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FATOS QUE VEM ACONTECENDO EM CUIABÁ

Sabadão tem Juca do Guaraná defendendo Nenel e Centro Custódia de Cuiabá (CCC)

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Ao que parece, a volta de intervenção na Saúde de Cuiabá, vem incomodando muitas pessoas, mas será impossível não voltar a noticiar os fatos que vem acontecendo em nossa querida cidade. Nos últimos anos na administração do prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro, já tivemos 13 operações.

No Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT), faltam 8 desembargadores para votar. O placar marca 5 a zero, pelo retorno da intervenção. Segue o fluxo!

Fim de semana, sabadão no Blog do Valdemir tem: deputado estadual, Lidio Barbosa, o Juca do Guaraná (MDB), que obteve uma boa votação na sua cidade política defendendo o meu amigo da Rua Joaquim Murtinho.

Quem imaginaria que o garoto do Jardim Leblon e do Pedregal, daqueles que jogavam futebol, bolinha de gude e empinava pipa, surpreenderia a muitos. As revelações que fez na imprensa mostra um cidadão amigo.

Mas a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, garante que nunca o verá envolvido em malandragem, escândalos ou denúncias. Mas dá uma amostra das astúcias de que lança para defender o meu amigo Nenel Pinheiro.

Entretanto, porém, contudo, é bom ressaltar que um político tem que cobrar, fiscalizar e participar no desenvolvimento do Estado, da sua cidade, afinal, a cidade de Cuiabá é de todos nós. Mas do que ter mandado político de 4 anos, compete ao parlamentar acompanhar de forma permanente o que está sendo executado em seu município.

Entenda

Juca do Guaraná, está vendo muito. Agora, ele acredita que a culpa das “Operações” é da Polícia. Vejam o abismo do absurdo, colocando em xeque a credibilidade do alto escalão da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SESP/MT). Secretário, sub-secretários, delegados, terão que ir na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) para dizer sobre as operações. O parlamentar estadual do MDB, Juca do Guaraná, disse que é “suspeito” o uso do aparato policial.

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Senão vejamos e convenhamos:

Hoje (quinta), quando o TJMT se reune para discutir a retomada ou não da intervenção na Saúde de Cuiabá, a Polícia Civil vai para as ruas fazer “Operação” de um contrato que não foi pago, que não existe mais. Gastar combustível, gera despesa para servir a um possível uso político, que precisa ser investigado“, disse o deputado estadual Juca do Guaraná.

Além de questionar as “Operações” policiais deflagradas contra o prefeito cuiabano, Nenel Pinheiro, o parlamentar emedebista afirmou que a perseguição a administração de Nenel já chega a causar constrangimento.

Não, não e não Juca. Que cidade, que estado em que você vive? Tá de sacanagem Juca do Guaraná.

Pelo lado da Câmara Municipal de Cuiabá, alguns vereadores como Revinaldo Nascimento (PSDB) e Luis Cláudio (Progressisstas), também saíram em defesa da Prefeitura de Cuiabá e do prefeito cuiabano.

Se tem remédio vencido, e pode acontecer, se houve dolo ou o que for, que se apure remédio vencido, não estou aqui defendendo má gestão, mas toda gestão tem. O que não pode é esta guerra que se tornou Mato Grosso, nesta questão política, guerra de gestores. O que estão fazendo com a Prefeitura de Cuiabá é covardia”, disse Renivaldo Nascimento.

Luís Cláudio criticou o que chama de perseguição.

Por estar no parlamento nós temos a condição de dizer, é muito estranho isso, recentemente houve o julgamento de uma processante aqui, uma operação, parece um kit, hoje um julgamento do Órgão Especial, outra operação, há muito mais coisas que a gente não quer enxergar, vamos ter cuidado com as nossas suposições e as nossas falas nesta Casa de Leis, mas a história vai contar lá na frente”.

Pinheiro perseguido?

Recentemente Emanuel Pinheiro (MDB), rasgou o verbo e mandou recados diretos para Mauro Mendes (UB), a quem atribui uma verdadeira obsessão em lhe perseguir. Para Emanuel, o adversário político ressalta questões complexas sobre a saúde da capital, muitas delas que sempre existiram, para fabricar fatos políticos e criar um cenário de “caos”.

Emanuel Pinheiro diz que essa perseguição é por causa da derrota que Mauro Mendes que sofreu na eleição de 2020, quando fez campanha e tudo que podia para eleger o candidato Abílio Brunini, contra sua candidatura de reeleição. E que o governador Mauro Mendes não engoliu a derrota até hoje e tenta atingir a gestão, via bastidores, porque não consegue lhe vencer no voto.

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Eitaaaaa…segue o fluxo!

Centro de Custódia de Cuiabá

Só para registrar: a Justiça de Mato Grosso determinou que o Estado deva reativar o Centro de Custodia de Cuiabá (CCC). A decisão é do corregedor penitenciário Geraldo Fernandes Fidelis, no qual apontou que os presos transferidos da unidade para o Raio 8 da Penitenciária Central do Estado (PCE) tem tido direito violados.

Hummm…, boa justificativa! Mas será que é somente isso? Seria preocupações com as “Operações” que vai pegar muito com calça curta?

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Política

Teia de suspeitas do VLT e impasse do BRT tensionam relação entre “Governo” e “Oposição”

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) converteu-se no cenário de um intenso embate político que paralisou o debate sobre a infraestrutura local. O episódio ocorreu durante uma Audiência Pública de prestação de contas que acabou por desviar o foco técnico para antigas disputas eleitorais. A sessão, que deveria esclarecer o andamento das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), transformou-se em uma arena de acusações recíprocas entre a base governista e a oposição. O impasse reflete a profunda polarização que historicamente caracteriza a gestão das grandes obras de mobilidade urbana na capital mato-grossense.

O debate centralizador das discussões ocorreu no Palácio Dante de Oliveira, sede do Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso, localizada no Centro Político Administrativo de Cuiabá. A escolha do local conferiu caráter oficial e solene ao encontro, que reuniu parlamentares, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada. A capital, que convive há mais de uma década com os transtornos decorrentes de projetos de transporte inacabados, serviu como pano de fundo geográfico e social para o confronto. O ambiente do plenário, marcado por discursos inflamados e questionamentos incisivos, evidenciou a urgência das respostas demandadas pela população cuiabana.

A reunião deliberativa aconteceu nesta terça-feira, momento em que o cronograma físico e financeiro do BRT voltou a ser oficialmente questionado pela Comissão Parlamentar competente. O agendamento da Audiência Pública atendeu a um requerimento de urgência apresentado pela oposição, motivado pelas sucessivas dilações nos prazos de entrega das vias exclusivas de transporte. A temporalidade do evento revelou-se estratégica, ocorrendo em um período de crescente cobrança social pela retomada e finalização dos corredores estruturais de trânsito na região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística do Estado de Mato Grosso (SINFRA/MT), Marcelo de Oliveira, conhecido politicamente como Marcelo “Padeiro”, figurou como o principal convocado para prestar os esclarecimentos técnicos necessários. O gestor, contudo, optou por retirar-se do recinto parlamentar antes da formulação das perguntas cruciais pelos deputados da oposição, gerando forte descontentamento no plenário.

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A conduta do secretário foi interpretada pela bancada oposicionista como uma deliberada esquiva diante das responsabilidades administrativas referentes aos contratos e aditivos vigentes.

A convocação oficial da autoridade governamental deu-se em razão da necessidade imperiosa de esclarecer os motivos das constantes paralisações e o encarecimento das obras do BRT. O projeto atual, que substituiu o antigo modelo de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), é alvo de investigações que apontam suposta falta de planejamento e excesso de contratações diretas sem licitação. Os deputados estaduais exigiam a apresentação detalhada de planilhas de custos e a justificativa para a escolha de consórcios específicos para a execução dos lotes remanescentes.

A controvérsia instalou-se em virtude do abandono da sessão pelo secretário e das posteriores declarações do governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, que saiu em defesa de seu colaborador. O chefe do Executivo Estadual descaracterizou as cobranças técnicas da oposição ao sugerir que a campanha eleitoral de 2012 do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), fora financiada com desvios do extinto projeto do VLT.

Esse movimento retórico redirecionou a pauta de fiscalização orçamentária para o campo das suspeitas criminais pretéritas, inflamando o ambiente político estadual e deslocando o foco das atuais falhas de execução do BRT.

Os parlamentares estaduais utilizaram-se dos mecanismos constitucionais de fiscalização do Poder Executivo, amparados pelo regimento interno da Casa de Leis e pela prerrogativa de controle externo da administração pública. A inquirição dos secretários de Estado constitui um dever do parlamento e um direito do cidadão ao acesso à informação e à transparência pública. A utilização desse instrumento de controle democrático visa garantir que os recursos públicos sejam aplicados em conformidade com os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.

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A complexidade operacional e financeira que envolve a transição do modelo de VLT para o BRT justifica a intensa preocupação dos órgãos de controle e dos representantes do Legislativo. Um dos pontos de maior atrito consiste no expressivo aumento do valor de um lote licitado, cujo custo inicial saltou de R$ 68 milhões para expressivos R$ 120 milhões em apenas dois meses.

A dispensa de licitação concedida sistematicamente a uma única empresa construtora agravou as suspeitas de favorecimento, motivando pedidos de auditoria detalhada junto ao Tribunal de Contas do Estado.

O impacto imediato desse novo embate político consiste no severo travamento da interlocução institucional entre o Palácio Paiaguás e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. As declarações de Otaviano Pivetta geraram forte reação do deputado petista Lúdio Cabral, que refutou veementemente as acusações de corrupção eleitoral e prometeu acionar os meios jurídicos cabíveis para restabelecer sua honra. A judicialização da disputa política tende a prolongar o clima de instabilidade, prejudicando a aprovação de matérias de interesse público e a própria fiscalização das obras de mobilidade urbana.

A sociedade mato-grossense permanece como a principal prejudicada pelo prolongamento indefinido dos canteiros de obras que obstruem o tráfego e deterioram o comércio de Cuiabá. Enquanto as lideranças políticas priorizam a disputa de narrativas sobre eventos ocorridos há mais de uma década, o cronograma do BRT segue sem uma definição concreta de entrega.

A expectativa coletiva por um sistema de transporte coletivo moderno e eficiente continua frustrada pela crônica incapacidade de planejamento e pela constante partidarização das soluções de infraestrutura pública.

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