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NOVO CANAL NA POLÍTICA

Telegram o novo refúgio do governador Mauro Mendes

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O Telegram, app de bate-papo criado pelos irmãos russos Pavel e Nikolai Durvo, será o “astro” do pleito eleitoral de 2022. O recurso chama tanto a atenção que o governador Mauro Mendes lançou seu canal oficial dia 30 de junho (quarta).

O ponto principal do Telegram, tem sido mais a organização e referência no que puramente o volume.

É ali que os apoiadores podem se reunir para consumir conteúdos, inclusive desinformações.

Sua ascensão rápida pode ser um mau sinal e, assim o Pleito Eleitoral de 2022 poderá apontar falhas, principalmente após os problemas de privacidade enfrentados pelo seu maior rival o WhatsApp.

Apesar das vantagens do aplicativo, uma delas, a que permite a criação de grupos com até 200 mil participantes que podem facilmente transmitir uma informação em massa, existe a preocupação com o Telegram, que não possui escritório no Brasil, não modera conteúdo e também não tem medidas para evitar desinformações.

Recentemente o Telegram ultrapassou a marca de meio bilhão de usuários ativos mensais, em parte atraídos por políticos e personalidades sancionados por ou insatisfeitos com ações e políticas adotadas em outras redes sociais.

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De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o aplicativo também não coopera com o TSE para combater as campanhas de Fake News”.

Levantamento realizado pela equipe do Blog do Valdemir, mostra que o Telegram tem se tornado um refúgio, mesmo que ainda modesto se comparado as grandes redes sociais, para (figuras) que foram ou correm o risco de ser sancionados em outras plataformas.

Uma pergunta que não quer calar: o que levou o governador Mauro Mendes a aderir o Telegram?

Com a divulgação pelo site Intercept, o Telegram, ganhou destaque com o vazamento da troca de mensagens entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, que mostraram que a força-tarefa e da Operação Lava Jato, e o ex-juiz atuaram juntos para influenciar o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva.

Aplicativos com maior n° mensagem

Entre os aplicativos com maior número de mensagens estão: Bolsonaro presidente, DireitaRiodeJaneiro, Revista Direita BR, DeusAcimadeTodos.com e Contra Censura.

Tá querendo saber do aplicativo de Mauro Mendes? Calma, vamos ver até o dia 28 de julho.

Nota da redação

Em 2018, o Facebook foi um dos centros de disputa política no Brasil. Grandes grupos ideológicos, se multiplicaram na rede, muitas vezes com a disseminação de mentira. Na época, a plataforma viu-se pressionada à criar novas regras contra a propagação de Fake News restringir o alcance de perfis políticos, o que resultou naquele ano no banimento do grupo Movimento Brasileiro Livre. Com a confirmação da influência das redes sociais para o processo eleitoral, mudanças surgiram.

Existe agora um número limite para repasse simultâneo de mensagens, além de alerta de que aquela é uma mensagem encaminhada.

Diante desses entraves, figurões da política tem encontrado no Telegram a solução para dar continuidade a seus planos.

Para finalizar, Mauro Mendes o que levou para aderir o Telegram?

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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