UM CANDIDATO ZEBRA EM 2026?
Tem candidatura recuando na majoritária; vereadores não aparecem e sessão é cancelada
Quartouu caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! Quartou! E com o jogão do maior campeão brasileiro no Allianz Parque e, o Boteco da Alameda vem afirmar e reafirma: o Senador mato-grossense pelo União Brasil (UB), Jayme Veríssimo de Campos irá recuar de seu projeto de disputar o Palácio Paiaguás nas eleições de 2026 caso não cresça nas pesquisas eleitorais.
O Senador mato-grossense Jayme Campos, no entanto, evita dizer quem apoiará neste possível cenário, ou melhor, em quem vai votar nas eleições de 2026 para o Governo do Estado de Mato Grosso.
De acordo com informações recebidas pelos frequentadores do Boteco da Alameda, que na maioria das vezes as informações são de 99,99% certeiras, a meta dele, o Senador filho da cidade vizinha, Várzea Grande, é atingir 25% das intenções de votos nas pesquisas eleitorais até o mês de março 2026.
E então…, caso este cenário não se concretize, o caminho mesmo se não quiser ficar no ostracismo, será fazer uma composição para 2026. Neste caso, seria novamente candidato a Senador.
“Se houver números competitivos, vai para a frente. Se não, fará uma composição. Se não conseguir 25%, não vai insistir numa candidatura que teve um apoio devido“.
Para os cabeças pensantes e frequentadores do Boteco da Alameda, nos últimos meses, o Senador unista deu inúmeras demonstrações de insatisfação com os rumos da base governista, principalmente em relação aos critérios para a escolha do nome do vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, que é do partido Republicanos, como candidato do núcleo duro do Palácio Paiaguás.
Ele indicava, até então, a possibilidade de ruptura com uma candidatura ao Governo do Estado. O silêncio, no entanto, marca um tom ameno em relação ao assunto, já que os aliados jaymistas não nega um possível movimento de composição com o grupo governista, do qual já faz parte.
O deputado estadual Zé Edu Botelho, também do União Brasil (UB), aconselhou o “AMIGO”, Jayme Campos subir a régua, caso queira ainda sair como candidato a Governador do Estado nas eleições do ano que vem.
“Eu sou jaymista, se Jayme for candidato, colocar nome dele, realmente fazer enfrentamento dizendo que realmente vai ser candidato. Agora, ele também precisa vim dizer que vai colocar o nome, como fiz…. Pelo que está caminhando, ele está se contentando em ser candidato a Senador. Ele foi um ótimo Senador para o Estado de Mato Grosso. Agora, se ele quiser vim, terá nosso apoio. Se Jayme for candidato, eu sou Jayme, se não, apoio alguém dentro do grupo“, pontuou Zé Edu Botelho.
No futebol o impedimento…
É uma das grandes falhas de posicionamento do time diante do gol. No jogo da política o termo correto para essa mesma é obstrução. Depois de 8 anos no poder, alguns vereadores não desaprenderam como fazer oposição.
O problema é que esse impedimento no campo da Câmara Municipal de Cuiabá impede a Terra de Pascoal Moreira Cabral de avançar e é preciso um bom juiz para manter a bola rolando.
Os nobres vereadores comparecem a sessão, mas ficam apenas na defesa, sem nenhuma atuação expressiva, sem nenhuma jogada ensaiada de contra-ataque.
A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), tenta negociar, negociar, negociar…, mas a muralha criada pelos edis cuiabanos fica cada vez mais intransponível.
A pedido dos frequentadores do Boteco da Alameda, o meu amigo do bairro Alvorada entrará em campo para resolver esse impasse. Ele irá fazer o meio de campo entre a turma do prefeito cuiabano, Abilinho Brunini e da oposição para tentar abrir algumas brechas no sistema de defesa dos vereadores anti-Abilinho.
Nesta terça-feira (23), em meio aos contra-ataques, foi difícil atingir o quórum mínimo para atingir para que a sessão dentro da Câmara Municipal de Cuiabá fosse realizada. Com 7 vereadores dentro da Casa de Leis, é ainda mais fácil obstruir totalmente a sessão.
Câmara de Cuiabá X Abilinho: esse sim, será jogo com fair play.
Um lembrete: a falta de quórum, foi uma jogadinha de alguns que querem surfar na onda, se aparecer diante do povo cuiabano. Tentam mudar a regra do jogo com a bola rolando e o povo leva um gol contra.

O Boteco vai falar
Não que não seja um assunto de grande interesse público. Mas devemos atentar para o fato de que, a onze meses das eleições gerais, a imprensa continua usando a maior parte dos seus espaços nos noticiários para discutir a necessidade de existir um candidato da chamada terceira via.
A essas alturas dos acontecimentos já era para estarmos em busca de maiores a respeito de quem vai sobreviver politicamente.
E, principalmente, saber se eles têm alguma carta na manga que será usada em 2026.
Entretanto, contudo, todavia, as notícias giram em busca de apoiadores. Mas, quem são as pessoas que estão trabalhando no plano de governo dos possíveis candidatos?
Antes de seguir a nossa conversa vamos a uma explicação que consideramos necessária. O maior contingente de eleitores é justamente daqueles que não se manifestam. Mas estão atentos a tudo que acontece e sedentos por informações a respeito de como os candidatos propõem resolver os seus problemas. E são eles que decidirão as eleições.
Daí a importância de sermos relevantes para esses leitores do Blog do Valdemir, publicando informações que o ajudem a compreender o que está acontecendo.
Antes de concluir vamos dizer duas coisas:
A primeira é que precisamos conversar mais com as pessoas ao redor dos candidatos para saber se eles têm alguma carta na manga, um plano de governo, ou uma denúncia que possa virar a eleição a seu favor.
Lembro o seguinte: pela maneira como as coisas estão caminhando na cobertura da disputa pré-eleitoral, Otaviano Pivetta, Wellton Fagundes, a “Mulher Maravilha”, e José Medeiros estão pautando a imprensa.
E, por último, a história da terceira via. Essa história cresceu dentro das redações, entre os comentaristas políticos.
Muitas vezes, em eleições polarizadas entre duas candidaturas, havia uma “ZEBRA” um terceiro candidato em quem poucos acreditavam, mas que de repente caia na simpatia do eleitorado e vencia.
O candidato “ZEBRA” pode surgir na disputa eleitoral em 2026 na Terra de Rondon? Por que não? Os comentaristas políticos chamam esse candidato de terceira via. O editor do Blog do Valdemir, um velho repórter estradeiro, o chama de “ZEBRA”.
Segue o fluxo!
Política
Corrida ao Senado centraliza a força política e ofusca disputa pelo Palácio Paiaguás
A disputa pelas duas cadeiras no Senado Federal passou a mobilizar mais a cena política de Mato Grosso do que a própria corrida ao Governo do Estado. Em uma eleição com dinâmica atípica no cenário mato-grossense, os principais protagonistas e detentores de maior densidade eleitoral preferiram disputar o Congresso Nacional em vez de buscar o comando do Palácio Paiaguás.
As urnas em Mato Grosso receberão os votos para dez candidatos registrados que buscam as duas vagas ao Senado nas eleições de 2026. O processo faz parte da renovação de dois terços das 81 cadeiras do Senado, nas quais 54 vagas estão em disputa, sendo exatamente duas por unidade da Federação.
O eleitorado mato-grossense chega ao pleito com 2,64 milhões de eleitores aptos a votar. Essa soma representa 1,66% do total nacional e posiciona Mato Grosso como o 18º maior colégio eleitoral do país, configurando um eleitorado decisivo para os projetos políticos nacionais.
A disputa pelas duas vagas atrai nomes consolidados da política estadual, como o ex-governador Mauro Mendes (UB), a deputada estadual Janaina Riva (MDB), o senador Carlos Fávaro (PSD), o deputado federal José Medeiros (PL) e o ex-governador Pedro Taques (PSB).

A movimentação nos quadros majoritários inclui o ex-governador Mauro Mendes, que se desincompatibilizou do Governo do Estado para concorrer ao Senado, enquanto Carlos Fávaro atua na campanha para renovar o mandato parlamentar obtido em 2020.
O capital político demonstrado na liderança das pesquisas por Mauro Mendes evidencia que seu alcance ultrapassa o de Otaviano Pivetta, governador que o sucedeu na gestão estadual e que agora disputa a reeleição.
A consolidação de lideranças também se reflete em Janaina Riva, que ganhou projeção no eleitorado superior à do próprio sogro, Wellington Fagundes, candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso. Fenômeno semelhante ocorre com o ex-ministro e senador Carlos Fávaro, detentor de um grupo com expressividade superior à de Natasha Slhessarenko, postulante do seu grupo ao Executivo Estadual.

Os dados apurados pelas pesquisas de intenção de voto confirmam a força da base conservadora e de seus aliados no estado. O cenário mostra que, ao lado da influência governista, nomes como Otaviano Pivetta (Republicanos), Wellington Fagundes (PL) e Mauro Mendes demonstram expressiva capacidade de mobilização, fortalecendo o bloco de direita na fase que antecede o primeiro turno, em 4 de outubro de 2026.
A projeção de um inédito segundo turno na eleição para o Governo de Mato Grosso amplia a relevância estratégica dos quadros legislativos. Os senadores e deputados eleitos na primeira votação do pleito exercerão papel central na construção de alianças e na sustentação dos palanques dos candidatos a governador que avançarem à etapa final da disputa.
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