa.

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A motivação para o investimento em um estudo dessa magnitude justifica-se pelo histórico político do parlamentar, caracterizado pela prudência e pela aversão a riscos calculados de forma empírica. O político busca compreender as reais demandas do eleitorado contemporâneo e identificar quais atributos são considerados indispensáveis para a gestão pública moderna.

A concretização da candidatura ao Palácio Paiaguás dependerá estritamente dos resultados apontados pelos relatórios finais desta pesquisa quantitativa e qualitativa de consumo interno. Os números finais servirão como fiel da balança para definir se o senador manterá a postulação ou se abrirá espaço para novas composições.

O processo de coleta de dados estruturado pelo instituto abrange entrevistas detalhadas, simulações de múltiplos cenários de votação e análise aprofundada dos índices de rejeição. Os pesquisadores buscam mapear minuciosamente o perfil ideal de governante desejado pela maioria dos cidadãos mato-grossenses nas diferentes regiões do estado.

O principal ponto de atenção e eventual obstáculo para o projeto reside na concorrência consolidada representada por nomes expressivos como o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL). Diante de adversários com forte apelo popular, o monitoramento de rejeição torna-se o indicador mais crítico para a viabilidade do plano governista.

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Caso os relatórios técnicos apresentem um indicativo desfavorável ou um “alerta vermelho” intransponível, o impacto imediato será o recuo estratégico do parlamentar. Nessa hipótese, Jayme Campos planeja construir uma saída política honrosa para retirar sua pré-candidatura antes mesmo da abertura oficial das convenções partidárias.

Os desdobramentos dessa sondagem interna devem orientar os próximos discursos públicos e as alianças que o União Brasil firmará nos próximos meses. O desfecho da pesquisa ditará o ritmo das negociações de bastidores, definindo se o grupo marchará unido ou se haverá uma fragmentação nas candidaturas ao Governo Estadual.

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