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PESQUISANDO COM O ELEITOR

Solta a sua imaginação e responda a pergunta de Mauro Mendes

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Aqui nada e aí? Também nada? Então vamos interagir. Amigos internautas o Blog do Valdemir é para falar do dia a dia dos acontecimentos e o que poderá acontecer na política mato-grossense.

Além da informação, temos umas pitadas nas entrelinhas. Olhar diferente os bastidores não significam ser diferente. O nosso objetivo é deixar seu dia mais agradável e bem informado. Sejam bem-vindos, e ótima quarta-feira, e hoje vamos de Mauro Mendes Ferreira, o nosso “Homem de Ferro”, do Partido União Brasil (UB).

Vamos interagir um pouco e saber o que vocês pensam do pleito eleitoral em Mato Grosso 2022.

Estamos no dia 11 de maio, na última segunda-feira, o senhor Mauro Mendes Ferreira disse no interior de Mato Grosso que, no MÁXIMO em 30 dias dará a resposta e, como palavra de um líder, quem vem da escola de Blairo Borges Maggi do Partido Progressista (PP), e Jayme Veríssimo de Campos do União Brasil (UB), tem muita credibilidade, e estaremos esperando no dia 9 de junho. Ou o senhor está a cantar a música “Sonhador”, interpretada por Leonardo eu não sei pra onde vou.… pode até não dar em nada.

Em 2006, Blairo Borges Maggi respondeu para a equipe de reportagem do Blog do Valdemir e disse: eu sei.

Continuando…, o Homem de Ferro, o governador Mauro Mendes Ferreira, questionado está semana se vai tentar um segundo turno, o chefe do Executivo Estadual saiu com essa: essa pergunta vale um milhão.

Muito bem senhor Governador do Estado de Mato Grosso, então os nossos amigos internautas irão nos ajudar à responder. Lembrando que algumas dessas perguntas, já foram feitas para o governador Mauro Mendes.

Vamos as perguntas amigos internautas:

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1- Mauro quer continuar no cargo, porém vai disputar a reeleição se conseguir construir as condições de:

a) apoio da família
b) apoio político
c) apoio de Nenel

2- Você acha que Mauro está preocupado com adversário

a) sim
b) não
c) ele se acha o último refrigerante do deserto

3- Mauro não confirmou sua candidatura antes do dia 2 de abril, porque:

a) ficou com medo de Nenel renunciar disputar o Governo
b) devido problemas políticos
c) está esperando o busão do BRT

4- Mauro morre de medo de enfrentar

a) Wellington Fagundes
b) Antônio Galvan
c) quem Nenel Pinheiro indicar

5- Mauro terá apoio de Blairo Maggi?

a) sim
b) não
c) só se Mauro Mendes apoiar Neri Geller

Muito obrigado amigo internauta pela sua participação, se não quiser participar também obrigado.

Para encerrar: Mauro Mendes é candidato à reeleição. O Senador da chapa será Wellington Antônio Fagundes do Partido Liberal (PL), e Jayme Veríssimo de Campos do União Brasil (UB), e oHomem de Gelo, Blairo Borges Maggi do Partido Progressista (PP) também: não há nenhum impedimento para que o governador Mauro Mendes reúna no seu palanque os dois candidatos.

Senhores navegantes: Otaviano Olavo Pivetta será o vice de Mauro Mendes, o primeiro suplente de Wellton Fagundes ao Senado será o ex-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho Junior.

Querem mais?

O presidente da Aprosoja do Brasil, Antônio Galvan vem conversando com Tião da Zaeli que está filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e com o empresário Flávio Frical, atualmente no PRÓS para bater chapa contra o governador e candidato a reeleição Mauro Mendes.

Não podemos deixar Mauro disputar sozinho. A pretensão é sempre ter um nome próprio da gente, né”?

Então, “tirrim-tirrim fechou o balaio” e quem desistir vai levar cobrinha na anca, pois lugar de gente feia é da onde veio.

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Hoje vamos de Mauro Mendes.

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Política

Teia de suspeitas do VLT e impasse do BRT tensionam relação entre “Governo” e “Oposição”

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) converteu-se no cenário de um intenso embate político que paralisou o debate sobre a infraestrutura local. O episódio ocorreu durante uma Audiência Pública de prestação de contas que acabou por desviar o foco técnico para antigas disputas eleitorais. A sessão, que deveria esclarecer o andamento das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), transformou-se em uma arena de acusações recíprocas entre a base governista e a oposição. O impasse reflete a profunda polarização que historicamente caracteriza a gestão das grandes obras de mobilidade urbana na capital mato-grossense.

O debate centralizador das discussões ocorreu no Palácio Dante de Oliveira, sede do Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso, localizada no Centro Político Administrativo de Cuiabá. A escolha do local conferiu caráter oficial e solene ao encontro, que reuniu parlamentares, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada. A capital, que convive há mais de uma década com os transtornos decorrentes de projetos de transporte inacabados, serviu como pano de fundo geográfico e social para o confronto. O ambiente do plenário, marcado por discursos inflamados e questionamentos incisivos, evidenciou a urgência das respostas demandadas pela população cuiabana.

A reunião deliberativa aconteceu nesta terça-feira, momento em que o cronograma físico e financeiro do BRT voltou a ser oficialmente questionado pela Comissão Parlamentar competente. O agendamento da Audiência Pública atendeu a um requerimento de urgência apresentado pela oposição, motivado pelas sucessivas dilações nos prazos de entrega das vias exclusivas de transporte. A temporalidade do evento revelou-se estratégica, ocorrendo em um período de crescente cobrança social pela retomada e finalização dos corredores estruturais de trânsito na região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística do Estado de Mato Grosso (SINFRA/MT), Marcelo de Oliveira, conhecido politicamente como Marcelo “Padeiro”, figurou como o principal convocado para prestar os esclarecimentos técnicos necessários. O gestor, contudo, optou por retirar-se do recinto parlamentar antes da formulação das perguntas cruciais pelos deputados da oposição, gerando forte descontentamento no plenário.

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A conduta do secretário foi interpretada pela bancada oposicionista como uma deliberada esquiva diante das responsabilidades administrativas referentes aos contratos e aditivos vigentes.

A convocação oficial da autoridade governamental deu-se em razão da necessidade imperiosa de esclarecer os motivos das constantes paralisações e o encarecimento das obras do BRT. O projeto atual, que substituiu o antigo modelo de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), é alvo de investigações que apontam suposta falta de planejamento e excesso de contratações diretas sem licitação. Os deputados estaduais exigiam a apresentação detalhada de planilhas de custos e a justificativa para a escolha de consórcios específicos para a execução dos lotes remanescentes.

A controvérsia instalou-se em virtude do abandono da sessão pelo secretário e das posteriores declarações do governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, que saiu em defesa de seu colaborador. O chefe do Executivo Estadual descaracterizou as cobranças técnicas da oposição ao sugerir que a campanha eleitoral de 2012 do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), fora financiada com desvios do extinto projeto do VLT.

Esse movimento retórico redirecionou a pauta de fiscalização orçamentária para o campo das suspeitas criminais pretéritas, inflamando o ambiente político estadual e deslocando o foco das atuais falhas de execução do BRT.

Os parlamentares estaduais utilizaram-se dos mecanismos constitucionais de fiscalização do Poder Executivo, amparados pelo regimento interno da Casa de Leis e pela prerrogativa de controle externo da administração pública. A inquirição dos secretários de Estado constitui um dever do parlamento e um direito do cidadão ao acesso à informação e à transparência pública. A utilização desse instrumento de controle democrático visa garantir que os recursos públicos sejam aplicados em conformidade com os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.

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A complexidade operacional e financeira que envolve a transição do modelo de VLT para o BRT justifica a intensa preocupação dos órgãos de controle e dos representantes do Legislativo. Um dos pontos de maior atrito consiste no expressivo aumento do valor de um lote licitado, cujo custo inicial saltou de R$ 68 milhões para expressivos R$ 120 milhões em apenas dois meses.

A dispensa de licitação concedida sistematicamente a uma única empresa construtora agravou as suspeitas de favorecimento, motivando pedidos de auditoria detalhada junto ao Tribunal de Contas do Estado.

O impacto imediato desse novo embate político consiste no severo travamento da interlocução institucional entre o Palácio Paiaguás e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. As declarações de Otaviano Pivetta geraram forte reação do deputado petista Lúdio Cabral, que refutou veementemente as acusações de corrupção eleitoral e prometeu acionar os meios jurídicos cabíveis para restabelecer sua honra. A judicialização da disputa política tende a prolongar o clima de instabilidade, prejudicando a aprovação de matérias de interesse público e a própria fiscalização das obras de mobilidade urbana.

A sociedade mato-grossense permanece como a principal prejudicada pelo prolongamento indefinido dos canteiros de obras que obstruem o tráfego e deterioram o comércio de Cuiabá. Enquanto as lideranças políticas priorizam a disputa de narrativas sobre eventos ocorridos há mais de uma década, o cronograma do BRT segue sem uma definição concreta de entrega.

A expectativa coletiva por um sistema de transporte coletivo moderno e eficiente continua frustrada pela crônica incapacidade de planejamento e pela constante partidarização das soluções de infraestrutura pública.

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