Search
Close this search box.

ESTÁ TUDO NO SCRIPT

As jogadas e os “Blefes” da política mato-grossense

Publicados

em

Sexta-feira, 7 de julho, e hoje é o Dia Mundial do Chocolate, Dia do Ingresso das Mulheres nas fileiras da Marinha do Brasil e, o assunto que reportaremos são os jogos e as jogadas da política mato-grossense. Segue o fluxo!

Muita atenção senhoras e senhores internautas do Blog do Valdemir, não se iludam. O governador do Estado do Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira, do União Brasil (UB), em seu segundo mandato, começou a sofrer ataques diários e permanentes e assim será.

A ação de uma grande debandada na base de sustentação na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e de alguns de seus aliados, no segundo mandato de Mauro Mendes, segura essa que tudo está no script amigos leitores, com o a finalidade de desidrata-lo e, no primeiro cochilo, tentar que o cenário político dê uma guinada para o Palácio Dante de Oliveira.

A tentativa de desmonte do Projeto de Lei “Transporte Zero apresentado pelo Executivo Estadual na MARAVILHOSA” Casa de Leis, através das alterações feitas pelos parlamentares do Legislativo Estadual, é apenas mais uma das investidas contra o Palácio Paiaguas, na tentativa de enfraquece-lo.

Até aqui, alguns deputados estaduais têm agido como barata: morde e assopra. Nesta última tentativa, porém, errou na mão. Tal como um jogador que cava a falta na cara do juiz.

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deixa transparecer que tem pressa. E, com isso, pode colocar tudo a perder, apertando “o jogo”. O que alguns deputados provocam, cavando a falta, é que Mauro Mendes reaja com um pouco mais de contundência, provocando o rompimento público.

Rompidos, eles jogarão os oito volantes/seguidores, levando a partida para a pequena área. Com isso, não há mãos a medir os recursos para as “emendas” e segue um roteiro que faz parecer trazer nas mãos, em tempo integral, o livro Guerras Híbridas, de Andrew Koribco, para orientar as suas próximas jogadas.

Com seu ato (analisará o substitutivo do projeto no final de semana) Mauro Mendes demonstra que não topou a provocação vinda do Legislativo Estadual.

Não vai disputar a bola na pequena área. Vai, isto sim mostrar que está trabalhando e tocando o seu governo.

E quando soltar a frase enigmática: o jogo começou“, talvez o que dizer, de fato, é: se é para fazer política, a bola está comigo. E no “cara ou coroa“, sai jogando. Mauro Mendes, vai entrar em campo, desviar das bolas divididas e evitar dar “balões”. Seeeegue o jogo! Seeeegue o fluxo!!

Leia Também:  Riva: "Blairo pagou propina de R$ 1,1 mi ao desembargador"

Jogo político e as pressões

Há uma clara e crescente divergência no governo Mauro Mendes, e seus protagonistas são conhecidos.

De um lado, está o grupo do presidente da Casa de Leis, Zé Edu Botelho (UB), que já mostrou que quer jogar contra o Palácio Paiaguas.

De outro lado, está o grupo político do governo unista, comandado pelo núcleo duro do Palácio Paiaguas.

O que, nos últimos dias, a mídia sudestina está a publicar sobre o tema nos bastidores, no mínimo, que alguns deputados podem cair em desgraça junto ao núcleo duro do Governo do Estado.

Tranquilo…, tranquilo…, tá tudo tranquilo, o jogo político e as pressões sobre Mauro Mendes, faz parte do jogo político. Zé Edu Botelho, caso se confirme a sua saída do União Brasil, a atitude faz parte do jogo, onde cada um procura o melhor para si.

O Boteco da Alameda informaaaa

Uma das características mais interessantes que a humanidade tem é o poder de representação. Coisas reais passam a ser contadas, mostradas, estudadas em pequenos tabuleiros, mesas e campos.

O xadrez, o mais nobre dos jogos é sempre associado com quem tem capacidade de olhar para o longo prazo, para o futuro, para um grande número de jogadas que estão por vir. Ele é jogado com paciência, tempo controlado e silêncio. O que vale é a estratégia. Há um único elemento de sorte, quando se decide quem vai jogar com as brancas, e por isso tem o primeiro movimento. O resto é competência.

Usando o mesmo tabuleiro, mas com menos necessidade de pensar estrategicamente, está o popular jogo de damas. Não há pensamento de longo prazo, somente a ideia de chegar ao outro lado, atropelando o que tem pela frente. Na política mato-grossense, pouca gente joga xadrez, muita gente joga dama.

Mas, existem políticos na Terra de Rondon que não fazem parte dos jogos anteriores, e aí vale a pena falar das cartas.

O Boteco da Alameda, usa aqui dois jogos para comparar. O Pôquer e o Truco.

Tanto um quanto o outro têm uma necessidade: “o Blefe”. O jogo no Pôquer é tenso, dramático, enigmático. A ideia é sempre entender pelos olhos e pelas atitudes do oponente, se ele realmente tem as cartas que parecem dizer que tem. E aí, Abílio, Ludio, Edu, Fábio, Rosa Neide, Carlos Avalone, procurador Mauro, Chico 2000, Stopa?

O Truco, é o jogo amigável, de boteco, em que vale gritar, bater a carta na testa do adversário, e o “Blefe” é quase sempre acompanhado por uma cerveja gelada. Joga-se e bebe, e por isso o “Blefe” nem sempre é tão “Blefe”.

Eitaa lasqueira, agora vem! Na política mato-grossense, tanto o Pôquer quanto o Truco são jogados. O Pôquer nas rodas de alguns líderes políticos, costuma cobrar caro pelas derrotas. Se não houver competência na leitura do cenário e das atitudes dos adversários, a possibilidade de perder tudo é grande.

Leia Também:  Mendes recebe "SIM" e é reeleito com mais de 68% dos votos válidos

Por isso, não adianta “Blefar” sem cartas (densidade eleitoral) e achar que o adversário vai acreditar.

David Saleeby já dizia:

A política é a arte do blefe“.

Em 2018, Zé Pedro Gonçalves, apostou alto contra Mauro Mendes, sem conhecer as regras do jogo em uma mesa de profissionais (Jayme Campos, Blairo Maggi, Júlio Campos, Mauro Mendes, Max Russi, Mulher Maravilha e Cia), perdeu a reeleição. Perdeu até para os brancos, nulos e indecisos.

O prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro, “MEU” estimado e amigo da Rua Joaquim Murtinho, que sempre esteve ao lado grandes jogadores de Xadrez e Pôquer, (com quem aprendeu muito), compreendeu as regras, foi reeleito, mas está pressionado para fazer apostas arriscadas. Tem que se pensar muito na hora de fazer a jogada.

Veremos o que pode acontecer nos próximos meses. Embora pareça estar em vantagem, o limita que o novo-antigo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho (UB), tem para apostar não é tão alto assim. Portanto, a não ser que acerte muito nas rodadas até janeiro, pode ter sempre notícias desagradáveis.

Afinal, Jayme, Mauro, Nenel, Favaro, Max Russi e até Blairo Maggi, estão jogando.

E, embora sejam agora parceiros (alguns), podem se virar contra os prefeituraveis, se houver oportunidade.

Ficaremos de olho nos próximos lances:

Quem o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro vai apoiar em 2024, Zé Edu Botelho no PSD ou uma candidatura do Partido dos Trabalhadores (PT), do seu “AMIGO”, Luiz Inácio “Lula” da Silva, no qual lhe presenteou com o MAPA? Ainda tem dúvida? Então Favaro, para de ficar iludindo o Zé Edu Botelho, dizendo que ele será candidato do PSD, caso ele se filie.

Propaganda

Política

A complexidade e os impasses na formação de chapas do MDB em Mato Grosso

Publicados

em

As articulações políticas que antecedem o período eleitoral costumam revelar a complexidade das negociações partidárias no cenário mato-grossense. Em um contexto de intensas disputas por espaço e representatividade profissional, os bastidores dos partidos transformam-se em arenas decisivas para a definição das candidaturas que disputarão o voto popular nas urnas.

Essas negociações eleitorais ocorrem predominantemente na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, bem como em reuniões estratégicas conduzidas por lideranças regionais. O ambiente interno da agremiação tornou-se o centro das atenções à medida que os prazos regimentais e as convenções se aproximavam.

As movimentações mais recentes intensificaram-se ao longo dos últimos meses de definições partidárias, período em que as siglas precisaram consolidar suas nominatas oficiais. O calendário eleitoral impôs um ritmo acelerado para a construção de consensos e para a viabilização das chapas proporcionais no estado.

A ex-prefeita da cidade de Sinop, Rosana Martinelli, figura central nesse processo, buscava consolidar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Contudo, a decisão estratégica da Diretoria Partidária de não lançar candidatos ao cargo de deputado federal acabou por inviabilizar suas pretensões eleitorais para a disputa deste ano.

Leia Também:  Enfim, rolou o 1° debate das eleições; onde estava em novembro do ano passado?

A reviravolta na trajetória política da ex-gestora ocorreu porque o MDB estadual enfrentou severas dificuldades na formação de um grupo competitivo para a disputa proporcional. Diante das desistências de nomes estratégicos e da ausência de consenso interno, a sigla optou por priorizar outras frentes de atuação regional.

A condução das negociações deu-se por meio de reuniões diretas lideradas pela presidente estadual do partido, a deputada estadual Janaina Riva. Segundo avaliações do próprio grupo político, a coordenação do processo demandou habilidade para gerenciar divergências e conciliar os interesses individuais e coletivos das lideranças envolvidas.

Diversos fatores conjunturais motivaram o desfecho desfavorável às pretensões de Rosana Martinelli, incluindo a desistência de potenciais pré-candidatos que priorizaram projetos pessoais. Além disso, a inviabilização de outras candidaturas regionais, como a da vice-prefeita Coronel Vânia à Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), evidenciou a fragilidade da base aliada.

Diante do cenário de frustração das candidaturas regionais, a ex-prefeita de Sinop adotou uma postura pragmática ao declarar a ausência de mágoas e ao reconhecer a complexidade do amadurecimento político institucional. A líder reafirmou a disposição de colaborar ativamente com projetos de aliados estratégicos na esfera estadual.

Os desdobramentos operacionais dessa reorganização partidária refletem-se no apoio declarado de Rosana Martinelli à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Simultaneamente, a ex-gestora confirmou sustentação à postulação de Janaina Riva ao Senado Federal, demonstrando alinhamento com a estrutura governista.

Leia Também:  Carlos Brito ganha secretaria-adjunta da Casa Civil do governo Taques

Por fim, o futuro político da ex-prefeita permanece em aberto, dependendo de futuras deliberações pessoais e do quadro de coligações que se desenhará nos próximos ciclos. A trajetória recente evidencia que as alianças partidárias dependem da constante repactuação de interesses em um cenário dinâmico e em permanente transformação.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA