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OS EGOS E AS VAIDADES

Repúblicanos jogam pesado: apoio a Flávio só com a desistência de Wellton

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Sextouuu! E hoje, caros amigos e internautas do Blog do Valdemir, hoje o clima do Boteco da Alameda está “frio pra catiça”, e o “Guri refestelado da Guarita” apareceu cedo por aqui, até parece que bateu “correição” (um termo cuiabano, dizendo que foi um milagre, alguém acordar cedo) por lá, e fez ele pegar sua “Monark Barra Forte”, e seguir para Feira do Porto e aprender a jogar Truco Espanhol.

Todo mundo sabe, que o jogo de truco, por muitas das vezes, para se ganhar, precisa de estratégias, como também de blefes para ludibriar o adversário, assim segue acontecendo no cenário político da Terra de Rondon.

O frio veio para acalmar os ânimos dos exaltados, e fazer aumentar a tensão dos que achavam que estava tudo tranquilo, até que, surgem acontecimentos no eixo São Paulo/Brasília/Cuiabá e a festa de lançamento de pré-candidaturas, agitando os bastidores da “Casa Grande” e também a “Casa da Alegria”, dos cidadãos mato-grossenses.

Estão ansiosos para o desenrolar dos acontecimentos, pequeno gafanhoto? Calma, porque você não vai gostar! Vamos seguir a caminhada.

Até o dia das Convenções Partidárias (20 de julho até 5 de agosto), muitas coisas vão acontecer, já que as articulações não param, como dizem: a política é igual nuvem, cada dia está de um jeito“, e quem está aproveitando desse momento é o “Capitão Jaymão”, já que o Partido Liberal (PL), está com uma “ferida” chamada “EGO e VAIDADE”, por parte dos seus correligionários.

Tem muitos que estão apoiando o “Âncora” e outros seguem o “Melancia” que de acordo com informações repassadas pelo “Guri refestelado da Guarita”, entrou em leilão.

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Nota de rodapé: os eleitores da Terra de Rondon, não querem mais políticos distantes, querem políticos que estejam presentes no cotidiano deles, embora isso seja um pouco difícil, mas há, quem ainda tenha essa empatia do povo, não é aquele que “arma uma thóça”, para pegar o povo em época de eleição.

Segue o fluxo!

Wellton se liga

O partido do Governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o Repúblicanos avançou, nas últimas horas, nas negociações para um apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL/RJ), ao Palácio do Planalto.

E o que acontece? O partido de Tarcísio de Freitas, cobra apoio do Partido Liberal (PL) aos candidatos do Repúblicanos ao governo de quatro Estados: Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo e Acre.

Pegou aí? O partido de Tarcísio quer que o Partido Liberal (PL) abra mão da candidatura de Wellton Fagundes ao Governo do Estado em 2026 para apoiar a reeleição do governador mato-grossense Otaviano Pivetta que é do Republicanos.

Desenhando: os Repúblicanos em Mato Grosso vão apoiar Flávio Bolsonaro, caso o PL não tenha candidato ao Palácio Paiaguás. Quer saber? A onda não está boa pra Flávio e ele terá que engolir essa “imposição” do Tarcísio de Freitas.

Tá pegando aí? Recentemente o governador Otaviano Pivetta disse: Serão muitos. Vocês estão aí para ver, se referindo que muitas lideranças políticas do PL estarão apoiando a sua candidatura ao Palácio Paiaguás.

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O Boteco vai falar

As eleições de 2026 entram em uma nova etapa do calendário eleitoral a partir do dia 20 de julho, quando partidos políticos e Federações Partidárias poderão realizar suas convenções para definir oficialmente os nomes que disputarão os cargos eleitorais no pleito.

E como andam as movimentações nos bastidores da política na Terra de Rondon?

O núcleo duro do Palácio Paiaguás vai tentar convencer o time do Capitão Jaymão, a desistir da candidatura ao Governo do Estado. O melhor é fechar acordo em torno da reeleição de Otaviano Pivetta, ao contrário perde os dois.

O Partido Liberal (PL) vai tentar consolidar e pacificar rusgas internas. O Podemos precisa definir se abraça de vez o nome de Otaviano Pivetta e se também exigirá contrapartida.

A Federação Brasil da Esperança Mato Grosso, liderada pelo Partido Trabalhista (PT), tende a se unir ao trio Natasha Slhessarenko ao Palácio Paiaguás, a Carlos Fávaro ao Senado federal, e Zé Pedro Taques (PSB), mesmo com o desgaste do governo Lula na Terra de Rondon.

Segue o fluxo!

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Política

Disputa pelo Paiaguás antecipa polarização e eleva o “Tom Político” entre os “Poderes”

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A corrida sucessória pelo Palácio Paiaguás atingiu um novo patamar de tensionamento político nesta quinta-feira (25), quando o governador do Estado de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), e o senador Wellington Fagundes (PL) protagonizaram um embate público de alta voltagem. O estopim do conflito reside no Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo Estadual, que pleiteia a contratação de um empréstimo bancário vultoso no valor de R$ 1,5 bilhão. Essa matéria financeira, que tramita nos bastidores governamentais e na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), transformou-se no principal catalisador de uma crise institucional que expõe as fraturas e as ambições partidárias voltadas ao pleito majoritário futuro.

O cenário desse confronto direto e ostensivo foi a capital do Estado, Cuiabá, onde as articulações políticas e as declarações oficiais repercutiram de forma imediata nos círculos do poder e nas plataformas digitais de comunicação. A escalada discursiva ocorreu logo após o parlamentar federal utilizar suas redes sociais para criticar a gestão fiscal da máquina pública mato-grossense, gerando uma reação contundente e imediata por parte do chefe do Executivo. A centralidade geográfica da disputa acentua a relevância do debate, uma vez que as decisões tomadas na capital geram impactos socioeconômicos profundos em todos os municípios da federação mato-grossense.

O embate deflagrou-se por meio de uma dinâmica mista, que combinou o uso estratégico de ferramentas tecnológicas modernas com entrevistas coletivas tradicionais concedidas à imprensa regional. Wellington Fagundes optou por gravar e publicar um vídeo detalhado em seus canais digitais, direcionando a mensagem diretamente ao eleitorado e questionando a retidão fiscal da proposta governamental.

Em contrapartida, a tréplica de Otaviano Pivetta formalizou-se diante dos jornalistas que cobrem o cotidiano político local, oportunidade em que o governador utilizou termos severos para desqualificar a atuação legislativa e a trajetória pública de seu opositor.

A motivação central subjacente a esse severo desentendimento institucional ancora-se na divergência ideológica e técnica acerca da conveniência e da oportunidade da contratação do crédito bilionário. Enquanto a administração estadual defende que o endividamento planejado constitui uma ferramenta saudável e necessária para a execução de investimentos estruturantes, a oposição parlamentar argumenta que a medida compromete o futuro financeiro do erário.

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Adicionalmente, o pano de fundo que impulsiona o conflito é a indisfarçável disputa pela liderança do Executivo nas próximas eleições, o que transforma qualquer debate administrativo em uma arena de pré-campanha.

O método utilizado pelo senador mato-grossense para desestabilizar a proposta governamental consistiu na contestação pública e detalhada dos juros e das contrapartidas fiscais inerentes à operação de crédito pretendida pelo Estado. Fagundes utilizou argumentos baseados na necessidade de transparência, questionando publicamente o destino de recursos anteriormente vinculados a programas habitacionais e exigindo explicações formais. Esse questionamento sistemático buscou minar a credibilidade da peça orçamentária governamental, apresentando o endividamento como um fardo financeiro desnecessário que seria integralmente transferido aos contribuintes mato-grossenses.

A reação do governador Otaviano Pivetta estruturou-se por meio de um ataque verbal contundente, no qual classificou o senador Wellington Fagundes como uma figura política “desprezível” e sem experiência administrativa prática. O gestor estadual argumentou que a capacidade de endividamento de Mato Grosso é um reflexo direto da “excelente saúde financeira” conquistada pela atual gestão, legitimando a busca por novos recursos como uma estratégia empresarial benéfica.

Pivetta enfatizou que governar exige a criação constante de alternativas viáveis e a realização de bons negócios para a sociedade, habilidades que, segundo ele, o seu adversário desconhece por completo.

A intensificação do conflito estendeu-se também ao campo da articulação partidária, momento em que o governador ironizou publicamente o suposto isolamento político que o senador pelo Partido Liberal (PL), enfrenta dentro de sua própria legenda.

Otaviano Pivetta destacou o apoio expressivo que vem recebendo de diversos prefeitos filiados ao partido de seu oponente, sugerindo que novas adesões à sua base governista devem ocorrer nos próximos dias. Ao indagar os presentes sobre as razões que tornam o parlamentar uma figura rejeitada internamente, o Chefe do Executivo buscou fragilizar a sustentação política de Fagundes e demonstrar força institucional.

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Os desdobramentos imediatos dessa crise evidenciam uma profunda divisão na base política do estado, afetando diretamente a tramitação de projetos prioritários na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT). Analistas políticos locais apontam que a agressividade dos discursos sinaliza o fim de qualquer possibilidade de neutralidade ou composição pacífica entre os dois grupos majoritários.

A população e as lideranças municipais agora assistem a uma polarização antecipada que tende a paralisar votações importantes, à medida que os deputados estaduais são compelidos a escolher um lado nessa disputa de “PODER”.

As consequências a longo prazo para a sociedade mato-grossense envolvem o risco de atrasos na execução de obras públicas essenciais e uma potencial instabilidade jurídica no que tange aos contratos de financiamento. Caso a oposição consiga obstruir a aprovação do empréstimo de R$ 1,5 bilhão, o cronograma de investimentos em Infraestrutura e Logística poderá sofrer desaceleração severa.

Por outro lado, a consolidação desse endividamento sob um clima de forte contestação política imporá à atual administração a obrigação de demonstrar, com máxima transparência, o retorno social de cada centavo investido.

A quantidade expressiva de recursos financeiros envolvida nessa controvérsia que soma a expressiva cifra de R$ 1,5 bilhão confere à disputa uma relevância macroeconômica que ultrapassa as fronteiras da política partidária. Esse montante representa uma parcela significativa do orçamento anual de investimentos do Estado, o que justifica o rigor técnico e a vigilância da sociedade civil organizada sobre o desfecho do caso.

A vigilância mútua entre os poderes do Executivo e Legislativo, embora eivada de discursos inflamados, definirá os rumos do desenvolvimento econômico e da responsabilidade fiscal de Mato Grosso para os próximos anos.

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