Search
Close this search box.

NA FORÇA DO NOVO MOTOR

Pivetta encosta, Wellton ainda lidera e Mato Grosso começa a cobrar respostas

Publicados

em

Quintouuuu! Queridos frequentadores do Boteco da Alameda, o “Guri Refestelado da Guarita” está atrasado hoje com as informações, pois a sua “Monark Barra Forte”, estava com pneu furado para chegar até na Avenida da Feb, a pé demora mesmo, demora muito tempo.

Tudo certo, tudo nos conformes, mais uma vez o Boteco da Alameda acerta em cima da linha, nem lá nem cá, foi na marca, quando disse em algumas edições anteriores, que o “Âncora“, poderia querer se “redimir“, e ao mesmo tempo “confrontar” seus aliados, em especial o “Homem de Ferro”, que tem sido um dos articuladores da sua campanha ao Palácio Paiaguás, que a “carne só cai no prato de vegano”, foi por água abaixo, uma vez que no cenário político na Terra de Rondon, esse dito muda um pouco de significado, se tornando “a vice governadoria caiu no prato da Pantera Negra”, que por sua vez já vem muito tempo, correndo atrás de uma presa e agora conseguiu, resta saber se vai ficar sob suas garras até o prazo final para registro de candidatura.

Eitaaaa lasqueiraaaa…

Parece que o “Menino da Vovó”, não ficou satisfeito com a decisão, que pela segunda vez, deixa escapar a vice foi literalmente “FRITADO” na frigideira de olho quente como se frita um “CURIMBÃO” como dizem nós cuiabanos.

A primeira foi com o Homem de Ferro, quando decidiu deixar o “Âncora” como vice. A segunda, nesta eleição de 2026, “algo de errado não está certo”, será que isso não tem alguém por trás das cortinas, cutucando?

Perdeu o domínio do jogo

A decisão tomada pelo candidato a reeleição, o Republicanos, Otaviano Pivetta, pode selar uma trégua entre o “Capitão Jaymão” e o Homem de Ferro, que por sua vez neste momento, perdeu o domínio do jogo já que ele, estava vestindo a camisa 10, correndo, cobrando escanteio e indo na área cabecear.

Leia Também:  O que aconteceu no dia 6 de outubro de 2024 em Cuiabá?

Agora se liga: engana-se quem pensa que o “Homem de Ferro” tomou essa decisão de livre e espontânea vontade, quando na verdade foi por “livre espontânea pressão”, da “Operação Heritage” realizada pela Polícia Federal (PF), que tem dado bom dia para muitos… antes mesmo do “galo cantar”.

52 dias do primeiro turno

Na corrida deste ano, o esforço para decifrar o que pensa o eleitor na minha “QUERIDA”, “LINDA”, “MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon ganhou um novo desafio: A pesquisa apresentada mostra que a metade de eleitor está indeciso.

Há mais eleitor sem saber em quem votar do que apoiadores dos líderes da disputa. O alto número de indecisos, é um desafio para os líderes da disputa, mas é também um alerta para a terceira via.

Com 50% do eleitorado ainda sem candidato na escolha espontânea, a pesquisa revela uma disputa aberta e uma pergunta que pode definir 2026 que é: “quem tem um projeto para Mato Grosso”?

Há um número nesta pesquisa que talvez seja mais importante do que os 34% de Wellton Fagundes ou os 26% de Otaviano Pivetta de 13% de Rafael Mila (Missão) e Laudicério (AGIR) com 1%.

É o percentual de eleitores que, na pesquisa Espontânea, ainda não apontam candidato.

Em outras palavras, a metade do eleitorado não cristalizou sua escolha. E quando a metade ainda está disponível para ser convencida, uma eleição que parece definida pode, na verdade, estar apenas começando.

A fotografia divulgada pelo Instituto de Pesquisa coloca o liberal Wellton na liderança, mas mostra o Republicanos, Pivetta em segundo, apenas 8 pontos percentuais atrás.

O resultado coloca Pivetta no centro da disputa e dá um novo peso a coalizão formada em torno de sua candidatura.

A entrada da “Pantera Negra”, Gisela Simona, como vice em sua chapa reforça a construção de um projeto de governo e acrescenta uma dimensão de Pivetta que é ampliar a candidatura para além de seu eleitorado individual.

Leia Também:  Vereadores de Cuiabá e mais 16 capitais terão aumento em seus salários a partir de fevereiro

Massss…. Existe uma pergunta que nenhum candidato ao Palácio Paiaguás poderá evitar? Sim, e Mato Grosso?

O eleitor mato-grossense vai querer saber o que será feito com as Estradas, a Infraestrutura, a Saúde, a Logística, a Educação, a Segurança Pública, o Desenvolvimento Regional, a Geração de Empregos e Renda, e a Competitividade do Estado de Mato Grosso.

Atacar pode mobilizar uma parcela do eleitorado. Mas administrar Mato Grosso exigirá respostas para os problemas que não estão em Brasília.

Tanto é que tem uma corrente forte para que Wellton continue como Senador porque em Brasília é mais útil.

O Boteco vai falar

A próxima etapa da disputa talvez seja menos sobre quem consegue produzir o melhor ataque é mais sobre quem consegue responder melhor a pergunta mais simples de todas: “o que vai fazer por Mato Grosso”?

Essa pergunta pode tirar a eleição do terreno das paixões nacionais e colocá-la no lugar onde uma eleição para governador deveria estar: na vida real do povo mato-grossense, do eleitor.

A eleição, portanto, começa a produzir uma curiosa inversão de perspectiva. Wellton lidera o cenário estimulados mas existe uma enorme parcela de eleitor ainda sem decisão. Pivetta aparece em segundo e ganha musculatura com uma coalizão ampla.

E, enquanto os candidatos se movimentam, o eleitor permanece diante de uma pergunta: “quem está falando para o Brasil e quem está falando para Mato Grosso?

É essa resposta, mais do que qualquer provocação de campanha, que poderá determinar quem chegará mais forte a reta final.

Segue o fluxo!

Propaganda

Política

“Mato Grosso se transformou em um “antro de corrupção””

Publicados

em

A tribuna do Senado Federal converteu-se no palco de uma grave crise política institucional, evidenciada pela declaração pública do Senador Jayme Campos (UB), que pediu desculpas formais à população de Mato Grosso por ter apoiado e apresentado o ex-governador Mauro Mendes (UB) aos eleitores nas eleições de 2018.

O pronunciamento oficial ocorreu em Brasília, durante a sessão deliberativa de quarta-feira, momento em que o parlamentar elevou drasticamente o tom das críticas ao correligionário, alterando o cenário político do estado com acusações diretas sobre a gestão pública mato-grossense.

O acirramento do embate público foi deflagrado após a Polícia Federal instaurar a “Operação Heritage”, ação ostensiva encarregada de apurar o possível envolvimento de figuras políticas em irregularidades administrativas e desvios de verbas do erário estadual.

A apuração policial debruça-se sobre um contrato suspeito firmado entre a administração do Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi, cujos desvios orçamentários estimam-se no montante expressivo de R$ 308 milhões, figurando o ex-governador entre os citados nas investigações.

Durante a fala em plenário, o parlamentar detalhou o funcionamento do suposto esquema de favorecimento ilícito, apontando inclusive a utilização de estruturas empresariais e a inclusão de parentes como cotistas para a suposta dissimulação do fluxo financeiro originado dos cofres públicos.

A deterioração das relações entre os caciques políticos do União Brasil decorre do pleito interno ocorrido na convenção estadual de 30 de julho, quando o projeto de pré-candidatura de Jayme Campos ao governo estadual acabou sendo sumariamente bloqueado pelas forças partidárias dominantes.

Leia Também:  PGR alertou Supremo que Aprosoja estaria financiando atos bolsonaristas

Sob a liderança de Mauro Mendes (UB), a legenda articulou a manutenção da aliança governista ao chancelar o apoio à reeleição do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos), ato que consolidou a hegemonia de Mendes, mas gerou acusações severas de traição por parte dos quadros históricos.

Além das suspeitas investigadas pela PF, o senador apresentou novas denúncias relativas à gestão estadual, alegando a existência de desvios que ultrapassariam a cifra de R$ 1,5 bilhão na área da saúde pública, bem como irregularidades nas operações de empréstimos consignados dos servidores.

Diante do quadro apresentado, o parlamentar requereu a atuação imediata da Controladoria-Geral da União (CGU) para auditar os contratos e criticou a postura do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, cobrando posicionamento assertivo do procurador-geral de Justiça.

Como desdobramento do escândalo, defende-se a reestruturação da ética na administração pública regional como único meio de restabelecer a credibilidade institucional, superando o desgaste da imagem do estado nas páginas policiais e viabilizando um projeto de desenvolvimento transparente para as próximas décadas.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA