NA ZONA DE REBAIXAMENTO
Pivetta pode se ver obrigado procurar outro time, ou melhor, outra sigla
Neste domingo 11 de maio, os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, deseja um “Feliz dia das Mães” para estas mulheres iluminadas. Que Deus às proteja sempre!
E segue o fluxo, porque estamos aguardando os partidos rebaixados para a Série “B” nas eleições gerais de 2026.
Fazendo a devida alusão ao Campeonato Brasileiro de Futebol, já é possível indicar quais times (partidos) vão para a Série “B”, (segunda divisão), ou seja, o grupo de partidos, que pouco fizeram nas bases locais, o que é fundamental para a futura bancada de deputados e senadores.
Importante o internauta do Blog do Valdemir compreender que o nascimento de uma boa campanha, para deputado estadual ou federal, nasce nessas bases.
A rede social auxilia em demasia e impulsiona os já famosos, mas a base local ainda é o arranque necessário. Em 2024, nas eleições, há partidos que pouco elegeram seus representantes.
Alguns estão na zona de rebaixamento do “brasileirão” da política nacional.

A regra é clara, como dizem no futebol, sem prefeitos não há base para deputados, sem deputados a cláusula de barreira se apresenta e alguns partidos tendem a desaparecer ou unir a outros na mesma situação, o que é bom para a sigla.
Hum… analisando as movimentações políticas, o Boteco da Alameda afirma e reafirma: o MDB não pode deixar de estar na Série “A”, nem os Repúblicanos. Então, é um caminho único é a união de partidos, ou seja, entrar em uma Federação e, agora o vice-governador mato-grossense, o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, será obrigado a se filiar em outra sigla.
Eitaaa lasqueiraaa! O MDB e Repúblicanos na Federação, o comando do bloco ficando com os emedebistas, que tem maior representatividade no Estado de Mato Grosso, com 3 deputados estaduais e 2 federais. Ou seja, a emedebista “Mulher Maravilha” será a beneficiada nessa Federação.
Tá certo, hoje esse é o caminho para que os partidos tenham relevância, principalmente agora, com a Federação PP/UB.
O partido que não se federar neste momento, não buscar entendimento com siglas que pensam parecido, mesmo com uma diferença ou outra, vai ficar pequeno, ou melhor, vai para o banco de reserva, e com isso, desaparecer de vez.
E, em política, time pequeno joga em outra divisão, ou seja, na Série B, C, D.

Pivetta, tá complicado né?
Primeiramente a sigla Repúblicanos rejeitou as propostas de Federação com o Partido Progressista (PP) e o União Brasil (UB).
O Repúblicanos pensava em seguir independente, queriam uma parceria com partidos que se alinham ao manifesto político da sigla.
O Partido Progressista (PP) de Blairo Maggi e CIA LTDA., e o União Brasil (UB), do cacique Mauro Mendes, foram descartados.
Então ficamos assim neste segundo domingo do mês: os líderes políticos buscam o melhor time para o próximo jogo e, não querem ficar na zona de rebaixamento. E 2026 está logo ali, na esquina e os técnicos, ou melhor, os dirigentes partidários sabem disso.
Só pra registro…
– Otaviano Pivetta talvez não se viabilize. Pelo sim, pelo não, tem grupo botando o bloco na rua, para se manter em condições de efetivar a candidatura, lá na frente, caso a de Pivetta não vingue;
– O número 1 de Mauro Mendes para a sucessão acredita de que “na hora certa”, todos esses “aliados” governistas estarão juntos no mesmo palanque para defender a continuidade do “projeto liderado por Mauro”;
– Um detalhe que tem chamado a atenção do Boteco da Alameda é que, em menos de 20 dias, o governador Mauro Mendes, fez entregas importantes para a população e quem não estava presente? Ele, Otaviano Pivetta.

O Boteco vai falar
No cenário complexo da política, onde interesses se entrelaçam e disputa do “PODER” são travadas, o jogo político revela-se uma arena de intrigas e consequências importantes.
As consequências desse jogo político são sentidas em todos os níveis da sociedade.
Decisões tomadas nos gabinetes reverberam nas ruas, afetando a vida das pessoas comuns.
A distribuição de recursos, a formulação de políticas públicas e a aprovação de Leis têm o “PODER” de mudar vidas e moldar o futuro.
E, infelizmente, nem sempre essas consequências são positivas. No fim das contas, o jogo político é um reflexo da sociedade em que vivemos.
É um espelho que revela nossas virtudes e nossos vícios. O jogo político não é apenas uma de “PODER”, mas também uma luta por justiça, igualdade e progresso repleto ainda de intrigas e estratégias, exerce um poderoso impacto como formador de opinião.
Através de discurso persuasivos, narrativas cuidadosamente construídas e manipulação de informações, os jogadores políticos moldam a percepção pública, influenciando às crenças e os valores da sociedade.
Que possamos ser os jogadores conscientes nesse tabuleiro complexo, desafiando as intrigas, desenvolvendo estratégias sólidas e trabalhando juntos para construir um futuro político mais justo, transparente e verdadeiramente representativo.
Pois somente assim poderemos transformar, o jogo em um instrumento de mudanças para todos.
Segue o fluxo!
Política
Racha na chapa majoritária do PL de Mato Grosso exalta o pragmatismo das alianças e gera impasse político
“A política ama a traição e odeia o traidor”.
A frase atribuída a Lionel Brizola é absolutamente verdadeira, mas pouco compreendida.⠀
Na política, dinâmica e cercada de interesses, não somente no sentido negativo, é impossível que não exista expectativas frustradas, parcerias desfeitas e claro, traições.⠀
Logo, quem está na política será traído e irá trair. Uns com menos pudor e outros com mais. Mas trocar pessoas e acordos como mercadorias faz parte do negócio.⠀
Mas tão importante quanto saber disso é entender que quanto menos você parecer traidor, mesmo que traia, melhor será sua vida na política.⠀
O empresário Marcelo Maluf do Partido Novo, já no começo de sua trajetória política sentiu o gosto amargo da traição, quando foi comunicado que não seria mais vice na chapa do Senador pelo Partido Liberal (PL), com o cabeça de chapa Wellington Fagundes.

A consolidação das chapas eleitorais no cenário político de Mato Grosso sofreu uma reviravolta expressiva com o anúncio da substituição do nome indicado ao cargo de vice-governador na coligação encabeçada pelo Partido Liberal. A alteração abrupta retirou o empresário Marcelo Maluf da composição majoritária, deflagrando um severo desentendimento público no núcleo partidário e evidenciando a frieza pragmática que costuma reger as negociações de bastidor na busca pelo poder.
Os protagonistas desse imbróglio interno são o empresário Marcelo Maluf, figura até então chancelada para compor o projeto, e o senador Wellington Fagundes, liderança do PL e pré-candidato ao Governo do Estado. A reorganização culminou na ascensão do médico Alencar Farina, também filiado ao PL, nome que passa a ocupar o posto anteriormente prometido e articulado junto à base aliada.
A crise tomou contornos públicos nesta sexta-feira, ocasião em que Maluf foi formalmente notificado de seu afastamento da chapa majoritária e manifestou-se por meio de uma nota oficial. A tempestade política eclodiu em momento decisivo do calendário eleitoral, período no qual as candidaturas já se encontravam em fase avançada de estruturação e planejamento estratégico de campanha.
O episódio desenrola-se no epicentro da política mato-grossense, estado no qual o Partido Liberal busca consolidar sua hegemonia e expandir o alcance de sua base aliada junto ao eleitorado regional. O impacto da decisão ecoou instantaneamente nas instâncias partidárias da capital, Cuiabá, e dos demais municípios estratégicos, alterando a interlocução com empresários e setores produtivos da região.
A desarticulação ocorreu mediante uma comunicação direta feita pelo próprio senador Wellington Fagundes a Marcelo Maluf, informando-o sobre a escolha de um novo nome para a vaga. Em resposta imediata, o empresário tornou pública uma contundente nota, na qual repudiou formalmente a conduta dos dirigentes e expôs os bastidores do rompimento à imprensa e à sociedade.
A reviravolta decorre das rearrumações táticas e da busca por alinhamento tático no âmbito da diretoria estadual do Partido Liberal. Enquanto a cúpula buscou redesenhar a chapa para atender a conveniências políticas imediatas, a manobra acabou por desconsiderar acordos prévios que haviam sido formalizados internamente durante os trâmites partidários.
Em suas declarações, Marcelo Maluf fundamentou seu descontentamento ressaltando que o convite inicial não representou um mero diálogo informal, mas sim uma construção política devidamente homologada na Convenção Partidária. O empresário destacou que já havia mobilizado apoiadores, estruturado diretrizes e iniciado a montagem das equipes de atuação ao lado da chapa de Fagundes.
O tom do protesto subiu de intensidade quando Maluf classificou a alteração repentina como uma manifestação de falta de respeito pessoal e político por parte do senador e do PL estadual. Em forte apelo ético, o empresário sustentou que lideranças incapazes de honrar compromissos assumidos internamente carecem de credibilidade para pleitear a confiança de mais de três milhões de mato-grossenses.
Diante da irreversibilidade do cenário, o empresário sinalizou sua recusa em naturalizar práticas políticas marcadas por quebras de palavra e pela volatilidade das parcerias. Afirmando estar de consciência tranquila por haver cumprido integralmente todas as exigências pactuadas, Maluf enfatizou que caberá aos articuladores da mudança responder perante a opinião pública pelas decisões adotadas.
O desfecho do conflito insere um componente de incerteza e desgaste reputacional na pré-campanha de Wellington Fagundes, que agora precisará reestruturar seu discurso de unidade e integrar Alencar Farina à chapa.
O episódio reforça a máxima atribuída a Lionel Brizola de que “a política ama a traição, mas odeia o traidor“, deixando para o eleitorado o julgamento sobre a maturidade ética dos projetos colocados em disputa.
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