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QUAL SERÁ O NOME?

Qual partido terá candidato ao Alencastro com tabuleiro bagunçado?

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O cenário para a disputa pela cadeira número 1 da Prefeitura Municipal de Cuiabá no ano que vem é de falta nomes certos para a disputa. Ao contrário de eleições anteriores, onde os partidos tinham pré-candidatos que já procuravam se mostrar antes do pleito. Alguns nomes são ventilados, mas sem muita convicção.

Diferentemente da eleição de 2020, em que o então prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro foi reeleito em segundo turno, o vice-prefeito José Roberto Stopa, ainda no Partido Verde (PV), apesar de publicamente afirmar que vai disputar o Palácio Alencastro, está tendo que correr contra o tempo para se tornar viável.

O vice cuiabano enfrenta dificuldades de articulação na Federação Partidária com PV, PT e PCdoB, o que pode prejudica-lo no seu projeto para a sua candidatura ao Palácio Alencastro.

Apesar do entorno do prefeito cuiabano Nenel Pinheiro avalia-lo como candidato em 2024.

Se chegar no pleito eleitoral de 2024, avaliando que se deve se candidatar, ele será candidato fora da Federação Partidária, senão vai para casa cuidar de sua família.

Do lado do Legislativo Estadual e com pretensões claras para o Palácio Alencastro, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o unista Zé Edu Botelho, poderá ser um nome a compor a lista de candidatos em 2024. Ele busca espaço na esteira dos “descontentes”.

No entanto, ele ainda não se definiu por qual partido vai se candidatar e também ainda não se consolidou como uma liderança eleitoral de Cuiabá. Ainda há muita por acontecer até 2024.

No campo do “bolsonarismo”, a expectativa é de que o deputado federal do Partido Liberal (PL), Abílio Jaques Brunini, tente novamente o Palácio Alencastro pela sigla. O vereador e presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Francisco Carlos Amorim, o Chico 2000, também vem correndo por fora.

O que podemos afirmar é que a sigla terá candidatura própria para a Prefeitura de Cuiabá em 2024. Qual o nome? Isso tudo será decidido, seguindo a orientação do Diretório Nacional.

Já o Movimento Democrático Brasileiro, o MDB, do cacique Carlos Gomes Bezerra, nos últimos dias apagadíssimo do meio político, que revalizou com o antigo Partido da Frente Liberal (PFL), por alguns anos e venceu as duas últimas, apresentou candidato próprio a Prefeitura de Cuiabá com Nenel Pinheiro, enfrenta o cenário de escassez de quadro para a disputa. Os emedebistas mato-grossenses possuem hoje uma bancada de quatro deputados estaduais e dois federais.

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A Mulher Maravilha, nossa querida e única deputada naquela MARAVILHOSA” Casa de Leis, Janaína Greyce Riva, afirma que as conversas sobre alianças para 2024 ainda vão acontecer e por isso é cedo para qualquer previsão.

Ainda não temos como fazer uma previsão clara“, disse a emedebista Mulher Maravilha.

O Partido dos Trabalhadores (PT), tenta recuperar espaço sem nunca eleger um prefeito na capital, o campo da esquerda veio perdendo na disputa pela Prefeitura de Cuiabá nos últimos pleitos.

Essa perspectiva, no entanto, pode mudar, de acordo com a avaliação de algumas lideranças de esquerda da cidade.

Para eles, a eleição do presidente da República, Luiz Inácio “Lula” da Silva, abre espaço para a construção de lideranças que possam chegar com força em 2024, embora admitam que o campo conservador continua forte no Estado de Mato Grosso.

Embora as discussões sejam incipientes, algumas legendas defendem a construção de uma candidatura própria do campo e não apoio a nomes mais ao centro e centro-direita.

Já a sigla do União Brasil… bem é só imaginar o antigo PFL e ver o que aconteceu com a sigla partidária.

Boteco da Alameda avalia

O núcleo duro do Boteco da Alameda avalia que Cuiabá vive uma “escassez de liderança” em todos os partidos desde a administração de Roberto França.

Em Cuiabá, desde a gestão de França, a qualidade da política está diminuindo. É essa falta de discussão política que rebaixa o debate e torna o candidato do Palácio Paiaguas viável, aliás não só viável, como se tornam uma liderança respeitada.

Segundo os frequentadores assíduos do Boteco da Alameda, e ontem foi movimentado o local por causa dos jogos do Campeonato Brasileiro, o rebaixamento do debate político é consequência de “marginalização” da política como instrumento de construção de soluções para os problemas da sociedade.

De acordo com o grupo político do Boteco da Alameda, essa marginalização empurrou os partidos políticos para um cenário de falta de projetos consistentes, gerando um certo descrédito dos eleitores. Com isso, a formação de novas lideranças nas legendas recuou.

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Tabuleiro bagunçado

PL – Um dos deputados federais mais votado no ano passado, segundo lugar na disputa da Prefeitura de Cuiabá em 2020, Abílio Jaques Brunini (PL), quer aproveitar as votações expressivas para conquistar o Palácio Alencastro. Chico 2000… só na tocaia… só tocaiando.

PT – Ainda não definiu nome. Em 2020, lançou o Juiz Julier que nem chegou no segundo turno. Estão cotados: Rosa Neide e Ludio Cabral.

UB – O partido do governador Mauro Mendes ainda não sabe o que quer. Como Mauro se reelegeu no primeiro turno e tem pretensões de disputar o Senado, a sigla deve lançar candidatura. Zé Edu Botelho e o menino Fabinho saem na frente.

PSDB – Tucanos dizem que está cedo para discutir. Carlos Avalone é um nome cogitado. Mas…. para alguns já morreu.

MDB – Tendência como sempre é apoiar o candidato do Palácio Paiaguas.

PV – Federação Partidária entre PV, PT e PCdoB, impedirá lançamento de candidatura. Acompanha o candidato do PT.

PSD – Reza para a filiação de Zé Botelho na sigla. Não acontecendo, acompanha o PT.

Nota do Boteco da Alameda

Seja qual for a estratégia dos partidos, não temos nomes para a disputa. Só especulações. Isso porque os nomes ventilados, tem poucas chances de em pouco mais de um ano e meio tornarem-se opções viáveis de vitória.

Nesse cenário ainda indefinido, cabe lembrar dois aspectos: o primeiro é que o presidente “Lula” é uma liderança muito forte e, se seu governo deslanchar, pode impulsionar o candidato do PT, mas nunca será igual ao que aconteceu no Estado com Mauro Mendes, não só porque as eleições municipais têm características locais, como também porque na Capital de todos os mato-grossenses quem faz o papel são as “prefeituras” de bairros e elas estão do lado de Stopa e Mauro.

O segundo aspecto é que estamos começando o segundo semestre e não há um sinal sequer que os partidos vão escolher nos próximos meses o nome do seu candidato, o que significa que tudo pode ficar para o Carnaval ou depois da Semana Santa.

E aí, Mauro Mendes juntamente com sua trupe vai estar bem na frente com o seu candidato na maratona de tiro curto.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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