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"TÁ" PEGANDO FOGO NO PARTIDO LIBERAL

Quem terá força para comandar o PL de Mato Grosso depois de outubro?

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Último dia do mês de agosto, um mês cheio de desafios e aprendizados. E uma boa semana a todos vocês colegas de trabalho! Também desejamos uma boa semana a todos nossos seguidores que diariamente acompanham nossas postagens dos trabalhos sendo realizados pela equipe do núcleo duro do Blog do Valdemir. Que setembro traga novas oportunidades, sorrisos e realizações.

Até logo agosto, e que o próximo mês seja ainda mais incrível, com um clima agradável e confortável, que não muito quente nem muito frio. Afinal, a temperatura na política mato-grossense segue em alta, “tá” pegando fogo.

Hoje, o Boteco da Alameda, vai explicar como os desentendimentos iniciais na sigla bolsonarista, deram lugar ao pragmatismo na minha “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, com os prefeitos das cidades de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, de Cuiabá, Abílio Brunini, de Várzea Grande, Flávia Moretlti, de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, de Campo Novo de Parecis, Edilson Antonio Piaia, apoiando a candidatura do Republicanos, candidato ao Governo do Estado nesta eleição de 2026, Otaviano Pivetta.

Nota de rodapé: com atuações focadas em segmentos cruciais, como o eleitorado feminino, os jovens nas redes sociais, a articulação busca consolidar o legado conservador e maximizar a capilaridade eleitoral nos colégios eleitorais dos gestores bolsonaristas.

Conflito

O conflito ganhou uma nova dimensão na última sexta-feira (28), quando o candidato do PL a Casa Alta, José Medeiros, revelou que a filiação do Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, encontrou resistência dentro do próprio partido ele só teria concretizado por intervenção do ex-presidente Jair Bolsonaro, e do deputado Eduardo Bolsonaro.

O “RACHA”

A declaração de José Medeiros sobre a desfiliação de Cláudio no Partido Liberal (PL), reforçou a divisão entre a estrutura estadual da legenda e lideranças com trânsito direto junto ao núcleo nacional.

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O “RACHA” também ocorreu em um momento no qual o governador mato-grossense, Otaviano Pivetta procura ampliar sua entrada no eleitorado conservador.

Embora dispute pelo Repúblicanos, o governador Otaviano Pivetta tem recebido apoio de políticos da sigla PL, e já declarou apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro.

Retaliação Medeiros?

José Medeiros candidato de Bolsonaro, não é prioridade da cúpula do Partido Liberal (PL) na minha “QUERIDA”, “LINDA”, e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon.

Senão venhamos e vejamos: José Medeiros recebeu o mesmo valor do candidato Rafael Ranalli, aquele que saiu criticando os prefeitos que não queriam apoiar o candidato do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes em detrimento a de Otaviano Pivetta.

O interessante nesta disputa orçamentária é que, em todo o país a prioridade da sigla é eleger o maior número de senadores favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ambos receberam R$ 1 milhão do Partido Liberal (PL) para a campanha eleitoral de 2026.

O impacto

Continuando a caminhada… A união de alguns gestores da direita bolsonarista e as forças do “CENTRO” compõem o cenário político no qual o eleitorado mato-grossense poderá exercer a disposição já demonstrada em eleições anteriores de mudar o voto a fim de decidir quem chega, e quem não chega ao “PODER”.

Se existe uma característica que ajuda a compreender as últimas eleições para o Palácio Paiaguás, ela é a disposição do eleitor da Terra de Rondon para o voto estratégico.

Partidos e ideologias importam, mas quando a disputa se afunila, uma parcela relevante do eleitorado mostra disposição para atravessar fronteiras partidárias a fim de impedir a vitória do candidato mais rejeitado.

Em 2026, esse comportamento pode voltar ao centro da eleição, mas em um novo tabuleiro político eleitoral.

Ausência de Flávio

Embora alguns candidatos do Partido Liberal (PL) em outros estados tenham evitado citar o presidenciável na abertura de suas campanhas, a estratégia de campanha de Wellton Fagundes foi de enfatizar a aliança com o bolsonarismo desde o primeiro programa.

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Entretanto, contudo, todavia, o candidato bolsonarista ao Palácio Paiaguás, não cobrará a pré do presidenciável em Mato Grosso, durante a campanha eleitoral.

Segundo ele, Flávio Bolsonaro já esteve vezes suficiente no Estado para promover sua candidatura à presidência e, por consequência impulsionar a campanha local.

A ausência de Flávio Bolsonaro torna o canário mais complexo. Wellton Fagundes busca a identificação nacional do Partido Liberal (PL) e do bolsonarismo para sua candidatura ao Governo do Estado de Mato Grosso em 2026.

Ao mesmo tempo, dissidentes utilizam justamente a proximidade com o Bolsonaro para sustentar espaço dentro da legenda mesmo apoiando Pivetta.

O Boteco vai falar

A questão que começa a se desenhar, ultrapassa a eleição para o Palácio Paiaguás.

O resultado das urnas poderá determinar qual grupo terá maior força para conduzir o Partido Liberal (PL), de Mato Grosso nos próximos anos.

– Uma vitória de Wellton fortaleceria o grupo responsável pela candidatura própria e uma estrutura estadual.

– Uma vitória de Pivetta, especialmente se acompanhada de desempenho expressivo nos municípios comandados por prefeitos dissidentes, daria argumento político ao grupo que contestou a estratégia adotada pela direção partidária.

Até lá, o PL, enfrenta uma situação incomum: possui candidato próprio ao governo, mas parte de suas lideranças municipais trabalham pela eleição do principal adversário.

Ao mesmo tempo, candidatos da legenda precisam conciliar a campanha de Wellton com a tentativa de preservar sua identificação com o eleitorado bolsonarista.

Mais do que uma divergência sobre quem ocupará o Palácio Paiaguás, o movimento começa a definir: quem terá força para comandar o Partido Liberal (PL) de Mato Grosso depois de outubro.

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Política

PL impõe disciplina rigorosa em MT e ameaça expulsar filiados aliados a Pivetta

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O Partido Liberal (PL) de Mato Grosso deflagrou uma ofensiva política interna para conter o avanço de dissidências em suas bases municipais e reorganizar seu alinhamento partidário. Sob o comando do presidente estadual da legenda, Ananias Martins de Souza Filho, a agremiação formalizou uma postura inflexível contra qualquer apoio externo ao projeto da sigla. O posicionamento oficial busca neutralizar a dispersão de forças em um momento decisivo para a consolidação de diretrizes regionais e reforçar a liderança sobre as executivas locais.

O estopim para o acirramento das tensões ocorreu após declarações públicas de apoio à pré-candidatura do atual governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, ao Governo do Estado nas eleições de 2026. A adesão explícita de chefes do Executivo Municipal a um projeto majoritário concorrente foi interpretada pela cúpula do Partido Liberal (PL) como uma violação direta dos compromissos partidários. O alinhamento com a candidatura adversária gerou apreensão imediata quanto à perda de capital político em importantes colégios eleitorais de Mato Grosso.

A reação assertiva manifestou-se por meio de Ananias Martins de Souza Filho, que assumiu a linha de frente do discurso punitivo para coibir a onda de insubordinação. O dirigente estadual ressaltou ter obtido garantias diretas da liderança nacional para punir os desvios de conduta com rigor e celeridade extrema. Em declaração contundente direcionada aos correligionários, Ananias Filho advertiu que os membros que não mantiverem fidelidade às deliberações oficiais da sigla serão prontamente expulsos dos quadros da agremiação.

O epicentro geopolítico do conflito reside em Mato Grosso, onde a disputa pelo controle de bases eleitorais consolidadas mobiliza prefeitos e vereadores de múltiplos municípios estratégicos. A polarização atingiu maior relevância política na região metropolitana de Cuiabá e em polos produtivos do interior, locais onde a influência dos mandatários locais possui elevado peso eleitoral.

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O descontentamento com os rumos estaduais tornou pública uma intrincada rede de alianças pragmáticas que contrariam expressamente a cartilha da direção liberal.

A controvérsia ganhou dimensão pública nas últimas semanas de 2026, momento crucial para as definições de pré-candidaturas e para a formalização das coligações partidárias no Estado. O avanço do calendário eleitoral acelerou as articulações regionais, levando governantes a anteciparem suas posições no cenário político local. O encavamento de prazos decisivos pressionou a Executiva Partidária a intervir prontamente para impedir que as dissidências municipais se consolidassem como um movimento irreversível de debandada.

A principal motivação para a medida disciplinar drástica é o enfraquecimento contínuo do projeto eleitoral próprio do PL frente à atratividade do nome do governador Otaviano Pivetta. O temor da cúpula partidária centra-se na perda de protagonismo nas urnas, além do enfraquecimento da coesão ideológica e da disciplina partidária.

Ao estabelecer sanções severas, a liderança visa sinalizar a todo o eleitorado e à classe política que a legendariedade e o alinhamento com as diretrizes centrais prevalecerão sobre negociações individuais.

A operação disciplinar está sendo operacionalizada por meio da abertura de processos administrativos internos, orientados pela liderança estadual para cassar a filiação dos envolvidos. Ananias Martins instruiu abertamente a veiculação de gravações de áudio e vídeo em grupos digitais e redes sociais como instrumento explícito de intimidação e contenção política. A estratégia busca dissuadir novas rebeliões no meio político ao expor a instabilidade jurídica e a eventual perda de legenda para os gestores insubordinados.

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A crise ganhou musculatura com a adesão pública da Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, juntamente com gestores de relevância econômica no Estado. Somaram-se ao grupo de apoio a Pivetta os Prefeitos de Cuiabá, Abílio Brunini, de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, e de Campo Novo do Parecis, Edilson Antonio Piaia. A aliança desses expressivos líderes municipais com o Republicanos escancarou a profundidade do racha interno e intensificou os confrontos dentro do partido.

A retórica de Ananias Martins fundamenta-se na autorização concedida pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que chancelou a expulsão sumária de integrantes rotulados como “traidores”. A diretiva prevê a remoção imediata de prefeitos ou vereadores que continuarem atuando em dissonância com o projeto estatutário, sem espaço para conciliações. O respaldo do comando nacional confere respaldo jurídico e político para o expurgo dos dissidentes, independentemente do porte populacional ou econômico do município afetado.

A repercussão das medidas repressivas sinaliza um cenário de profunda incerteza quanto à recomposição das forças políticas de Mato Grosso até o pleito. A tentativa da executiva de restaurar a ordem partidária sob forte pressão digital pode acelerar o despartidamento de lideranças regionais de grande apelo popular.

O desfecho dessas sanções disciplinares definirá o grau de unidade do Partido Liberal (PL) para a disputa governamental e reconfigurará o arcabouço de alianças na corrida rumo ao Palácio Paiaguás.

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