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LINHA DE CHEGADA

Reta final ganha novo componente; campanhas ficam à mercê do noticiário

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Quintouuuu! E os eleitores da nossa “AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, nesta reta final se posicionou para às eleições de 2026.

Levantamentos do Instituto Percent Brasil, divulgado no dia de ontem (15), sobre o posicionamento político ideológico do eleitorado mato-grossense, mostrou que a maioria é direita.

Senão vejamos e acompanhamos: 44,9% dos entrevistados se consideram de direita, 10,7% de centro e 15,7% de esquerda. Outros 19,3% não tem posicionamento político e 9,5% não souberam, não responderam.

Bom e daí? E daí é que chegamos na reta final de 2026 com o candidato do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, e o candidato pelo partido Republicanos, Otaviano Pivetta, tecnicamente empatados na disputa pelo comando do Palácio Paiaguás.

Dito isso, bom, significa que: independentemente de tudo o que tenha acontecido no longo transcurso da campanha, os dois corredores entram na reta final, segundo pesquisas, cabeça a cabeça.

Independentemente de se a situação é essa mesma, porque as pesquisas fazem parte da campanha e tratam de animar a medica e candidato pelo PSD, Natasha Slhessarenko e demais adversários, para que não bata o desânimo, se aceitam o “PODER” da máquina administrativa, trata-se de jogar tudo na reta final.

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O que está em jogo é muita coisa, para se deixar levar por qualquer atitude que dificulta o resultado final.

Disputa-se o futuro do Estado de Mato Grosso. Se se priorizarão as políticas sociais, os combates as desigualdades ou os interesses do capital financeiro e o ajuste fiscal.

Jogar todas as fichas significa também deixar de lado as musiquinhas históricas, que só consolidam o voto de quem já está com Pivetta para tratar de atingir os que estão indecisos, ou que estão do outro lado, mas podem mudar de posição, conforme a abordagem que demos.

A esquerda joga a parada dos descontentes, do contra tudo isso que está aí. Por uma ou outra razão, muitos estão descontentes com algo, seja ou não culpa do Governo.

Quem está no governo sempre leva a culpa do descontentamento das pessoas. Quem governa paga o preço de tudo o que está aí na nossa AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon.

Não basta controlar o passado, ter uma interpretação correta do que já foi. As pessoas estão votando pelo futuro, para satisfazer suas insatisfações. Esse tema a ser o rumo da propaganda na reta final.

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Reta final deixa campanhas à mercê do noticiário

– Não basta explorar o desgaste do adversário, é preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva;
– Quem ganha com o noticiário de hoje pode estar na defensiva amanhã;
– A reta final ganha, um componente novo: não basta explorar o desgaste do adversário. É preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva.

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Política

“Impasse Jurídico” e “Articulação Política” definem a sucessão no “Poder Legislativo Cuiabano”

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A disputa pela Presidência da Câmara Municipal de Cuiabá ingressa em uma fase decisiva caracterizada pela manutenção da candidatura da atual gestora sob condição sub judice, paralelamente à intensificação de articulações políticas para a consolidação de apoio parlamentar.

A vereadora Paula Calil, filiada ao Partido Liberal (PL) e atual presidente do Parlamento Municipal Cuiabano, figura no centro do processo eleitoral como a candidata sustentada por seu grupo político para assegurar a permanência na liderança da Casa de Leis.

A deliberação definitiva dos parlamentares está agendada para o dia 6 de outubro, data em que ocorrerá a votação oficial para a composição e eleição dos membros da Mesa Diretora para o próximo período regimental.

O pleito realiza-se na sede do Poder Legislativo Cuiabano, em Mato Grosso, ambiente no qual o cenário eleitoral é diretamente influenciado pelos desdobramentos de decisões tomadas no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJ/MT).

A condução do processo eleitoral desenvolve-se mediante uma estratégia dupla, na qual os defensores da candidatura impetram recursos judiciais sucessivos contra interpretações regimentais desfavoráveis, enquanto lideranças governistas efetuam negociações diretas no plenário.

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A instauração do contencioso judicial decorre do entendimento reiterado pelo Tribunal de Justiça Estadual que limita a recondução imediata da parlamentar ao cargo, exigindo a busca contínua por medidas liminares que garantam a validade do registro do seu nome na disputa.

No âmbito estritamente numérico, a base de sustentação contabiliza atualmente 13 votos declarados e busca ativamente a adesão do 14º vereador, quantitativo apontado pelo vereador Kássio Coelho como suficiente para consolidar a maioria absoluta necessária no pleito.

A estratégia final de convencimento e mobilização parlamentar efetiva-se através de um plano confidencial estruturado e apresentado pelo próprio parlamentar Kássio Coelho, com a anuência da presidência da Casa de Leis e a articulação do Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, Abilio Brunini.

A consolidação do nome da parlamentar na urnas permanece estritamente condicionada à obtenção de sustentação jurídica tempestiva, cabendo exclusivamente à própria vereadora a decisão pessoal de manter a postulação ou anunciar eventual desistência caso os recursos sejam indeferidos.

O desfecho do pleito encaminha-se para semanas de intensa polarização, nas quais o desfecho das ações no Poder Judiciário ditará a viabilidade formal da chapa, enquanto o grupo governista busca assegurar a maioria necessária para chancelar o resultado no plenário.

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