Política
PRB oficializa nome de Sachetti para Senador
Sachetti e Wellington projetam avanços para Mato Grosso em economia e qualidade de vida
Geração de emprego e renda, crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso e melhoria na qualidade de vida estão entre os compromissos assumidos pelo deputado federal Adilton Sachetti do Partido Republicano Brasileiro (PRB), candidato ao Senado da Republica, e pelo Senador da Republica por Mato Grosso, Wellington Antônio Fagundes do Partido da Republica (PR), candidato ao Governo do Estado. Eles foram o destaque da convenção regional do PRB, realizada na noite desta quinta-feira (04), no salão Monã do Hotel Paiaguás, em Cuiabá.
O espaço ficou acanhado para a militância, composta por centenas de convencionais, militantes e simpatizantes. Sachetti apresentou os companheiros de chapa na caminhada ao Senado que estiveram presentes como: ex-prefeito de Cuiabá, Chico Galindo, e presidente estadual do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), e ex-presidente da Associação das Primeiras-Damas Municipais (APDM), Alessandra Abreu Nicoli (PRB), de Santa Carmem.
Sachetti exortou a militância do PRB e aliados a saírem às ruas, após 15 de agosto, para pedir votos em todos os municípios, bairros e ruas de Mato Grosso.
“Vamos discutir ideias. Não vamos atacar ninguém, porque não é desse jeito que se constrói o estado. É conversando, dialogando com as pessoas. Interessa o futuro e o que podemos construir juntos“, argumentou Sachetti.
Durante o evento, Adilton se emocionou ao se lembrar de sua esposa, Rose Sachetti.
“Desejo agradecer aquela que foi minha companheira e parceira. Onde você estiver, esta noite é pra você. A Rose vibrava com a política. A saudade vai ser eterna, não a dor. Era a hora dela e ela foi em paz. Está em paz“, disse o candidato do PRB ao Senado.
Wellington Fagundes observou que, no PRB, se sente em casa. Ele observou que Mato Grosso não pode ser um Estado rico com população pobre.
Fagundes afirmou ainda que Adilton Sachetti foi o melhor prefeito da História de Rondonópolis. “Ele transformou a cidade onde eu nasci. E será muito importante, no Senado, para ajudar Mato Grosso“, ponderou o candidato.
Chico Galindo agradeceu por ocupar a primeira suplência, na chapa, e também classificou Sachetti como o melhor prefeito de Rondonópolis. A segunda suplente, Alessandra Nicoli defendeu investimento sociais para combater as desigualdades regionais do estado e afirmou que a sociedade precisa ser representada em Brasília por pessoas de bem, por isso aceitou o desafio.
Deputado Federal:
Serys Slhessarenko, Hemerson Carvalho, César Moraes e Dayane Zark.
Deputado Estadual:
Claudete Siqueira, Karolina Meirelles, Henrique Costa, Ivan dos Santos, Lourenço Jorge, Valmir Moretto, Eduardo Magalhães, Chico Daltro, Tiãozinho, Valtemir Castanheira, Robson Arruda e Ze Trovão.
Política
Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso
Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.
Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.
As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.
O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.
A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.
A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.
As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.
O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.
As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.
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