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Política

Taques reúne PSDB, PSB, PPS, Solidariedade, PRTB e Patriota em “Encontro Suprapartidário”

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Não há aí na frente uma terra sem crises ou sem dificuldades. Mas conseguimos governar superando crise econômica, política e ética

Estas foram as palavras do governador e pré-candidato a reeleição, Jose Pedro Gonçalves Taques, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondonópolis (a 278 km de Cuiabá), recebeu neste sábado, lideranças do PSDB para o Encontro Suprapartidário da sigla. Além do PSDB, estiveram presentes os partidos aliados como o PSB, PPS, PRTB, Patriota, e Solidariedade.

Com um discurso rápido, pouco mais de 10 minutos para cerca de 300 pessoas que se fizeram presente no Encontro, ouvindo o líder do PSDB rebatendo as duras criticas que vem recebendo dos opositores ao seu governo dizendo que está “preparado para tudo” nesta eleição, e garantiu que não esta isolado para eleição de 2018.

O primeiro Encontro Suprapartidário do PSDB aconteceu na cidade de Cáceres, cerca de 220 km da capital Cuiabá aonde ele chegou ate mesmo de pedir desculpas a população por não conseguido resolver todos os problemas que ele encontrou no Estado.

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Neste segundo encontro, local considerado como a maior cidade da região Sul do Estado, com cerca de 300 mil eleitores, e é considerado como um colégio eleitoral forte foi a segunda cidade escolhida pelo governador Pedro taques para a realização do “Encontro” do partido.

Os amigos e correligionários assim como os aliados políticos, dizem que o tucano vai precisar de mais quatro anos para terminar de arrumar a casa.

No Encontro Suprapartidário do PSDB na cidade de Rondonópolis, o governador disse: “Estamos aqui com os prefeitos de Tesouro, Taquari, Juscimeira, Jaciara, Guiratinga, Alto Araguaia, e se isso aqui é ficar isolado, eu quero continuar a ficar isolado, porque nós estamos juntos”.

E concluiu dizendo: “Uma coisa eu posso dizer, esta eleição vai ser difícil, de muito sacrifício, vai ser uma eleição com suor, mas nós estamos preparados para tudo que vier aí na frente”.

Com discurso curto, o governador ainda falou do período da eleição e também dos poucos recursos para a sua campanha. “Irei dizer uma coisa para vocês: eu não vou fazer o diabo, não farei coisa errada. Nessa eleição temos um período mais curto, uma eleição sem dinheiro. E quem vai ganhar é o povo. O cidadão mais simples é que vai levar os candidatos ao lugar correto”.

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Estiveram acompanhando o governador Pedro Taques em Rondonópolis, o prefeito da cidade José Carlos do Pátio do Partido Solidariedade (SD), o deputado federal e pré-candidato ao Senado da Republica, Nilson Leitão, o pré-candidato a deputado federal Marcos Marrafon, presidente estadual do PPS, além da muitas lideranças da região Sul do Estado.

Em um tom bastante descontraído, o governador Pedro Taques disse que já tem ate candidato nesta eleição de 7 de outubro, um é para o Geraldo Alckmin, pré-candidato a Presidência da Republica pelo PSDB, e o outro voto já definido é Nilson Leitão, pré-candidato ao Senado da Republica. “Eu tenho dois votos definidos para essa eleição. Para a Presidência da República, Geraldo Alckmin, e para o Senado, Nilson Leitão. Agora, os deputados têm que pedir voto para mim”.

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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