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ACORDO DE CAVALHEIROS

“Estou à disposição pra continuar trabalhando na presidência do TCE”

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Empossado em 16 de maio de 2012 como Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), Sérgio Ricardo de Almeida possui longa carreira política, iniciada como vereador de Cuiabá em 2000. Em 2002 foi eleito deputado estadual e seguiu legislando por quatro mandatos, tendo atuado como 1° secretário e presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).

No Biênio 2022/2023, Sergio Ricardo presidiu a Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Corte de Contas, liderando discussões importantes para o desenvolvimento ambiental, social e econômico do estado.

O Conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida foi eleito presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) por unanimidade para o Biênio 2024/2025. A 57ª Mesa Diretora ainda é composta pelos Conselheiros Guilherme Antônio Maluf e José Carlos Novelli, vice-presidente e corregedor-geral do órgão.

Nova eleição

Pela primeira vez, o atual presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), Conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, disse que tentará permanecer na presidência do órgão, e que tem aval de mais 4 Conselheiro, Guilherme Maluf, Waldir Teis, Antônio Joaquim e Campos Neto, e que já tem 5 votos para garantir a sua reeleição e primeira na história do comando da Corte de Contas, o que praticamente inviabiliza qualquer outra chapa, já que ele conta com 5 votos e para montar uma chapa são necessários 4 nomes.

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A permissão de reeleição no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), ocorreu em 2020 quando Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) aprovou uma Emenda à Constituição, que garante uma única reeleição.

O Conselheiro Sergio Ricardo admitiu publicamente que a reeleição se trata de um fruto do seu trabalho à frente do órgão auxiliar da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Com certeza eu quero ser reeleito. Estou prestando um serviço que eu entendo como muito importante pra vida do Tribunal de Contas, e eu vivo de desafios. Estou à disposição pra continuar trabalhando na presidência e fazendo o trabalho que eu estou fazendo”, disse.

Na época, o então presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), Guilherme Maluf, tinha intenção de se reeleger. Contudo, acabou recuando para José Carlos Novelli que assumiu a presidência para o Biênio de 2022/2023.

ACORDO DE CAVALHEIROS

Antes da aprovação da reeleição, existia uma espécie de “acordo de cavalheiros” entre os Conselheiros para definir quem presidiria o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT).

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O acordo definiu a alternância entre um Conselheiro mais antigo e outro mais novo, até que todos pudessem passar pela presidência.

Contudo, quando 5 Conselheiros foram afastados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por conta da delação do ex-governador Silval da Cunha Barbosa, o acordo acabou.

No entanto, nada foi comprovado contra os seus membros e o processo foi arquivado. Mas, Sérgio Ricardo era até então o único dos membros da Corte de Contas que não tinha presidido o órgão. – (Com Jornal A Gazeta)

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Política

Reta final ganha novo componente; campanhas ficam à mercê do noticiário

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Quintouuuu! E os eleitores da nossa “AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, nesta reta final se posicionou para às eleições de 2026.

Levantamentos do Instituto Percent Brasil, divulgado no dia de ontem (15), sobre o posicionamento político ideológico do eleitorado mato-grossense, mostrou que a maioria é direita.

Senão vejamos e acompanhamos: 44,9% dos entrevistados se consideram de direita, 10,7% de centro e 15,7% de esquerda. Outros 19,3% não tem posicionamento político e 9,5% não souberam, não responderam.

Bom e daí? E daí é que chegamos na reta final de 2026 com o candidato do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, e o candidato pelo partido Republicanos, Otaviano Pivetta, tecnicamente empatados na disputa pelo comando do Palácio Paiaguás.

Dito isso, bom, significa que: independentemente de tudo o que tenha acontecido no longo transcurso da campanha, os dois corredores entram na reta final, segundo pesquisas, cabeça a cabeça.

Independentemente de se a situação é essa mesma, porque as pesquisas fazem parte da campanha e tratam de animar a medica e candidato pelo PSD, Natasha Slhessarenko e demais adversários, para que não bata o desânimo, se aceitam o “PODER” da máquina administrativa, trata-se de jogar tudo na reta final.

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O que está em jogo é muita coisa, para se deixar levar por qualquer atitude que dificulta o resultado final.

Disputa-se o futuro do Estado de Mato Grosso. Se se priorizarão as políticas sociais, os combates as desigualdades ou os interesses do capital financeiro e o ajuste fiscal.

Jogar todas as fichas significa também deixar de lado as musiquinhas históricas, que só consolidam o voto de quem já está com Pivetta para tratar de atingir os que estão indecisos, ou que estão do outro lado, mas podem mudar de posição, conforme a abordagem que demos.

A esquerda joga a parada dos descontentes, do contra tudo isso que está aí. Por uma ou outra razão, muitos estão descontentes com algo, seja ou não culpa do Governo.

Quem está no governo sempre leva a culpa do descontentamento das pessoas. Quem governa paga o preço de tudo o que está aí na nossa AMÁVEL”, “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon.

Não basta controlar o passado, ter uma interpretação correta do que já foi. As pessoas estão votando pelo futuro, para satisfazer suas insatisfações. Esse tema a ser o rumo da propaganda na reta final.

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Reta final deixa campanhas à mercê do noticiário

– Não basta explorar o desgaste do adversário, é preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva;
– Quem ganha com o noticiário de hoje pode estar na defensiva amanhã;
– A reta final ganha, um componente novo: não basta explorar o desgaste do adversário. É preciso evitar que o próximo capítulo mude novamente quem está no ataque e quem está na defensiva.

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