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PERIGO OU SÓ UM SINAL DE ALERTA

Há um sinal “AMARELO” passando para o “VERMELHO” aceso na campanha eleitoral de Wellton

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Queridos amigos, leitores e frequentadores do Boteco da Alameda, pasmem, o “Guri Refestelado da Guarita”, desceu mais uma vez a Rua do Corsário, gritando: “Mulher Maravilha” o que aconteceu? Esse não tem jeito.

Tá preocupado com a musa da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), pequeno gafanhoto? O Boteco da Alameda vai te explicar: a “Mulher Maravilha” passa por uma fase de restruturação e grandes debates. Ocupadíssima com a sua campanha eleitoral visando a Casa Alta, se esquecendo do que vinha construindo no seu discurso político em torno da representatividade feminina.

Senão venhamos e convenhamos: A Coronel Vânia, defendia publicamente a candidatura da “Mulher Maravilha” a Casa Alta, dizendo que representava um movimento coletivo das mulheres na minha “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, o que ocorreu? Pulou do barco?

Antes que seja muito tarde os cabeças pensantes do nucleo duro do Boteco da Alameda quer entender: por que tantas mulheres que eram pré-candidatas no MDB no pleito eleitoral de 2026, acabaram ficando pelo caminho?

Querem os nomes? A delegada Ana Cristina Feldener deixou a suplência da Casa Alta; Coronel Vânia, vice-prefeita de Cuiabá desistiu da disputa eleitoral para uma vaga na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), e Rosana Martinelli desistiu disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Então explica se for capaz ou se quiser, o que está acontecendo na sigla emedebista “Mulher Maravilha“? O problema está nas candidaturas, nas circunstâncias eleitorais ou na forma como o projeto está sendo conduzido?

Segue o fluxo!

Lá vem…

O Republicanos, Otaviano Pivetta, que deu uma guinada! Wellton igual caranguejo, está sem rumo. Calma pequeno gafanhoto, o senador bolsonarista Wellton Fagundes, nem em sonho contava com tantos ventos soprando contra, já que muitas coisas estão acontecendo no “labirinto do poder”.

Pelo que tudo indica Wellton por mais que seja “cobra criado” no meio político, ele e seu grupo, cometeu um erro gravíssimo, que nem o estagiário do Blog do Valdemir cometeria, uma vez que ele tem ao seu lado, os marqueteiros mais requisitados do Brasil…

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Pega o banquinho, papel e caneta e, começa a anotar tudo pequeno gafanhoto… como era de esperar, após mostrar o rosto, ideias, personalidades e feitos, ao longo dos últimos anos, Otaviano Pivetta, começa uma grande virada nas pesquisas e desenha a possibilidade de passar a régua no primeiro turno.

Pesquisa Quaest

O Instituto Quaest, divulgou nesta terça-feira (25) o resultado do mais recente levantamento feito na minha QUERIDA“, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, para Governador do Estado e a Casa Alta. O Instituto de Pesquisa é considerado um dos mais confiáveis no país.

O liberal Wellton Fagundes, aparece na pesquisa a frente do Republicanos, Otaviano Pivetta na corrida pelo Palácio Paiaguás com 27%, contra 23%, de Pivetta e Natasha Slhessarenko 8%. Tudo na Estimulada.

Já na Espontânea, o chefe do Executivo Estadual, Otaviano Pivetta aparece com 9%, o Senador liberal Wellton Fagundes com 6% e a medica Natasha Slhessarenko 1%. A pesquisa, transforma uma disputa que parecia equilibrada em um cenário que já começa a alimentar apostas de vitória.

A diferença é de quatro pontos, dentro da margem de erro de 3% pontos percentuais, ou seja empatado tecnicamente, é verdade…mas o dado politicamente, está em outro lugar: Otaviano Pivetta cresce justamente quando a campanha entra na reta em que cada ponto passa a valer ouro.

A diferença é significativa, porque eleição não é apenas uma corrida para conquistar votos.

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É também uma disputa para impedir que o adversário conquista os votos dos indecisos e dos eleitores que ainda podem mudar de lado.

O dado mais revelador talvez seja o contingente de eleitores que ainda não definiu sua escolha 29% não sabem ou não quiseram responder na Estimulada.

Outro dado que chama atenção é que para 52% dos eleitores ouvidos no levantamento a escolha de candidato é definitiva. Outros 48% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro. É justamente aí que a campanha pode virar de vez. Com Pivetta chegando a possibilidade de uma vitória no primeiro turno deixa de ser uma hipótese dos frequentadores do Boteco da Alameda.

O Boteco vai falar

Em uma análise detalhada da mais recente pesquisa do Instituto Quaest, os frequentadores do Boteco da Alameda, destacou uma série de “luzes AMARELAS, algumas quase VERMELHAS para a tentativa de eleição do Wellton.

Segundo os cabeças pensantes do nucleo duro do Boteco da Alameda os dados indicam que o candidato do Partido Liberal enfrenta o cenário mais delicado de todas suas campanhas ao Executivo Estadual (essa é a segunda).

O Boteco da Alameda aponta a curva descendente de Wellton “o desempenho ruim nos primeiros dias de campanha se estende até mesmo a sua base histórica de eleitores”.
O Boteco da Alameda, questiona qual será o “arsenal” de Wellton para reverter esse quadro, afirmando que programas de governo de Pivetta “são os mesmos e sofrem de um cansaço de material, não conseguindo mais encontrar o eleitor”.

O resultado é claro: há um sinal AMARELO passando para o VERMELHO, aceso na campanha eleitoral de Wellton.

Segue o fluxo!

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Política

Fagundes faz acusação sem identificar adversário e leva “Violência contra a Mulher” ao centro do debate eleitoral

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O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) afirmou, nesta terça-feira (25), durante entrevista, que um de seus adversários teria agredido a própria esposa e chegado a ser preso em razão do episódio. A declaração foi apresentada pelo senador como parte de um questionamento sobre o comportamento que, na avaliação dele, deveria ser considerado pelo eleitor antes da escolha de um candidato.

Segundo Wellington Fagundes, a existência de um episódio dessa natureza deveria pesar na decisão do eleitorado. Durante a entrevista, o candidato dirigiu uma pergunta aos jornalistas e questionou se eles votariam em um político que, conforme sua afirmação, teria cometido violência contra a esposa e sido detido posteriormente. A acusação, porém, não foi acompanhada da identificação do suposto envolvido.

O principal ponto da declaração foi justamente a ausência do nome do adversário citado. Mesmo depois de ser questionado repetidamente sobre a identidade do político, Wellington optou por não revelá-la. O senador sustentou que as informações poderiam ser encontradas em reportagens jornalísticas, transferindo para registros já publicados a possibilidade de identificação do personagem mencionado em sua fala.

Ao ser novamente provocado a informar quem seria o candidato, Wellington respondeu que não seria necessário mencionar o nome. A decisão de preservar a identidade do suposto envolvido impediu que, durante a entrevista, o adversário apresentasse imediatamente sua própria versão sobre a acusação. Dessa forma, a declaração permaneceu concentrada na narrativa apresentada pelo candidato do PL, sem a manifestação do político que teria sido alvo da referência.

A acusação ocorreu em meio à disputa eleitoral pelo Governo de Mato Grosso e introduziu no debate de campanha um tema de elevada sensibilidade social: a Violência contra as Mulheres.

Ao abordar o assunto, Wellington procurou associar a discussão eleitoral à necessidade de políticas públicas destinadas à proteção feminina, ampliando o alcance político de uma declaração que inicialmente estava relacionada a um suposto episódio envolvendo um adversário.

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Durante a entrevista, o senador também criticou os índices de feminicídio registrados em Mato Grosso. A manifestação foi utilizada para defender medidas de prevenção e proteção às mulheres, indicando que o candidato pretende incorporar a questão da Violência de Gênero ao discurso de sua campanha. O tema, além de possuir relevância social, pode assumir dimensão política em uma eleição marcada pela disputa entre diferentes projetos para a administração estadual.

Wellington também afirmou que poderá voltar ao assunto ao longo da campanha. Ao justificar a possibilidade de abordar acusações contra adversários, o candidato mencionou as restrições impostas pela legislação eleitoral e afirmou que as normas não permitiriam “denegrir a imagem” de outros concorrentes, mas, segundo sua interpretação, permitiriam mostrar a verdade. A declaração sinaliza a intenção de explorar fatos atribuídos a adversários dentro dos limites que considera estabelecidos pela legislação.

A estratégia anunciada coloca a relação entre responsabilidade eleitoral, direito de crítica e proteção da honra no centro da controvérsia. Acusações de violência doméstica, especialmente quando atribuídas publicamente a pessoas identificáveis, exigem apuração documental e contraditório para que alegações não sejam apresentadas como fatos comprovados. No episódio, entretanto, Wellington não revelou o nome do político mencionado nem apresentou, durante a entrevista, detalhes suficientes para confirmar a acusação.

A repercussão política da declaração dependerá, portanto, da eventual identificação do adversário e da existência de documentos ou reportagens que sustentem a versão apresentada pelo candidato. Caso o assunto volte a ser explorado durante a campanha, a discussão deverá envolver não apenas a Violência contra a Mulher, mas também a responsabilidade dos candidatos na divulgação de acusações, a necessidade de comprovação das informações e o direito de defesa dos envolvidos.

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O episódio evidencia como temas de forte impacto social podem ser incorporados à disputa eleitoral e utilizados para estabelecer diferenças entre candidatos. Ao citar um suposto caso de agressão contra a esposa sem revelar a identidade do adversário, Wellington Fagundes colocou a Violência contra a Mulher no debate político, mas deixou em aberto a principal informação necessária para verificar a acusação.

A continuidade do assunto dependerá de novas declarações, da identificação do político mencionado e da apresentação de elementos que permitam ao eleitor avaliar os fatos com segurança, contexto e responsabilidade.

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