AS PEÇAS VÃO SE MEXENDO
Tabuleiro político em MT é injusto: terreno realmente minado; vem proposta por aí!
Jáaa Sextouuu! Hoje resolvemos pegar o “Guri refestelado da Guarita” de jeito, nem bem amanheceu já estava na porta do Boteco da Alameda, especulando aos integrantes do núcleo duro do Boteco sobre o município que está aniversariando no dia de hoje e o “paradeiro de quem não foi” e, como dizem vários ditados por ia: “acabou o poder, terminou o amor” ou “quem não é visto não é lembrado”.
Pois muito bem meu “pequeno gafanhoto“, pega o caderno, senta no “mocho” e anota aí:
Primeiramente, a cidade vizinha da Capital de todos os mato-grossenses, a nossa queria Várzea Grande, comemora 159 anos, hoje 15 de maio de 2026. Fundada em 1867, a “Cidade Industrial” celebra seu crescimento como a segunda maior cidade mato-grossense, consolidando-se como um polo logístico e comercial.

As comemorações do aniversário misturam a tradição com eventos modernos. Hoje 15 de maio, um dos momentos mais simbólicos da programação será o desfile cívico-militar, na Avenida Couto Magalhães, reunindo Estudantes, Forças de Segurança e diversas instituições em celebração a história e identidade várzea-grandense.
Agora, vamos para o que você deseja saber: as últimas das últimas dos bastidores da política na Terra de Rondon.
O que tá esperando? Continua com a nossa caminhada, afinal, entre churrascos prometidos, capilares feitos, números ignorados e “Cegos de Jericó”, o cenário político de Mato Grosso mostra uma coisa: quem lê entrelinhas entende o jogo; quem não lê continua jogando dama no tabuleiro de xadrez.
Pega a visão: o que vem acontecendo nos últimos dias é que, quase ninguém tem se perguntado do “Homem de Ferro“.
Bom…, embora, ele esteja nas suas redes sociais, Mauro Mendes estar longe dos holofotes da política, quer saber o motivo!
Pois muito bem…, o ex-governador, o nosso “AMIGO”, o “Homem de Ferro”, tem agora três dilemas: fazer sua campanha para a Casa Alta, apaziguar os ânimos dentro da sua sigla unista e auxiliar o “SEU AMIGO”, o hoje governador mato-grossense, Otaviano Olavo Pivetta do partido Republicanos, rumo a sua reeleição ao Palácio Paiaguás.
De acordo com fontes de bastidores tá complicado. Mauro Mendes precisará mostrar toda a sua habilidade política nos próximos 60 dias.
De acordo com fontes ligadas ao núcleo duro do Boteco da Alameda, o frio de maio esfriou os motores de Otaviano Pivetta e o povo da Terra de Rondon, sentiu o impacto da “caneta dourada”.
Será que o “Âncora do Sutil“, já enfrenta problemas no início da sua caminhada?
Segundo relatos dos frequentadores do Boteco da Alameda, muitos dilemas estão ocorrendo, desde atraso nos repasse de Emendas Parlamentares e até mesmo obras que estavam em ritmo acelerado, parece que está sendo freada.
Será que vão derrapar na curva, perder o controle e entrar na caixa de brita?
O Boteco da Alameda joga para a geral: já foi provado, por A + B, que política é feita com razão, e não com emoção.
Parece que tem gente, querendo mudar o roteiro. Lembra-se, tudo é construído, não imposto, a exemplo tivemos na corrida eleitoral para Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, quando o “Bobo da Corte”, achou que só porque tava na “Cadeira Alta”, já era o “REI” e viu o seu sonho, transformar em pesadelo.
O “Bobo da Corte” perdeu até para nulos, brancos, indecisos, mudos, surdos e cegos.
Agora…, se o “Âncora do Sutil”, não tirar os “cabelos dos olhos”, poderá ter o mesmo final.

Vem proposta aí!
Então vamos lá: faltam 142 dias para as eleições de 2026. Pois muito bem caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, o “Capitão Jaymão”, não gostou dos cálculos do então deputado federal Fábio Garcia em relação a escolha do candidato para a disputa do Palácio Paiaguás.
“Quero ver qual vai ser o cálculo que o Fábio achou esse número de cinco. Vai ser indicado quem? Só três pelo UB e dois pelo PP? Não é por aí… parece que estão bolando alguma coisa“.
E, para não levar pelas costas, Capitão Jaymão, vai propor a Mauro Mendes que o partido defina os rumos em junho, antes de período oficial das Convenções Partidárias que será dia 4 de agosto.
“Vou fazer uma proposta para antecipar uma pré-convenção agora no mês de junho para acabarmos com essa delonga que causa prejuízo. As pessoas ficam indagando se vou ser candidato, mas não de mim mesmo, sou candidato do meu partido“, pontuou o Capitão Jaymão.
Eitaaa lasqueiraaa!
Na política a desunião dura pouco quando a eleição chega. Será?

O Boteco vai falar
– Quem sonha com o Palácio Paiaguás ou Casa Alta, já perceberam que a fila anda curta. As cadeiras majoritárias estão mais disputadas que vaga em creches pública, porque será?
– Até o dia 15 de agosto a turma dos partidos médios e pequenos virou opção para os “aventureiros” que querem aparecer no jogo. Só não podem esquecer que legenda fraca é igual barco furado: não vai longe;
– Tem gente que mede eleitorado por curtida e lacração. Esquecem que voto se dá por nome e muito menos por “close” na internet;
– Aceita que dói menos: o cenário está desenhado… Virgínia Mendes é o nome da vez da política mato-grossense. Tem o “Toque de Midas”, tudo que toca, politicamente, ganha força.
Enquanto alguns não conseguiu eleger o seu “poste“, Virginia Mendes conseguiu eleger o dela. Até “poste” ela elegeu. E isso, convenhamos, não é pouca coisa.
De modo que 2026 parece estar distante. Para nós, eleitores, sim. Para os políticos nem tanto. Tem muita movimentação em torno desse intrincado jogo.
Política
O cenário da sucessão no Executivo de Mato Grosso
A dinâmica política de Mato Grosso iniciou o ciclo de articulações para o pleito majoritário com um foco renovado na composição das chapas que disputarão o Palácio Paiaguás. No epicentro das discussões recentes, a deputada federal e presidente do Diretório Municipal do União Brasil (UB) em Cuiabá, Gisela Simona, manifestou-se de forma incisiva para esclarecer o panorama das alianças partidárias. A parlamentar, cuja trajetória é marcada pela defesa dos direitos do consumidor e pela equidade de gênero, atua como peça-chave no tabuleiro eleitoral, representando uma força política consolidada na Baixada Cuiabana e exercendo influência direta nas decisões estratégicas de sua sigla para o próximo biênio.
O esclarecimento público ocorreu em um momento de intensa movimentação nos bastidores do poder, onde nomes de relevância estadual são testados pela opinião pública e por grupos políticos. Gisela Simona buscou dissipar as crescentes especulações que a apontavam como o nome de consenso para ocupar a vaga de vice-governadora em uma eventual chapa encabeçada pelo atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
A parlamentar pontuou que, embora o diálogo entre as legendas seja contínuo e necessário para a estabilidade democrática, as conjecturas atuais carecem de amparo em convites formais ou deliberações oficiais entre as instâncias diretivas dos partidos envolvidos.
As declarações foram proferidas no contexto de uma análise sobre a governabilidade e a formação de coligações que darão sustentação aos projetos de reeleição e renovação administrativa no estado. Segundo Gisela Simona, a origem dos rumores remete a falas do próprio governador Otaviano Pivetta, que manifestou publicamente o desejo de contar com uma liderança feminina da Baixada Cuiabana para conferir equilíbrio geográfico e social à sua chapa.
A deputada enfatizou que a interpretação dada a essas diretrizes genéricas transformou um perfil desejado em uma indicação nominal precoce, o que não reflete a realidade das tratativas de gabinete realizadas até o presente momento.

Otaviano Pivetta, figura central nesta articulação, busca consolidar uma frente ampla que assegure a continuidade de sua gestão no comando do Poder Executivo mato-grossense. Ao sinalizar a preferência por uma mulher na vice-governadoria, o chefe do Executivo Estadual reconhece a necessidade de ampliar a interlocução com o eleitorado feminino, que constitui a maioria absoluta dos votantes no estado. Essa estratégia visa não apenas o cumprimento de uma cota representativa, mas a agregação de competência técnica e sensibilidade política em áreas estratégicas da administração pública, fortalecendo a imagem de uma gestão plural e atenta às demandas contemporâneas da sociedade.
A ausência de um convite formal, destacada reiteradamente pela dirigente do União Brasil, revela a cautela com que as grandes legendas tratam a engenharia política antes do período das convenções partidárias. Gisela Simona explicou que a definição de cargos como a vice-governadoria e as suplências ao Senado Federal geralmente ocorre nos momentos derradeiros do calendário eleitoral, servindo como instrumentos de “musculatura” para atrair siglas aliadas.
A construção dessas parcerias demanda um refinado cálculo de conveniência e oportunidade, visando garantir a robustez necessária para enfrentar as urnas em um cenário de alta competitividade e polarização ideológica.
A motivação por trás da defesa de uma chapa mista reside na convicção de que a representatividade feminina deve se traduzir em espaços de poder efetivo, e não apenas em participações simbólicas. Para a parlamentar cuiabana, o fato de o governador considerar uma composição com uma mulher é um avanço democrático louvável, dada a sub-representação histórica das mulheres nos cargos de comando no Centro-Oeste brasileiro. Gisela Simona argumenta que a presença feminina na majoritária agrega valor programático às campanhas, permitindo que temas como o “Combate à Violência Doméstica” e a “Proteção à Infância” ganhem centralidade no debate Executivo Estadual.
A parlamentar fundamenta sua posição em uma trajetória sólida, consolidada por trinta e três meses de mandato na Câmara Federal, onde registrou um índice de 100% de presença nas sessões plenárias. Conhecida popularmente como “Gisela do Procon”, sua atuação legislativa transcende a defesa do consumidor, abrangendo iniciativas de impacto nacional como o Pacote Antifeminicídio, aprovado em outubro de 2024. Mais recentemente, em 2026, a deputada ganhou projeção ao defender o Projeto de Lei 727/2026, que autoriza o porte de spray de pimenta para defesa pessoal feminina, reforçando seu compromisso com a segurança pública e a autonomia das mulheres.
O método de trabalho de Simona caracteriza-se pelo contato direto com as bases, tendo percorrido milhares de quilômetros pelo interior de Mato Grosso para ouvir lideranças comunitárias e setores produtivos durante os recessos parlamentares.
Essa presença capilarizada confere à deputada uma visão holística das disparidades regionais e das potencialidades econômicas do estado, qualificando-a como uma interlocutora privilegiada entre os grandes centros urbanos e as demandas do Agronegócio e da agricultura familiar. Tal visibilidade justifica a naturalidade com que seu nome surge em listas de apostas políticas, mesmo diante de suas negativas quanto a convites formais imediatos.
A relevância deste posicionamento para o cenário político estadual é cristalina: ele estabelece os limites entre o desejo administrativo do governador e a autonomia estratégica do União Brasil em Cuiabá.
A manutenção de Gisela Simona como uma voz independente e atuante na Câmara Federal permite que o partido negocie de uma posição de força, aguardando o amadurecimento das alianças sem precipitar adesões que poderiam comprometer outros projetos regionais. A clareza na comunicação da parlamentar evita o desgaste de sua imagem perante o eleitorado, mantendo o foco em sua produtividade legislativa e na transparência das pautas do Congresso Nacional.
Dessa forma, o desfecho da composição majoritária para o Palácio Paiaguás permanece em aberto, embora a baliza da representatividade feminina tenha sido definitivamente estabelecida como critério de sucesso. A expectativa é que, com o avanço do ano de 2026, as conversas entre União Brasil e Republicanos se estreitem em torno de nomes que unam densidade eleitoral e alinhamento programático.
Independentemente de sua participação direta na chapa de Otaviano Pivetta, Gisela Simona reafirma seu papel como protagonista na luta pela democratização dos espaços de decisão, assegurando que a voz das mulheres mato-grossenses seja ouvida com o rigor e a seriedade que o futuro do estado exige.
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