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Pedro Henry pode ser convocado a depor na CPI das OSS

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Os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga as Organizações Sociais de Saúde (OSS), se reúnem na manhã desta terça-feira (26), para deliberar os trabalhos que devem ser executados ao longo dos 180 dias de apuração. A primeira reunião da CPI será realizada a partir das 10h, na Sala das Comissões, na Assembleia Legislativa.

zeDomingosO relator, deputado estadual, José Domingos Fraga (PSD) não descartou a possibilidade de convocar o ex-secretário de Estado de Saúde e ex-deputado federal, Pedro Henry responsável pela implantação do modelo de gestão para depor na CPI. "Não está descartada a possibilidade de Pedro Henry ser convocado para contribuir com os trabalhos desta CPI. É muito importante ouvi-lo, para sabermos de fato, qual foi a sua ideia e seu o objetivo, de implantar uma administração totalmente diferenciada", destacou.

Zé Domingos informou que já formalizou um convite, convocando a assessoria jurídica da Secretaria de Estado de Saúde responsável pela elaboração do contrato e o termo de chamada pública para qualificação das OSS. Segundo o parlamentar, o intuito é que a assessoria explique a parte legal e formal; se houve ou não, dispensa para a qualificação das Organizações.

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"Queremos entender um pouco mais sobre o processo e qual foi a modalidade utilizada para sua qualificação e contratação em termo de chamada publica. Vamos convidar também, o responsável pela Comissão de Avaliação de Metas, pois queremos saber os resultados implementados ou conquistado pelas OSS, como isso funciona, quais são as metodologias, como se paga, qual o custo dos procedimentos. Queremos saber se esses procedimentos são isolados ou se é pago por blocos", ressaltou

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A complexidade e os impasses na formação de chapas do MDB em Mato Grosso

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As articulações políticas que antecedem o período eleitoral costumam revelar a complexidade das negociações partidárias no cenário mato-grossense. Em um contexto de intensas disputas por espaço e representatividade profissional, os bastidores dos partidos transformam-se em arenas decisivas para a definição das candidaturas que disputarão o voto popular nas urnas.

Essas negociações eleitorais ocorrem predominantemente na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, bem como em reuniões estratégicas conduzidas por lideranças regionais. O ambiente interno da agremiação tornou-se o centro das atenções à medida que os prazos regimentais e as convenções se aproximavam.

As movimentações mais recentes intensificaram-se ao longo dos últimos meses de definições partidárias, período em que as siglas precisaram consolidar suas nominatas oficiais. O calendário eleitoral impôs um ritmo acelerado para a construção de consensos e para a viabilização das chapas proporcionais no estado.

A ex-prefeita da cidade de Sinop, Rosana Martinelli, figura central nesse processo, buscava consolidar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Contudo, a decisão estratégica da Diretoria Partidária de não lançar candidatos ao cargo de deputado federal acabou por inviabilizar suas pretensões eleitorais para a disputa deste ano.

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A reviravolta na trajetória política da ex-gestora ocorreu porque o MDB estadual enfrentou severas dificuldades na formação de um grupo competitivo para a disputa proporcional. Diante das desistências de nomes estratégicos e da ausência de consenso interno, a sigla optou por priorizar outras frentes de atuação regional.

A condução das negociações deu-se por meio de reuniões diretas lideradas pela presidente estadual do partido, a deputada estadual Janaina Riva. Segundo avaliações do próprio grupo político, a coordenação do processo demandou habilidade para gerenciar divergências e conciliar os interesses individuais e coletivos das lideranças envolvidas.

Diversos fatores conjunturais motivaram o desfecho desfavorável às pretensões de Rosana Martinelli, incluindo a desistência de potenciais pré-candidatos que priorizaram projetos pessoais. Além disso, a inviabilização de outras candidaturas regionais, como a da vice-prefeita Coronel Vânia à Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), evidenciou a fragilidade da base aliada.

Diante do cenário de frustração das candidaturas regionais, a ex-prefeita de Sinop adotou uma postura pragmática ao declarar a ausência de mágoas e ao reconhecer a complexidade do amadurecimento político institucional. A líder reafirmou a disposição de colaborar ativamente com projetos de aliados estratégicos na esfera estadual.

Os desdobramentos operacionais dessa reorganização partidária refletem-se no apoio declarado de Rosana Martinelli à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Simultaneamente, a ex-gestora confirmou sustentação à postulação de Janaina Riva ao Senado Federal, demonstrando alinhamento com a estrutura governista.

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Por fim, o futuro político da ex-prefeita permanece em aberto, dependendo de futuras deliberações pessoais e do quadro de coligações que se desenhará nos próximos ciclos. A trajetória recente evidencia que as alianças partidárias dependem da constante repactuação de interesses em um cenário dinâmico e em permanente transformação.

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