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FAÇAM SUAS AVALIAÇÕES

Pesquisa não vence eleição? Fábio Garcia, força não!

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Você, certamente, já ouviu falar sobre as pesquisas eleitorais, certo? Muita gente tem dúvidas sobre a realização destas pesquisas, já que nunca nem sequer fez parte de alguma. Muitos realmente ficam de fora delas. As pesquisas de opinião e intenção de voto ganham cada vez mais destaque conforme a eleição se aproxima.

Um dos principais objetivos de uma pesquisa é conhecer o número de pessoas que votariam em determinado candidato. A melhor forma de obter esse dado seria entrevistar todos os eleitores do país, mas, por questões logísticas e de custo, isso é inviável.

E você, confia nas pesquisas eleitorais!

Vocês caros amigos e leitores, já fizeram suas avaliações sobre a pesquisa apresentada no Blog do Valdemir sobre os nossos candidatos interessados em sentar na cadeira número 1 da Prefeitura Municipal de Cuiabá? Não. Tudo bem.

Mas…, o Blog do Valdemir diz; Pesquisa Eleitoral não ganha eleição, é de momento, entretanto, porém, contudo, todavia, sinaliza que o sinal de alerta chega, confirmando aquilo que vem sendo mostrando, ou que já havia sido mostrado nos bastidores políticos.

Nessa pesquisa que foi apresentada pelo Blog do Valdemir, mostra que a diferença que o menino Fabinho, o deputado federal licenciado e hoje secretario Chefe da Casa Civil, Fábio Paulino Garcia (UB), não oscilou positivamente, e o empate é visível entre o deputado federal do Partido Liberal (PL), Abílio Jaques Brunini, e o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o unista Zé Edu Botelho.

E segundo a avaliação do núcleo duro do Boteco da Alameda, reflete a disputa polarizada, além de altos e baixos de cada pré-candidato.

Na última pesquisa, Abílio Brunini e Edu Botelho ainda garantem uma boa vantagem e tem, a seu favor, a sensação da maioria. Os demais precisam reavaliar suas estratégias e buscar os detalhes nos próximos passos da pré-campanha para não perder distância de Abílio e Edu. Segue o fluxo!

Abstenção

Os números das pesquisas realizadas em Cuiabá, mostra que os eleitores que não votam podem decidir as eleições de 2024 mesmo longe das urnas. Pelo menos pode ser esse o caso em disputa apertadas, como a Prefeitura de Cuiabá.

Faltando quinze meses para as eleições de 2024, os possíveis postulantes que tem um grande interesse de sentar na tão querida e sonhada cadeira número 1 do Palácio Alencastro, precisam converter mais indecisos e “cavar” sua passagem para o segundo turno.

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Embora o voto seja compulsório no Brasil (não votar exige uma justificativa sob riscos de sanções), a abstenção eleitoral é um dos números que têm sido observados com atenção pelo núcleo duro do Blog do Valdemir.

Historicamente a abstenção em Cuiabá é maior do que nos demais 140 municípios do Estado.

E continua em alta: em 2020, 294.861 compareceram para votar no primeiro turno, no segundo turno, o número caiu para 284.352. Ou seja, as abstenções cresceram de 22% para 24,79%, ou seja, no primeiro turno 83.236 no segundo 93.745.

Percebe-se que a abstenção em Cuiabá tem tido crescimento constante, gradual e pequeno. A cada eleição cresce um pouco. Isso pode ser explicado pelo fato de o eleitor estar entendendo que não votar gera punição somente administrativa. Entretanto, é impossível dizer quem pode ser mais prejudicado com a abstenção em 2024.

Alguém pode argumentar que a abstenção alta prejudicaria o candidato Abílio Brunini e o petista Ludio Cabral, que tem mais votos entre os mais pobres; mas homens se abstêm mais do que as mulheres, o que prejudicaria Edu e Fábio.

Assim sendo, o foco dos pré-candidatos será evitar a abstenção nos bairros periféricos de Cuiabá. Mas para isso terão que gastar muita sola de sapato, andar muito, comer muito, dançar muito, participar de muitos jogos de futebol, participar de muitos aniversários, reunir com muitos presidentes de bairros, etc.…etc.…etc.

Nas eleições de 2020, que apresentou uma abstenção de 22,01%, fora do patrão para uma eleição municipal, houve uma taxa maior de pessoas se abstendo, sobretudo idosos, devido ao risco da Covid-19.

O mesmo vale para os atuais brancos e nulos, além de quem ainda não escolheu candidato ou, por fim, quem afirma desde já que não votará, grupos que juntos somam mais de 50%. Nessa fatia, 28% podem mudar de status até a eleição.

O eleitor menos decidido em um candidato tem menor chance de ir votar. Mas ajuda no comparecimento o fato de que vota paralelamente em vereadores, o que historicamente atrai às urnas mesmo os eleitores cujos candidatos prefeitaveis não tem chance de vitória.

Em Cuiabá os eleitores, tem uma identificação com o candidato a vereador, e isso acaba levando à urna e, uma vez lá ele termina votando também para prefeito.

Porém, o eleitor que está menos decidido, com menor identificação com seus candidatos, têm mais chances de se abster. Isso também explica o porquê de a abstenção no segundo turno ser maior do que no primeiro em 2020, enquanto 294.861 votaram no primeiro turno, só 284.352 votaram no segundo turno.

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Fábio força não!

Se pesquisas decidisse eleição… Blairo nunca teria sido governador de Mato Grosso, pontuou o pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá, Fábio Garcia.

Menino Fábinho, o que pretende dizer?

Então vamos no túnel do tempo: o então pré-candidato ao Palácio Paiaguas em 2002, começou pontuando com apenas e tão somente 2% nas pesquisas eleitoral.

O candidato Blairo Borges Maggi, momentos antes de uma reunião no Clube de Diretores Lojistas de Cuiabá, na Avenida Getúlio Vargas, encontrou-se com o editor do Blog do Valdemir, que ele (Maggi), não chegaria na reta final.

Ele respondeu: na primeira quinzena de setembro eu viro o jogo. Uma resposta curta e grossa. E não é que ele virou mesmo o jogo.

Então lá vem a pergunta: quer dizer que na campanha eleitoral de 2024, vai virar o jogo e será o Prefeito de Cuiabá?

Fábinho quer um conselho? Pede pra Virgínia Mendes levá-lo aos bairros, te apresentar para a população e, não se esqueça de conversar com Adjaime Ramos, que é um verdadeiro articulador político, para lhe mostrar como “TRABALHAR” para ganhar uma eleição em Cuiabá.

Nota do Boteco da Alameda

As recentes pesquisas eleitorais, confirmam que as eleições de 2024 serão altamente competitivas. Outro ponto que vem perturbando o núcleo duro do Boteco da Alameda é que Abílio Brunini será novamente o protagonista, e para colocar um ponto de interrogação: quais dos pré-candidatos conseguirá avançar para o segundo turno com Abílio?

Assim, desde que bem-feita, uma pesquisa a respeito das intenções de votos é muito bem-vindas. Elas são mais uma fonte de informação para os eleitores e políticos.

As pesquisas não preveem o resultado das eleições exatamente porque permitem que as pessoas mudem suas decisões. Não se deve olhar para as pesquisas assim. Nem devemos vê-los como instrumentos de manipulação em um outro contexto que seria de outra forma, livre de interferências.

Devemos, sim, desconfiar de Institutos de Pesquisas desconhecidos e daqueles cujos resultados são muitos diferentes dos demais.

Quanto mais informações tivermos, mais certos estaremos de nossas decisões no dia da eleição.

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Política

A complexidade e os impasses na formação de chapas do MDB em Mato Grosso

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As articulações políticas que antecedem o período eleitoral costumam revelar a complexidade das negociações partidárias no cenário mato-grossense. Em um contexto de intensas disputas por espaço e representatividade profissional, os bastidores dos partidos transformam-se em arenas decisivas para a definição das candidaturas que disputarão o voto popular nas urnas.

Essas negociações eleitorais ocorrem predominantemente na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, bem como em reuniões estratégicas conduzidas por lideranças regionais. O ambiente interno da agremiação tornou-se o centro das atenções à medida que os prazos regimentais e as convenções se aproximavam.

As movimentações mais recentes intensificaram-se ao longo dos últimos meses de definições partidárias, período em que as siglas precisaram consolidar suas nominatas oficiais. O calendário eleitoral impôs um ritmo acelerado para a construção de consensos e para a viabilização das chapas proporcionais no estado.

A ex-prefeita da cidade de Sinop, Rosana Martinelli, figura central nesse processo, buscava consolidar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Contudo, a decisão estratégica da Diretoria Partidária de não lançar candidatos ao cargo de deputado federal acabou por inviabilizar suas pretensões eleitorais para a disputa deste ano.

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A reviravolta na trajetória política da ex-gestora ocorreu porque o MDB estadual enfrentou severas dificuldades na formação de um grupo competitivo para a disputa proporcional. Diante das desistências de nomes estratégicos e da ausência de consenso interno, a sigla optou por priorizar outras frentes de atuação regional.

A condução das negociações deu-se por meio de reuniões diretas lideradas pela presidente estadual do partido, a deputada estadual Janaina Riva. Segundo avaliações do próprio grupo político, a coordenação do processo demandou habilidade para gerenciar divergências e conciliar os interesses individuais e coletivos das lideranças envolvidas.

Diversos fatores conjunturais motivaram o desfecho desfavorável às pretensões de Rosana Martinelli, incluindo a desistência de potenciais pré-candidatos que priorizaram projetos pessoais. Além disso, a inviabilização de outras candidaturas regionais, como a da vice-prefeita Coronel Vânia à Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), evidenciou a fragilidade da base aliada.

Diante do cenário de frustração das candidaturas regionais, a ex-prefeita de Sinop adotou uma postura pragmática ao declarar a ausência de mágoas e ao reconhecer a complexidade do amadurecimento político institucional. A líder reafirmou a disposição de colaborar ativamente com projetos de aliados estratégicos na esfera estadual.

Os desdobramentos operacionais dessa reorganização partidária refletem-se no apoio declarado de Rosana Martinelli à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Simultaneamente, a ex-gestora confirmou sustentação à postulação de Janaina Riva ao Senado Federal, demonstrando alinhamento com a estrutura governista.

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Por fim, o futuro político da ex-prefeita permanece em aberto, dependendo de futuras deliberações pessoais e do quadro de coligações que se desenhará nos próximos ciclos. A trajetória recente evidencia que as alianças partidárias dependem da constante repactuação de interesses em um cenário dinâmico e em permanente transformação.

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