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RENOVAÇÃO EM VG

Vargas diz estar com grupo montado e pronto para administrar Várzea Grande

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Em 2020 teremos as eleições municipais. Na majoritária, muitas especulações sobre este ou aquele candidato para fazer frente ao pré-candidato deste ou daquele partido.

A renovação é a expectativa da população para as próximas eleições, o rejuvenescimento do Poder Legislativo: na Câmara municipal é a aposta de muitos várzea-grandenses que almejam renovar o atual cenário político do município.

O surgimento de caras novas (e jovens) no principal palco da política várzea-grandenses levanta o debate sobre o papel que a juventude pode desempenhar não só nesse cenário, habitualmente ocupado por “velhos figurões”, “panelinhas eleitorais” e “dinossauros”.

Com expectativa de mudanças no cenário político da Cidade Industrial, surge o empresário e pré-candidato, Flávio Vargas que já avisou estar com um grupo composto por 12 partidos, montado para disputar as próxima eleição municipal em Várzea Grande, com o time completo para prefeito, vice-prefeito e vereadores.

O empresário revelou que quando fez uma reunião para apresentar a sua pré-candidatura, com a intenção na época de formar grupo, chamou todos as pessoas envolvidas em política e atividades sociais.

“Eu conheço muita gente, tenho muitos amigos, chamei todos para reunião, do senador Jayme Campos ao ex-prefeito Wallace Guimarães, com objetivo mostrar as ideias e informar sobre a criação deste grupo, aqueles que se identificaram com as propostas, estão fazendo parte do grupo“, ressaltou Vargas.

“Quem bejô-bejô, quem não bejô, não beja mais”

O pré-candidato Flávio Vargas esclareceu sobre a possibilidade de união com grupo da família Campos, para disputar a próxima eleição.

“O nosso grupo está montado para disputar a próxima eleição, como também se a gente ganhar, para administrar Várzea Grande, é claro que o apoio do senador Jayme Campos, como também da prefeita Lucimar é muito importante e bem vindo“, explicou o pré-candidato.

De acordo com Flavio, hoje politicamente Várzea Grande está dívida em quatro grupos.

Flávio Vargas (PSB)

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Jayme Veríssimo de Campos (DEM) – Julho Pacheco e José Aderson Hazama

Wallace Santos Guimarães (PV)

Kalil Baracat (MDB)

“Segundo informações de bastidores só existe um grupo, que tem maestro regendo a orquestra para os políticos dançarem“.

Flavio Vargas disse que a formação do seu grupo não foi baseada em questões de partidos, mas sim de ideias de pessoas, que compactua com a formação de sua base política.

“Vejo que agora chegou a minha vez de agradecer tudo que a cidade de Várzea Grande fez por mim, e é com trabalho, buscando o desenvolvimento, o progresso, proporcionando melhores condições de vida para população que podemos fazer isso“, ressaltou o pré-candidato.

Flávio Vargas ainda não revelou o nome do seu pré-candidato a vice-prefeito, e nem dos 12 partidos que fazem parte do seu grupo, ele disse que depois que passar este período da quarentena por conta do coronavírus, eles vão realizar uma reunião com uma coletiva de imprensa, para apresentar os integrantes do grupo.

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Política

Qual Mato Grosso que Pivetta propõe? Alguém falou no Ministério da Agricultura?

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, começamos e iniciarmos um novo dia, uma nova semana, e o ano está quase terminado, e lá vem o “Guri Refestelado da Guarita”, gritando que o governador reeleito Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, determinou que o secretário de Fazenda mato-grossense, Rogério Gallo, faça uma revisão e enxugamento da máquina administrativa para o novo mandato que começa no dia 5 de janeiro de 2027.

Calma pequeno gafanhoto! Muita calma nessa hora. É completamente normal que o início de qualquer Governo, seja marcado por instabilidades, revisões políticas e ruídos de comunicações.

Esse momento de transição é conhecido na política como o período de instalação ou de acomodação das novas forças governantes.

As narrativas nesse momento são várias, mas o que envolve na prática é: redução de cargos comissionados, reavaliação de contratos administrativos e contenção de gastos supérfluos; adequação dos gastos públicos ao teto de arrecadação para evitar endividamento e abrir margem para investimento em áreas prioritárias.

Segue o fluxo!

Mato Grosso que Pivetta propõe

Os compromissos para o próximo mandato de 2027 a 2030, estão em cinco pilares estratégicos: Saúde Próxima; Educação Libertadora; Apoio Social e Habitação; Segurança Firme; Tolerância Zero e Ordem Pública; Proteção a Mulher, Emprego e Logística Estruturante e o Estado Parceiro.

Estes planos foram entregues para Rogério Gallo, que recebeu a missão de realizar o levantamento sobre o funcionamento da máquina.

A partir desse diagnóstico, Otaviano Pivetta pretende definir quais ajustes serão necessários para tornar a administração estadual mais eficiente e adequar os gastos as prioridades da próxima gestão.

A revisão também considera os impactos da reforma tributária nacional sobre as contas do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

A substituição gradual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) exigirá adaptações no modelo de arrecadação e poderá alterar a política de incentivos fiscais utilizada pelo Estado para atrair empresas.

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A intenção da reorganização administrativa será manter a competitividade de Mato Grosso na atuação de empreendimentos, especialmente nos setores de agroindústria e processamentos de grãos e carnes, diante das mudanças no sistema tributário.

E Ananias Filho como está?

Parte dos deputados eleitos e reeleitos não o quer mais no comando da legenda na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon.

Dizem que o “protegido” de Wellton Fagundes, desagrega, não tem perfil de um líder político e age com perseguição no comando do Partido Liberal (PL). Entretanto, contudo, todavia, senhores revoltados, o comando do partido dificilmente sairá do controle de Ananias Filho.

Ele é uma indicação de Wellton Fagundes, ambos são antigos aliados. Tem mais: o presidente do Diretório Nacional Valdemar Costa Neto e Wellton Fagundes são correligionários a década.

Infidelidade? Tá se referindo a infidelidade de alguns líderes da sigla no pleito eleitoral de 2026? O Wellton e Ananias, levaram numa boa e, segue o fluxo! Isso é que pode chamar de resiliência.

Daqui a 14 dias

Os brasileiros retornam às urnas para a votação do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

É incrível o país mostrado no horário eleitoral pelo candidato da esquerda, será que existe? Onde está? Cadê?

É tamanha mentira que vira uma piada de mal gosto pra quem perde o tempo em assistir, já que vem goela abaixo em nossos lares.

Então, bora! Vou levar os frequentadores do Boteco da Alameda, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) já que nos bastidores a disputa da Mesa Diretora da Casa de Leis, da vigésima primeira Legislatura começa a agitar.

Segundo levantamento do núcleo duro do Boteco da Alameda, dois deputados que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de “oposição” na disputa pela Mesa Diretora.

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Oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio para os dois deputados: Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos).

Nota de rodapé:

O atual presidente da Casa de Leis, o comandante do Podemos em Mato Grosso, Max Russi, vai permanecer na presidência no Biênio 2027/2028. A disputa se concentra na primeira secretaria, hoje ocupada por Dr. João José (MDB) e cobiçada pelo Partido Liberal (PL) e Republicanos.

O Boteco vai falar

Alguém falou em Ministério? Se você está acompanhando alguma notícia recente, conte um pouco mais para os frequentadores do Boteco da Alameda.

Então senhores (as) navegantes do Blog do Valdemir pega aí: a possibilidade de Mato Grosso ocupar o comando do Ministério da Agricultura, reflete a importância do Estado para a economia nacional.

Líder na produção brasileira de soja, milho e algodão, além de possuir o maior rebanho bovino do país, o Estado de Mato Grosso exerce influência direta sobre as discussões relacionadas ao abastecimento, as exportações e as competitividade do Agronegócio.

Nesse cenário, a escolha de um novo representante do Estado de Mato Grosso para comandar a pasta teria significado político e econômico.

A eventual indicação, porém, também dependeria da capacidade de articulação nacional do escolhido e de sua relação com as diferentes cadeias produtivas, que incluem agricultura empresarial, pecuária e agricultura familiar.

Pega aí: apesar das movimentações de bastidores, a formação de um eventual Ministério permanece condicionado ao resultado do segundo turno.

Por enquanto, dois nomes permanecem no campo das possibilidades: Mauro Mendes (UB) e Odílio Balbinotti Filho.

Não há confirmação de convite, indicação formal ou compromisso de Flávio Bolsonaro com qualquer um deles para o Ministério da Agricultura.

Segue o fluxo!

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