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COM MAIOR VIABILIDADE ELEITORAL

Pesquisa definirá nome da esquerda para a disputa eleitoral

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Hoje, cada temporada eleitoral tem sua enxurrada de pesquisas. Acompanhar seus números virou parte das nossas vidas. Ao mesmo tempo, como tudo que envolve política, as pesquisas geram desconfianças. Será que os números servem para informar ou manipular? Nos Estados Unidos, a eleição de Donald Trump, que era tida como improvável, deu a sensação de que pode haver algo errado ou até desonesto na área.

Na reta final da campanha eleitoral, as pesquisas sobre intenções de voto tomam conta do noticiário e são uma fonte de informação importante tanto para os candidatos quanto para os eleitores. As pesquisas são bastante controladas pela Justiça Eleitoral e buscam refletir as características da população. A lei eleitoral estabelece que devem ser declinadas na hora do registro todas as ponderações por idade, por sexo, por local de moradia.

Com a proximidade das eleições, as pesquisas eleitorais têm se multiplicado no noticiário político brasileiro, norteado estratégias de campanhas e conquistado cada vez mais a atenção de tomadores de decisão no mercado financeiro e no mundo dos negócios.

Tema de debates acalorados e controvérsias a cada novo pleito, as pesquisas de intenção de voto utilizam conceitos matemáticos para capturar uma fotografia representativa do sentimento da população em um momento específico da disputa a partir de um número reduzido de entrevistas.

Com 2 mil questionários aplicados ou até menos, é possível chegar a resultados precisos sobre as preferências de um universo de 156 milhões de eleitores.

Tema de debates acalorados e controvérsias a cada novo pleito, as pesquisas de intenção de voto utilizam conceitos matemáticos para capturar uma fotografia representativa do sentimento da população em um momento específico da disputa a partir de um número reduzido de entrevistas.

Um nome da esquerda

Para sacramentar o candidato da esquerda nesta eleição de 2024, uma pesquisa de intenção de voto vai definir quem será o nome que vai estar representando o grupo de oposição com o nome de maior viabilidade eleitoral na Federação Brasil da Esperança com PT, PV e PCdoB nesta eleição de 2024 para a Prefeitura Municipal de Cuiabá.

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O tema da avaliação será entre o petista, deputado estadual Ludio Cabral e o vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV).

Com o avanço do calendário eleitoral, os partidos e possíveis postulantes já se movimentam para as eleições municipais de 2024. Apesar de já haver candidatos declarados a Prefeito de Cuiabá (MT), ainda não houve definição por parte de algumas das legendas sobre quem serão os nomes que vão aparecer nas urnas.

A renovação no comando da capital é obrigatória, uma vez que o atual prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB), cumpre o segundo mandato. Por isso, a aliança com seu grupo político tem sido considerada valiosa pelos futuros concorrentes.

Outro fator que fomenta a incerteza do cenário atual é que as siglas têm que equacionar os anseios de seus candidatos com as alianças políticas, o que envolve não só os acordos por apoio, mas também os pactos formais das federações formadas em 2022, e que ainda valem para a disputa municipal.

Pesquisa definirá nome da esquerda

Até o dia 5 de abril, é o prazo final para que seja apresentado o nome no grupo da Federação Brasil da Esperança para a disputa eleitoral de 6 de outubro. Na última reunião entre as legendas, todos concordaram em realizar esforços para que a decisão saia o mais rápido possível. Contudo, outros critérios também foram apresentados que serão levados em consideração.

Lane Costa, presidente municipal do PCdoB e da Federação Brasil da Esperança em Cuiabá, disse que todos querem uma definição logo, mas que o resultado da pesquisa será fundamental para a escolha do nome.

Vamos estabelecer critérios bem objetivos para definir logo essa situação e iniciar a nossa pré-campanha. Pesquisa será importante, mas também outros fatores que ajudarão na aglutinação de uma frente ampla”.

Outro fator que a Federação Brasil da Esperança levará em consideração é a articulação nacional entre os 3 partidos. Até o mês passado, o Partido Verde (PV) nacional havia indicado duas capitais como prioridades: Teresina (PI) e Cuiabá (MT).

Contudo, o Partido dos Trabalhadores (PT) também escolheu a cidade de Teresina no Estado do Piauí, como uma capital de seu interesse. E Cuiabá, por ser a capital do Estado do Agronegócio, também passa a ser um lugar estratégico para o presidente Lula. José Roberto Stopa é o atual vice-prefeito de Cuiabá e tem o desgaste da atual gestão comandada pelo Prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro (MDB).

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Por outro lado, Roberto Stopa tem a vantagem do Partido Verde (PV), que é o partido com a maior bancada na Câmara de Cuiabá com 4 vereadores.

O deputado estadual do PT, Lúdio Cabral, foi o mais bem votado no Estado e tem o recall de já ter disputado a Prefeitura de Cuiabá em 2012 e o Governo do Estado em 2014.

As últimas pesquisas de intenção de votos, Lúdio Cabral aparece em vantagem contra José Roberto Stopa, que aparece nas últimas posições. Já Lúdio pontua como colocado.

A pesquisa

Em fevereiro deste ano, na pesquisa eleitoral divulgada pela Percent Brasil, mostrou que o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual José Eduardo Botelho (UB), dá sinais de “força política” na corrida eleitoral à Prefeitura de Cuiabá, de acordo com pesquisa, ele aparece com 23,7% das intenções de voto na modalidade estimulada do levantamento, em que o eleitor escolhe opções de voto em uma lista pré-definida.

O deputado federal Abílio Brunini (PL) ficou com 20%, seguido pelo deputado estadual, Lúdio Cabral (PT) com 14%; e na época ainda candidato pelo União Brasil (UB), Fábio Garcia (UB) com 10,8%. O vice-prefeito da Capital, José Roberto Stopa (PV) obteve 4,5% e o Pastor Marcos Ritella com 2%. Brancos e nulos somavam 8% e indecisos 16,5%. Não respondeu ao questionamento 0,5%.

A pesquisa, encomendada pelo site O Documento e TV Cuiabá, foi realizada entre os dias 1º e 4 de fevereiro, no qual foi entrevistado 1.200 pessoas de forma presencial em Cuiabá. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos. O registro da pesquisa está sob o Número 06359/2024 MT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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