Política
Presidente do DEM vai buscar apoio para reeleição de Lucimar Campos
Os democratas realizaram na manha desta terça feira em Várzea Grande, a eleição para o novo comando do Diretório Municipal da Cidade Industrial. Uma eleição com chapa única, o comando de 2 anos passa a ficar nas mãos de Gonçalo Ferreira Almeida, conhecido como “Pente Fino”.
Além do novo presidente Gonçalo Ferreira Almeida “Pente Fino”, a chapa também é composta pelos vereadores Valdemir Bernardino de Souza “Nana”, na vice-presidente, e João Tertuliano Barros Filho, o “Joãozito”, assumindo como tesoureiro, e a secretária-geral será de Juarez Toledo Pizza, que também compõe a pasta de Lucimar Campos (DEM) na Secretaria de Governo do Município.
Segundo o novo presidente dos Democratas em Várzea Grande, Gonçalo Almeida, a intenção do partido e de se fortalecer e se preparar para as eleições de 2016, e eleger um grande numero de vereadores pelo Democratas para a Câmara Municipal.
“A nossa missão à partir de agora é levantar a bandeira do partido e formar uma chapa de candidatos a vereador forte para 2016, e vamos também preparar o partido para uma disputa pela cadeira no Poder Executivo de Várzea Grande”. Afirmou o presidente Gonçalo Almeida.
"Pente Fino" disse ainda que “neste momento apenas o nome de prefeita Lucimar Campos (DEM) esta sendo o mais cotado para disputar a reeleição para prefeitura da cidade em 2016, já que ela vem fazendo um bom trabalho frente ao Executivo com apenas 3 meses de administração e a população de Várzea Grande já vem notando a diferença entre o trabalho do médico Wallace Guimarães e Lucimar Campos”.
Para “Pente Fino”, os Democratas com a força que tem no munícipio, e a ajuda dos irmãos Júlio Campos que hoje esta na presidência estadual dos Democratas, e do ex-senador Jayme Campos, vão conseguir eleger um grande numero de vereadores pelo Democratas, e acredita que com o trabalho poderá chegar a ter ate 9 vereadores eleitos em 2016. Hoje o DEM conta apenas com 2 parlamentares na Câmara Municipal de Várzea Grande, o “Nana”, Valdemir Bernardino e João Tertuliano, o “ Joãozito”.
“Vamos buscar novos aliados, trazer novas lideranças para o DEM, queremos ter um grande numero de mulheres filiadas no partido, precisamos buscar novas ideias, e pessoas que querem ajudar o partido nessa nova transformação que pretendemos fazer com os Democratas em várzea Grande". Disse "Pente Fino".
O novo presidente afirmou ainda que vai à partir desta semana procurar os partidos que estejam interessados em compor com o DEM para a reeleição de Lucimar Campos em 2016, e já vai visitar de imediato os presidentes dos partidos do PSDB, PPS, PRB e o PTB na busca de apoio.
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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