ESQUENTADO A DISPUTA ELEITORAL
Parem de sonhar com o Stopa vice na chapa de Ludio Cabral
A pergunta ouvida nos bastidores da política cuiabana é: quem será o sucessor do prefeito cuiabano Nenel Pinheiro? Cinco podem ser, mas um só conseguirá o feito.
A “novela” continua. Vários dos nomes que iniciaram a jornada como possíveis candidatos aos poucos foram “murchando” e no momento, a lista vai se afunilando ainda mais.
Foi o que o Boteco da Alameda noticiou há meses. Quem seriam os primeiros a pular do barco? Quem? Quem? Parece que só sobrará…
Federação Brasil da Esperança
Tem a famosa Federação Brasil da Esperança que não última segunda feira (13) em que, a presidente do PCdoB em Mato Grosso e da Federação, Lane Costa, que propôs aos partidos as que o grupo deve seguir para a escolha do candidato.
Sabe quais foram os critérios?
1- Análise de pesquisas qualitativas;
2- Análise de capacidade de apoio de outros partidos.
Ou seja, qual pré-candidato aglutinar mais partidos, e avaliação das chapas de vereadores dos partidos da Federação Brasil da Esperança.
Pois muito bem caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! No primeiro critério de pesquisas, o pré-candidato Ludio Cabral (PT), tem ampla vantagem.
Pesquisas de intenção de voto, o petista se mantêm em terceiro lugar na lista de pré-candidatos, um bocado de tempo.
Na última pesquisa divulgada pela Percent Brasil, o petista Ludio Cabral apareceu com 11,7% das intenções de votos. José Roberto Stopa (PV), apareceu na quinta posição com 4,1%.
Já no segundo critério, análise de capacidade de apoio de outros partidos, quem leva vantagem é o vice-prefeito de Cuiabá, Zé Stopa, que conta com o apoio do PCdoB (costurado nas eleições de 2022).
Então caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, o que podemos afirmar é que estaremos no nem-nem. Nem o PV, nem o PT vão aceitar a proposta do PCdoB.
Genteee por favor, não adianta ficar com blá-blá-blá, muito menos com mi-mi-mis, a Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), já definiu a posição do partido em 14 capitais nas eleições de 2024.
Além de confirmar o apoio ao pré-candidato Ludio Cabral em Cuiabá, a sigla confirmou as pré-candidaturas de Guilherme Boulos (PSOL), em São Paulo; Rogério Corrêa, em Belo Horizonte; Camila Jara, em Campo Grande, entre outros pré-candidatos.
Stopa vice de Ludio
Querem saberem de uma? Zé Roberto Stopa tá fora do pleito eleitoral de 2024. Parem de ficarem sonhando com o nome de Stopa para vice na chapa de Ludio Cabral.
O Boteco da Alameda não tira os méritos do atual vice-prefeito, porém, é preciso analisar o momento político que o município de Cuiabá vivencia.
Zé Roberto Stopa é bom secretário, pede boi, tem rodinha no pé, conhece a cidade de Cuiabá como ninguém, mas carrega consigo o desgaste da administração pública municipal.
O vice-prefeito José Roberto Stopa, sabe que o momento já passou e não pulou no cavalo que estava a sua frente arriado.
Nenel Pinheiro não o lançou candidato, porque sabia que o seu vice iria herdar o seu desgaste político. O Prefeito de Cuiabá, Nenel Pinheiro sabe que só o mutirão de tapa-buracos em Cuiabá, resolverá.
Peguem aí: o quadro em que se encontra o município, Zé Stopa na disputa eleitoral de 2024, favorece por tabela o unista Zé Edu Botelho, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e o polêmico deputado federal Abílio Brunini do Partido Liberal (PL), e dá munição para ambos.
Nenel, Nenel, eitaaa menino da Rua Joaquim Murtinho!
Início
Como iniciamos a narrativa, a pergunta que não quer calar é: quem será o sucessor de Nenel Pinheiro? Ainda restam nesta corrida Edu Botelho (UB), Abílio Brunini (PL), Ludio Cabral (PT), Carlos Avalone (PSDB), Reginaldo Teixeira (Novo). Destes nomes haverá baixas.
O Blog do Valdemir diz: Achamos que tem um tucano mudando de ninho.
Nem todos que permanecem na berlinda como pré-candidatos a Prefeito de Cuiabá, serão escolhidos nas convenções. Uns por desistência partidária, outros por não conseguirem aglutinar e sim dispersar.
Então, a dúvida permanece: quem será?
Política
Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso
Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.
Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.
As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.
O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.
A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.
A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.
As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.
O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.
As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.
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