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COPA DO BRASIL

Flamengo é eliminado pelo Vitória

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O Flamengo foi até Salvador na noite desta quinta-feira (14) e acabou derrotado pelo Vitória por 2 a 0, no Barradão, pelo jogo de volta da 5ª Fase da Copa do Brasil. Mesmo com maior posse de bola e volume ofensivo durante boa parte da partida, o Rubro-Negro encontrou dificuldades para furar a defesa baiana e viu os donos da casa serem eficientes nas oportunidades criadas.

Com gols de Erick, ainda no primeiro tempo, e Luan Cândido, na etapa final, a equipe comandada por Leonardo Jardim se despediu precocemente da competição nacional.

O jogo

A partida começou equilibrada, com as duas equipes buscando controlar a posse de bola. Logo nos primeiros minutos, o Vitória abriu o placar com um golaço de Erick. Após recuperar a bola na entrada da área, o atacante acertou um chute no ângulo de Rossi: 1 a 0.

Em desvantagem, o Flamengo passou a ocupar mais o campo ofensivo e aumentou a pressão em busca do empate. Aos 36 minutos, o Rubro-Negro criou duas boas oportunidades em sequência. Primeiro, Luiz Araújo arriscou de fora da área e obrigou o goleiro a fazer a defesa. No rebote, Samuel Lino bateu colocado no canto, e a bola saiu raspando a trave.

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Apesar da pressão nos minutos finais, o Flamengo foi para o intervalo atrás no placar.

No início da segunda etapa, o Flamengo voltou criando boas chances. Emerson Royal cruzou na área, e Carrascal cabeceou para defesa de Lucas Arcanjo. Na sequência, Luiz Araújo fez boa jogada pela direita e cruzou na segunda trave para Samuel Lino, que desviou para fora.

O Flamengo seguiu pressionando e acumulando oportunidades. Aos 11 minutos, Luiz Araújo chutou de fora da área, a bola desviou na defesa e subiu. Bruno Henrique ganhou pelo alto e cabeceou à queima-roupa para grande defesa do goleiro, evitando o gol de empate.

Na primeira grande chegada do Vitória no segundo tempo, os donos da casa ampliaram com Luan Cândido. Após Rossi afastar parcialmente de soco, a bola sobrou para o zagueiro, que acertou um voleio. A finalização passou entre o braço do goleiro rubro-negro e entrou: 2 a 0.

Precisando de um gol para levar a decisão aos pênaltis, o Flamengo manteve a pressão até os minutos finais. Emerson Royal cruzou na área, e Léo Pereira cabeceou por cima do gol.

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Apesar das tentativas, o Flamengo não conseguiu diminuir o placar, e o Vitória confirmou a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil.

Ficha técnica

Vitória 2 x 0 Flamengo

Copa do Brasil | 5ª Fase | Jogo de volta
Local: Barradão, Salvador-BA
Data e horário: 14/05/2026 às 21h30
Arbitragem: Raphael Claus (SP), Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Bruno Boschilia (PR)
Cartões amarelos: Varela (FLA), Carrascal (FLA) e Caíque (VIT)
Gols: Erick (7’/1ºT) e Luan Cândido (17’/2ºT).

Vitória – Lucas Arcanjo; Nathan Mendes, Cacá, Luan Cândido e Ramon; Baralhas (Caíque), Emmanuel Martínez e Zé Vitor; Erick (Marinho), Renê (Renato Kayzer) e Matheuzinho (Tarzia).

Técnico: Jair Ventura.

Flamengo – Rossi; Emerson Royal, Danilo, Léo Pereira e Alex Sandro (Varela); Evertton Araujo, Jorginho e Carrascal (Pedro); Luiz Araújo (Everton Cebolinha), Samuel Lino (Wallace Yan) e Bruno Henrique.

Técnico: Leonardo Jardim.

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ESPORTES

Ação Judicial de despejo por inadimplência de aluguel

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O Operário Futebol Clube voltou ao centro das atenções fora das quatro linhas após ser alvo de uma ação judicial de despejo por inadimplência de aluguel em Várzea Grande. Em meio à campanha irregular no Campeonato Brasileiro da Série D, o clube enfrenta uma nova turbulência administrativa, justamente no momento em que tenta reagir esportivamente após conquistar a primeira vitória na competição, somente na sexta rodada.

A ação foi protocolada no último dia 7 e tramita na 3ª Vara Cível de Várzea Grande. O processo foi movido por uma idosa de 89 anos, proprietária do imóvel utilizado pelo clube como alojamento de atletas desde fevereiro de 2023. Segundo a autora da ação, a renda proveniente da locação é fundamental para custear despesas relacionadas ao próprio tratamento de saúde.

O imóvel alvo da disputa judicial está localizado no bairro Jardim Aeroporto, em Várzea Grande, e vinha sendo utilizado como “república dos atletas” do clube. Conforme consta na petição inicial, o contrato de locação previa pagamento mensal de R$ 1,3 mil. Embora o acordo tenha expirado em 2024, a ocupação do imóvel teria sido mantida mediante prorrogação por prazo indeterminado.

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De acordo com a proprietária, os pagamentos teriam sido interrompidos em abril de 2025, gerando acúmulo de débitos ao longo dos meses seguintes. Ainda segundo os autos, houve apenas um pagamento parcial realizado em janeiro de 2026, no valor de R$ 3 mil, montante considerado insuficiente para quitar a dívida total acumulada pelo clube.

Diante do cenário de inadimplência, a defesa da autora requereu à Justiça a concessão de tutela de urgência para determinar a desocupação imediata do imóvel. Além do despejo, a ação também pede a rescisão formal do contrato de locação e a condenação do clube ao pagamento inicial de R$ 19.828,80 referentes aos aluguéis e encargos em aberto.

O caso ampliou a pressão sobre a diretoria do clube, que já convive com questionamentos relacionados à instabilidade financeira e aos resultados esportivos na Série D. Dentro de campo, o Operário ainda busca recuperação para permanecer com chances reais de classificação à próxima fase da competição nacional, após um início considerado abaixo das expectativas da torcida.

O presidente do clube, Wendel Rodrigues, afirmou que a dívida mencionada no processo não pertence à atual gestão administrativa. Segundo ele, o imóvel citado não faz mais parte da estrutura atualmente utilizada pelo clube, que estaria instalado em outro endereço desde mudanças realizadas após administrações anteriores.

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Ao comentar o caso, Wendel Rodrigues declarou que irá apurar as informações relacionadas ao processo judicial e atribuiu a origem da pendência à gestão anterior.

Essa casa é do desembargador Ricardo Almeida, a gente está num local novo, é coisa da época do Maninho. Vou averiguar”, afirmou o dirigente ao ser procurado para comentar a ação.

A nova controvérsia reacende um histórico de dificuldades estruturais enfrentadas pelo clube nos últimos anos. O Operário já atravessou períodos marcados por instabilidade financeira, troca de dirigentes e incertezas sobre a manutenção de atividades esportivas. Agora, a possibilidade de despejo volta a expor fragilidades administrativas em um momento decisivo da temporada.

Enquanto aguarda os desdobramentos judiciais do caso, o clube tenta concentrar esforços na sequência da Série D para evitar uma eliminação precoce. Paralelamente ao desafio esportivo, a diretoria precisará administrar os impactos da crise fora de campo, diante da repercussão pública de mais um episódio que atinge diretamente a imagem institucional da equipe mato-grossense.

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