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MENINO VELHO DE GUERRA

Treta segue com Nenel provocando Mauro

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A rivalidade entre o prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro, e unista Mauro Mendes Ferreira, Governador do Estado de Mato Grosso, está longe de acabar. Nesta quinta-feira (20), a treta ganhou um novo capítulo. Um dia depois de viralizar a live do alcaide cuiabano pedindo arrego para o chefe do Executivo Estadual.

Nenel “tá” impossível, senão vejamos e convenhamos: o menino da Rua Joaquim Murtinho disse que a sua gestão carrega a saúde pública de todo o Estado de Mato Grosso nas costas.

O nosso menino da Rua Joaquim Murtinho mandou um aviso (para quem servir a carapuça):

Não mexam com Nenel em Cuiabá, não mexam“.

Eitaaa lasqueiraaa! Então o nobre Prefeito de Cuiabá está se achando “a primeira bolacha do pacote”, sim, PRIMEIRO, porque o último tá quebrado. E foi além, viajou legal ao afirmar que não estendeu bandeira branca prá ninguém.

Nenel o que vem ocorrendo? Abre o seu coração, sou seu amigo. Cadê aquele menino da Rua Joaquim Murtinho sem rancor, sem maldade no coração. Cadê o menino Nenel. O que você fez com ele.

Neste momento difícil que o país atravessa, o que será preciso ser feito? Na avaliação do Boteco da Alameda, esses conflitos são a melhor gasolina para o motor da criatividade? Será um subterfúgio que usa para um argumento falso como se fosse verdade?

Após a entrevista, a nossa equipe de reportagem do Blog do Valdemir, sentiu que uma falácia está rolando, então fomos ouvir uma estória de um dos frequentadores do Boteco da Alameda que foi narrado assim:

Fui muito amigo dele, mas ele é muito arrogante, metido. Num momento lá atrás, ele foi muito legal comigo. Só que chegando lá na frente, a gente começou a ter conflitos. O cara fala o que quer. Isso foi me ferindo, me afastando e hoje chego em um evento, se ele fala, eu falo se ele não fala, também não falo. Ele não mexe, e eu também não mexo com ele“, disse um frequentador do Boteco da Alameda se referindo ao seu amigo da quebrada.

Após essa narrativa o meu amigo de Vadjú, disse que: sarcasmo, ironias e muitas ofensas gratuitas recheiam a discussão, onde muito se fala, mas nada se ouve, infelizmente parece que esquecemos a real função do debate que é aprender com o diferente”.

Emanuel Pinheiro

Durante discurso em solenidade na frente do Palácio Alencastro nesta quinta-feira (20), o menino da Rua Joaquim Murtinho, colocou os pingos nos “IS” para esclarecer o que falou na sua live semanal.

… eu não estendi bandeira branca pra ninguém“.

Ou seja, continuará batendo de frente com o seu desafeto estadual Mauro Mendes Ferreira.

Agora vem a boa: o cuiabano Nenel Pinheiro afirmou que o grupo político do governador Mauro Mendes teve poucos votos e conseguiu eleger poucos nomes para a Câmara Federal.

Todos perderam, e os vitoriosos foram somente Abílio e Fábinho. E temos que reconhecer, não foi com a votação que eles esperavam. Mas foram vitoriosos“, alfinetou o menino da Rua Joaquim Murtinho.

Sextou…, então voltarei para o Boteco da Alameda, porém, registro uma pergunta da quebrada: Nenel, infelizmente por motivos outros, não foi possível “peitar” Mauro no pleito eleitoral.

Em 2026, o seu inimigo, (ou seria adversário?), vai concorrer uma cadeira no Senado Federal. E aí? É o momento para mostrar para os amigos (incluí na sua lista a equipe de reportagem do Blog do Valdemir), e principalmente para os seus inimigos que em Cuiabá não mexem, nem tentam disputar com Nenel Pinheiro que vai dançar.

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E ai…, vai encarar Mauro Mendes em 2026, disputando o Senado Federal?

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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