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VEREMOS QUEM TERÁ CAFÉ NO BULE FRESQUINHO

Reta final: chegou a hora da onça beber água

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Sabadão chegou, então pega a visão do Boteco da Alameda: não meço uma candidatura majoritária pelo seu viés ideológico, se é de “direita” ou de “esquerda”, o que importa é a capacidade do candidato de promover transformações.

Conhecemos “canalhas” tanto da “direita” como da “esquerda”, portanto caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, ideologia não é a nossa fita métrica.

Eitaaa lasqueiraaa, segue o fluxo!

Hora de a onça beber água

Agora, faltando apenas e tão somente 15 dias para as eleições municipais, todos têm que se esforçar muito para conquistar os votos dos novos eleitores para aumentar os que já decidiram para segui-los.

É um período que não cabe mais mentiras, porque estão bem visíveis aqueles com maiores chances de atingir os seus objetivos e já não é mais momento de exigir, nas propagandas eleitorais, projetos acima do que podem realizar, porque a população ainda espera que o futuro prefeito atenda às suas necessidades, dentro de uma estrutura que mude a vida de cada um na escola, no trabalho, na segurança e na necessidade de vida com qualidade.

Nesse momento é muito difícil acreditar que qualquer um deles vá transformar vidas ou mudar hábitos de uma estrutura que privilegia quem tem condições de viver melhor.

Cuiabá precisa de uma estrutura que assegure ao povo uma vida tranquila e modos de atuar como pessoas que não tem condições de conviver eternamente na dependência de quem promete tanto e repete o que sempre aconteceu em uma cidade sem estrutura para melhorar de vida e ampliar a solução dos seus problemas eternos.

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E é aí que precisa avaliar bem quem, dentro de 15 dias, mude o formato de vida que levam, dentro das suas necessidades, quando são expostos a cada momento da eleição.

A vida não pode viver ao tom das ilusões, mas da realidade que cada candidato expõe, dentro do que pode realizar para chegar ao comando de Cuiabá, de uma gente eternamente iludida.

Hora de saber quem vai beber café no mesmo bule

O governador Mauro Mendes, cacique número 1 do União Brasil (UB), do nosso querido e quente Estado e Mato Grosso, deve mexer nas indicações dos partidos que estão em cargos de confiança no Governo do Estado em 2025.

A última. Será a hora de saber quem é que vai beber café no mesmo bule na eleição para Senador e Governador, e Deputado Estadual nas próximas eleições que estão por vir, em 2026.

Traduzindo para o popular, Mauro Mendes vai querer saber com quais dirigentes partidários, ele poderá contar no seu palanque eleitoral, se vier a disputar o Senado em 2026. Mas é uma engenharia complicada, é uma matemática difícil, mas não impossível de ser resolvida.

Dependerá muito do resultado da eleição municipal para as prefeituras no Estado de Mato Grosso, qual será o humor dos partidos aliados caso consiga os seus candidatos para as Prefeituras, o que significaria a derrota de alguns aliados da última campanha.

Alguém vai ficar magoado, alguém vai ficar tristinho, alguém vai ficar revoltado, e isso é inevitável. E não dá nem para se prever o que irá acontecer.

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E se o ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), chamar o seu queridinho Senador Wellton Fagundes, e pedir que ele dispute o Governo do Estado?Wellton Fagundes recusara o chamado?

Todos os movimentos são no sentido de que o Senador do União Brasil (UB), Jayme Campos, caminhará para ser candidato a governador, por estar no auge da sua popularidade, e o seu mandato como Senador termina em 2026.

E o vice-governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, que poderá estar no comando do Executivo Estadual em abril de 2026, com certeza vai querer disputar a reeleição.

Tudo isso tem que ser colocado na mesa. Agora…, Mauro Mendes vai querer saber com qual grupo político poderá contar nos dois últimos anos da sua gestão, e para embates futuros políticos, não está errado.

Muita água vai passar por baixo da ponte do Rio Cuiabá antes de 2026. Como diz o ex-governador, ex-prefeito, ex-senador e atual deputado estadual Júlio Campos:

Em Mato Grosso não se pode fazer previsão com mais de 24 horas“.

Candidatos não poderão ser presos a partir de hoje

O primeiro turno das Eleições Municipais de 2024, está previsto para o dia 6 de outubro, e o segundo, para 27 do mesmo mês.

Dessa forma, a partir de hoje, 21 de setembro, 15 dias antes do pleito eleitoral em Cuiabá, assim como em outras cidades do Estado, os candidatos não poderão ser presos, a não ser nos casos de flagrante delito e crimes inafiançáveis.

Já os eleitores irão gozar da imunidade eleitoral a partir de 1° de outubro, desde que não cometam nenhum dos crimes anteriormente.

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Política

Disputa pelo Paiaguás antecipa polarização e eleva o “Tom Político” entre os “Poderes”

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A corrida sucessória pelo Palácio Paiaguás atingiu um novo patamar de tensionamento político nesta quinta-feira (25), quando o governador do Estado de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), e o senador Wellington Fagundes (PL) protagonizaram um embate público de alta voltagem. O estopim do conflito reside no Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo Estadual, que pleiteia a contratação de um empréstimo bancário vultoso no valor de R$ 1,5 bilhão. Essa matéria financeira, que tramita nos bastidores governamentais e na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), transformou-se no principal catalisador de uma crise institucional que expõe as fraturas e as ambições partidárias voltadas ao pleito majoritário futuro.

O cenário desse confronto direto e ostensivo foi a capital do Estado, Cuiabá, onde as articulações políticas e as declarações oficiais repercutiram de forma imediata nos círculos do poder e nas plataformas digitais de comunicação. A escalada discursiva ocorreu logo após o parlamentar federal utilizar suas redes sociais para criticar a gestão fiscal da máquina pública mato-grossense, gerando uma reação contundente e imediata por parte do chefe do Executivo. A centralidade geográfica da disputa acentua a relevância do debate, uma vez que as decisões tomadas na capital geram impactos socioeconômicos profundos em todos os municípios da federação mato-grossense.

O embate deflagrou-se por meio de uma dinâmica mista, que combinou o uso estratégico de ferramentas tecnológicas modernas com entrevistas coletivas tradicionais concedidas à imprensa regional. Wellington Fagundes optou por gravar e publicar um vídeo detalhado em seus canais digitais, direcionando a mensagem diretamente ao eleitorado e questionando a retidão fiscal da proposta governamental.

Em contrapartida, a tréplica de Otaviano Pivetta formalizou-se diante dos jornalistas que cobrem o cotidiano político local, oportunidade em que o governador utilizou termos severos para desqualificar a atuação legislativa e a trajetória pública de seu opositor.

A motivação central subjacente a esse severo desentendimento institucional ancora-se na divergência ideológica e técnica acerca da conveniência e da oportunidade da contratação do crédito bilionário. Enquanto a administração estadual defende que o endividamento planejado constitui uma ferramenta saudável e necessária para a execução de investimentos estruturantes, a oposição parlamentar argumenta que a medida compromete o futuro financeiro do erário.

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Adicionalmente, o pano de fundo que impulsiona o conflito é a indisfarçável disputa pela liderança do Executivo nas próximas eleições, o que transforma qualquer debate administrativo em uma arena de pré-campanha.

O método utilizado pelo senador mato-grossense para desestabilizar a proposta governamental consistiu na contestação pública e detalhada dos juros e das contrapartidas fiscais inerentes à operação de crédito pretendida pelo Estado. Fagundes utilizou argumentos baseados na necessidade de transparência, questionando publicamente o destino de recursos anteriormente vinculados a programas habitacionais e exigindo explicações formais. Esse questionamento sistemático buscou minar a credibilidade da peça orçamentária governamental, apresentando o endividamento como um fardo financeiro desnecessário que seria integralmente transferido aos contribuintes mato-grossenses.

A reação do governador Otaviano Pivetta estruturou-se por meio de um ataque verbal contundente, no qual classificou o senador Wellington Fagundes como uma figura política “desprezível” e sem experiência administrativa prática. O gestor estadual argumentou que a capacidade de endividamento de Mato Grosso é um reflexo direto da “excelente saúde financeira” conquistada pela atual gestão, legitimando a busca por novos recursos como uma estratégia empresarial benéfica.

Pivetta enfatizou que governar exige a criação constante de alternativas viáveis e a realização de bons negócios para a sociedade, habilidades que, segundo ele, o seu adversário desconhece por completo.

A intensificação do conflito estendeu-se também ao campo da articulação partidária, momento em que o governador ironizou publicamente o suposto isolamento político que o senador pelo Partido Liberal (PL), enfrenta dentro de sua própria legenda.

Otaviano Pivetta destacou o apoio expressivo que vem recebendo de diversos prefeitos filiados ao partido de seu oponente, sugerindo que novas adesões à sua base governista devem ocorrer nos próximos dias. Ao indagar os presentes sobre as razões que tornam o parlamentar uma figura rejeitada internamente, o Chefe do Executivo buscou fragilizar a sustentação política de Fagundes e demonstrar força institucional.

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Os desdobramentos imediatos dessa crise evidenciam uma profunda divisão na base política do estado, afetando diretamente a tramitação de projetos prioritários na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT). Analistas políticos locais apontam que a agressividade dos discursos sinaliza o fim de qualquer possibilidade de neutralidade ou composição pacífica entre os dois grupos majoritários.

A população e as lideranças municipais agora assistem a uma polarização antecipada que tende a paralisar votações importantes, à medida que os deputados estaduais são compelidos a escolher um lado nessa disputa de “PODER”.

As consequências a longo prazo para a sociedade mato-grossense envolvem o risco de atrasos na execução de obras públicas essenciais e uma potencial instabilidade jurídica no que tange aos contratos de financiamento. Caso a oposição consiga obstruir a aprovação do empréstimo de R$ 1,5 bilhão, o cronograma de investimentos em Infraestrutura e Logística poderá sofrer desaceleração severa.

Por outro lado, a consolidação desse endividamento sob um clima de forte contestação política imporá à atual administração a obrigação de demonstrar, com máxima transparência, o retorno social de cada centavo investido.

A quantidade expressiva de recursos financeiros envolvida nessa controvérsia que soma a expressiva cifra de R$ 1,5 bilhão confere à disputa uma relevância macroeconômica que ultrapassa as fronteiras da política partidária. Esse montante representa uma parcela significativa do orçamento anual de investimentos do Estado, o que justifica o rigor técnico e a vigilância da sociedade civil organizada sobre o desfecho do caso.

A vigilância mútua entre os poderes do Executivo e Legislativo, embora eivada de discursos inflamados, definirá os rumos do desenvolvimento econômico e da responsabilidade fiscal de Mato Grosso para os próximos anos.

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