Search
Close this search box.

PASSANDO RASTEIRA

Reunião no Paiaguas solta faísca e luz acabará em julho

Publicados

em

Imagine acompanhar uma reunião por decisões proporcionais e, de repente, ouvir estouros e a energia podendo acabar no máximo no mês mais importante que antecede o pleito eleitoral: as convenções partidárias em julho.

Faíscas caíram sobre os Democratas (DE), o Governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira, o Senador Jayme Veríssimo de Campos, Júlio José de Campos, os deputados estaduais do Partido Democratas, José Eduardo Botelho, Dilmar Dal’Bosco, o suplente de Senador e presidente estadual do DEM, Fábio Paulino Garcia dentre outros nomes presentes.

O fio arrebentou, agora falta coragem para alguns líderes políticos jogar a farofa no ventilador.

Faísca…, tá de brincadeira?

Aqueles contratos a peso de ouro para serem as ferramentas de informações (fontes) da equipe do Blog do Valdemir estão soltando fogos com o casamento chegando ao seu final. Os motivos: na primeira tentativa de pegar na mão, o “eumismo”, falou mais alto.

Fábio Garcia vem sendo assediado para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) ou até mesmo uma na Câmara Federal, e aí já sabe, os deputados Dilmar Dal’Bosco e José Eduardo Botelho subiram o tom da reunião.

Quer saber o motivo? Vocês podem não acreditar mais os deputados do Partido Democratas (DEM), estão com medo de disputar uma vaga com Fabinho.

Então vamos para a matemática: teremos quatro candidatos de peso, disputando três cadeiras no Legislativo mato-grossense e, para ter uma noção, quem tiver menos do que 25 mil votos, vão pegar o barco e descer o Rio Cuiabá, podendo parar na cidade de Santo Antônio do Leverger ou descer o Rio Cuiabá mais abaixo…, sabe-se lá onde né.

E segundo um deputado nervosinho da Casa de Leis, o DEM vai eleger 4 deputados….SERÁ!

Bom…, seguindo adiante: Na segunda tentativa de se unirem, neste casamento “entre tapas e beijos”, será o pano de fundo deste jogo: José Aparecido dos Santos, o Cidinho Santos, o menino dos olhos de uma importante liderança política no Estado de Mato Grosso. Sim ele mesmo, ele está de volta, mas calma, calma, ele não vai disputar o pleito eleitoral em Mato Grosso, será o coordenador da campanha de reeleição do governador Mauro Mendes Ferreira.

Aí sai o “eumismo” (deputados do DEM) e entra os caciques do DEM, Jayme Campos e Júlio Campos. O que acontece? Segundo os nossos contatos (contrato a peso de ouro), Cidinho Santos desconhece o peso das lideranças políticas da baixada cuiabana e, alguns maldosos falam pelos cantos das salas de reuniões que, Cidinho não mexe uma palha sem antes consultar seu padrinho político do Partido Progressista (PP), Blairo Borges Maggi.

Já se percebeu o distanciamento da reunião desta última quinta-feira? Naquele encontro não houve harmonia, nem nas propostas e muito menos na redução de suas “soberbas”.

Evidentemente que dois polos positivos não formam correntes contínuas (Jayme e Mauro) e queima grande parte dos possíveis polos coligados (um partido com lideranças peso pesado) tem que se afastar para que as coisas ande. Ao que tudo indica…

Leia Também:  Nenel Pinheiro pula de barco; ALMT clima de pré-campanha

Nota da redação

Candidato de peso são aqueles tradicionalmente com lastro eleitoral e partidário. Foi o caso em 2018 com Mauro Mendes.

Hoje quais pesos pesados estão dispostos a quebrar a cara na eleição de 2 de outubro?

O povo pode eleger o governador, mas não pode escolher os candidatos. As candidaturas não são decisões pessoais dos candidatos, pois resultam de acordos dos partidos que menosprezam circunstâncias locais e guiam-se por exigências externas. Os nossos líderes políticos de Mato Grosso muitas vezes se sacrificam pelo interesse maior dos líderes nacionais.

Não adianta falar em democracia lembrando os gregos, liberdade de expressão, direitos do cidadão, eu torço para o time do Dom Bosco etc.…, etc.…é assim que o jogo é jogado. E, não raro o juiz apita errado. Nesse jogo não há inocentes. Porém, os “bispos” não são vítimas inocentes. Eles contribuem para o toma-lá-da-cá, aceitando “sacrifícios” em troca de cargos, vantagens e compensações futuras.

Entendem que o bom cabrito não berra, doura a pílula. Todos sabem que Mauro Mendes levará uma rasteira, mas ele não está e nem sairá atirando de quem está preparando a rasteira.

O tombo que preparam para o Governador do Estado, o Democratas Mauro Mendes, será o pulo do gato amanhã, idem, o mais novo “rasteirado”, José Eduardo Botelho.

Propaganda

Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

Publicados

em

Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

Leia Também:  "Projeto de Lei tenta colocar mordaças nos educadores e retira a liberdade de cátedra dos professores"

A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

Leia Também:  CPI aponta rombo de R$ 1,7 bilhão de sonegação fiscal

O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA