PROÍBIDO DE TUDO NA RETA FINAL
Se preparem: 2024 será um ano crucial para Nenel Pinheiro
Sextou e todos do grupo político do Boteco da Alameda parabeniza o senhor José Roberto Stopa, ainda por enquanto no Partido Verde (PV), por participar da promoção: Prefeito de Cuiabá por dois dias.
Eitaa lasqueira, o Boteco da Alameda tá que tá.
Aí, o editor do Blog do Valdemir vai lá e posta uma frase de superação. Você pensa que ele passou a torcer para o Palmeiras, superou a meta do rendimento financeiro, não é nada disso.
O seu “AMIGO”, o emedebista Nenel Pinheiro voltou para reassumir a Prefeitura de Cuiabá, “el, el, el, el, meu “AMIGO” Nenel“. Tá de brincadeira senhor editor!
Estamos apenas no terceiro mês do ano de 2024 e os frequentadores do Boteco da Alameda, já estão cansados de dizer o que nem precisaria mais ser dito. De proferir tantos argumentos desgastados. De tentar convencer quem a vida já deveria ter convencido. De se sentir impotente, indignado. De assistir Cuiabá em crise, abandonada sem poder nada fazer. De ver um prefeito cuiabano aplaudido por alguns.

O núcleo duro do Boteco da Alameda tem fortes guerreiros, mas estão cansados. Cansados de acordar todos os dias e ver o caos que se encontra Cuiabá. Cansados de mentiras virarem verdades graças a conveniência de quem emite. Do “Fake News” ser mais forte que o fato, mesmo aonde tanta informação é escondida. De lamentar por alguns que se vão cedo, também cansados, para um lugar melhor… em busca de boas notícias.
É triste, mas é verdade: em tão pouco tempo já estamos cansados. Sim, somos fortes e iremos em frente. Mas não há como não sentir isso tudo. Um cansaço imenso de tudo o que tem acontecido. Um cansaço imenso de tudo o que vai acontecer. Um cansaço imenso… de tudo o que ainda não aconteceu.
Enfim, o grupo político do Boteco da Alameda está cansado. Até de escrever. Segue o fluxo!
Último ano será crucial para Nenel Pinheiro
O que Nenel Pinheiro pretende nos últimos nove meses de mandato? Nenel tentará mostrar do que não realizou em sete anos: uma boa gestão, para fechar o ciclo de dois mandatos com capital político positivo.
Essa reta final, porém, precisa obedecer a uma série de regras especiais, que fixam balizas para a execução orçamentário.
A partir de abril, por exemplo, a administração do menino da Rua Joaquim Murtinho, Nenel Pinheiro, estará proibida de se comprometer com novas despesas que não possam ser quitadas dentro do mandato, conforme o art. 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Também será nulo qualquer ato que resulte em aumento de despesa com pessoal, a exemplo de gratificações nos últimos 180 dias, segundo o art. 21, parágrafo único.
Já o art. 38, IV, ‘b’, veda operações de crédito para antecipação de receita, a fim de evitar gambiarras insustentáveis nas finanças.
A Lei Eleitoral (Lei Federal n° 9504/1997), por sua vez, coloca travas no uso da máquina administrativa no processo de sucessão, com vedações expressas em seu artigo 73.
Ao longo do segundo semestre, o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro estará proibido de conceder qualquer aumento de remuneração dos servidores.
A publicidade oficial é vedada por completo nos três meses prévios à eleição e, no primeiro semestre, o gasto de propaganda fica limitado à média verificada ao longo de 2021, 2022 e 2023, considerando-se o mesmo período do ano.
Apesar da obviedade, vale lembrar que a legislação também proíbe Nenel Pinheiro, de ceder ou usar, em benefício de candidato, bens móveis e imóveis da administração pública, usar indevidamente materiais ou serviços custeados pelo município e ceder servidor público ou usar de seus serviços para comitês de campanha eleitoral durante o horário de expediente.
As normas são rígidas, mas não exigem nada além de moralidade e, razoabilidade, predicados sempre esperado do “AMIGO” do editor do Blog do Valdemir, para gerir a capital de todos os mato-grossenses, cujas ações têm de ser pautadas pelo bom senso e pelos princípios gerais da administração pública.
Como fica evidente, o principal objetivo das regras estabelecidas para o último ano de mandato é evitar que o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro abuse do cargo durante a campanha eleitoral ou criem dívidas para o próximo gestor.

Conter despesas e equilibrar as contas neste momento é, evidentemente, contraintuitivo para Nenel Pinheiro que busca eleger o José Roberto Stopa (PV) em outubro.
Contudo é preciso que o emedebista Nenel Pinheiro compreenda que sua própria permanência no âmbito público depende do estrito cumprimento da legislação, seja para convencer a sociedade de que fez por merecer sua confiança, seja para ter as contas aprovadas e manter pré-requisitos formais de elegibilidade.
Política
Nova Mesa Diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá para o Biênio 2027/2028
A Câmara Municipal de Cuiabá definiu, nesta terça-feira, sua nova composição de comando para o Biênio 2027/2028. O vereador Ilde Taques (Podemos) foi eleito presidente da Casa de Leis com os 27 votos dos parlamentares presentes, alcançando unanimidade em um processo eleitoral marcado pela ausência de disputa e pela consolidação de um amplo bloco de apoio político.
A eleição respondeu à principal questão do processo legislativo: quem comandará o Poder Legislativo Municipal nos próximos dois anos. Além da escolha de Ilde Taques para a Presidência, a nova Mesa Diretora será composta por Eduardo Magalhães como primeiro vice-presidente, Maria Avallone como segunda vice-presidente, Adevair Cabral como primeiro-secretário e Michelly Alencar como segunda-secretária.
O pleito ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, sede oficial do Parlamento da Capital Mato-grossense. O resultado reafirma a força das articulações políticas construídas ao longo dos últimos meses e estabelece uma nova configuração administrativa para conduzir os trabalhos legislativos até o encerramento do Biênio.
A votação foi realizada sem concorrência, uma vez que apenas a chapa liderada por Ilde Taques foi registrada dentro do prazo regimental. Dessa forma, o parlamentar chegou à eleição em condições favoráveis, reunindo previamente a maioria necessária para assegurar a vitória e evitar o surgimento de candidaturas adversárias.
A definição do novo presidente ocorreu após um período de intensas negociações políticas envolvendo diferentes grupos representados na Câmara Municipal. Nos meses anteriores à eleição, lideranças parlamentares realizaram diversas articulações com o objetivo de formar blocos e consolidar apoios em torno dos nomes colocados para a disputa da Mesa Diretora.

A unanimidade alcançada por Ilde Taques foi resultado direto da convergência construída entre os vereadores. Nenhum parlamentar se manifestou contrariamente à candidatura vencedora, demonstrando um cenário de consenso político pouco comum em eleições internas do Legislativo e evidenciando a capacidade de articulação do grupo que sustentou sua candidatura.
O processo sucessório também foi influenciado pela impossibilidade de recondução da então presidente Paula Calil (PL). A permanência da parlamentar no cargo dependia de alterações no Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, medida que não avançou. Com isso, o cenário político passou a favorecer a construção de uma nova alternativa para a Presidência da Casa de Leis.
Paralelamente, o grupo político ligado ao prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) avaliou diferentes estratégias para a eleição. Na segunda-feira (5), o chefe do Executivo Municipal reuniu vereadores alinhados à sua base e optou por liberar os aliados para que decidissem individualmente seus votos.
A decisão ocorreu após a constatação de que não havia apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva contra Ilde Taques.
Antes da sessão decisiva, Ilde Taques já anunciava o apoio de pelo menos 15 vereadores entre os 27 integrantes do Parlamento Municipal. Durante as articulações realizadas nos meses anteriores, a adesão da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que deixou de apoiar Dilemário Alencar (UB), contribuiu significativamente para fortalecer o bloco político que sustentou a candidatura vencedora.
O reconhecimento da vitória tornou-se público ainda na véspera da eleição, quando o prefeito Abilio Brunini declarou que a escolha de Ilde Taques era praticamente inevitável.
“O Ilde é o próximo presidente da Câmara Municipal. Isso não tem dúvida, isso é certo”, afirmou.
Após a definição do resultado, o prefeito ressaltou que manterá o diálogo institucional com o novo presidente, reforçando a importância da harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo para a condução das pautas de interesse da população cuiabana.
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