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DANÇA DAS CADEIRAS

Paccola assina filiação ao partido Republicanos

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Sendo o segundo vereador mais votado pelo cidadania em 2020, o vereador por Cuiabá, Marcos Eduardo Ticianel Paccola, o Tenente Coronel Paccola, assinou sua filiação ao Partido Republicanos.

O parlamentar cuiabano que passou os últimos 30 dias se reunindo com partidos conservadores, entende que o Republicanos defende o movimento político tradicionalista, fundamentado nos valores cristãos, tendo a família como alicerce da sociedade, preservando a soberania nacional, a livre iniciativa e a liberdade econômica, encorajando o progresso tecnológico como caminho inevitável para o desenvolvimento humano.

O parlamentar agradeceu ao Presidente Regional do Cidadania, Marco Marrafon, e todos os envolvidos no partido por terem contribuído para que pudesse chegar ao Legislativo Municipal, mas entende que deve seguir outro caminho para viabilizar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Agradeço aos representantes do Cidadania que estiveram comigo até aqui, mas entendemos que neste momento são necessárias as migrações para fortalecer a chapa do atual partido, ampliando nossa independência política para que possamos ocupar o legislativo estadual com pessoas do bem, que lutam pelas mesmas bandeiras que defendo.

Também assinaram a filiação nesta manhã, o médico Dr. Carlos Carretoni, pré-candidato a Deputado Federal, vereador Diego Guimarães, pré-candidato a Deputado Estadual, com a participação do vereador Eduardo Magalhães e Dr. Luiz Fernando, eleitos pelo partido na última eleição, tornando o Republicanos atualmente a maior bancada dentro da Câmara Municipal de Cuiabá.

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TRAJETÓRIA

Marcos Eduardo Ticianel Paccola, tem 38 anos, é casado e pai de três filhos. Oficial da Polícia Militar de Mato Grosso, ocupa atualmente o cargo de Vereador por Cuiabá. Sua carreira Militar iniciou-se aos 16 anos de idade quando ingressou na Academia da Polícia Militar Costa Verde, após ser aprovado como 1° colocado no Vestibular da UFMT para o Curso de Formação de Oficiais (CFO), resultado de dedicação em busca de um sonho por vocação, dos quais a maioria absoluta foi atuando na atividade operacional, sendo metade deste período a serviço do Batalhão de Operações Especiais (BOPE).

Vereador de primeiro mandato, Paccola foi eleito em 2020 com 2.009 votos. Já no seu primeiro ano de atividade, apresentou 15 Projetos de Lei, 4 Audiências Públicas, 238 Indicações, 79 Requerimentos e a uma participação efetiva na CPI DOS MEDICAMENTOS VENCIDOS que indiciou 45 pessoas pelos mais de R$ 30 milhões gastos com a compra de medicamentos vencidos. Ainda em 2021 Paccola iniciou a CPI DA SAÚDE que irá concluir a investigação da existência de uma organização criminosa na secretaria de saúde de Cuiabá até o início das eleições deste ano.

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Além da atuação política, Paccola hoje é coordenador municipal do Proarmas que estuda e tece análises sobre a complexa legislação de controle de armas e questões sociológicas e filosóficas que estão por trás das políticas de desarmamento, bem como, o que sustenta o seu direito de ter acesso às armas de fogo.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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