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XADREZ ELEITORAL EM MOVIMENTO

Núcleo duro do Paiaguás está jogando xadrez; velha guarda brinca de dama

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A política na Terra de Rondon tem apresentado novos personagens, e um deles, talvez mais influente no momento, é Virgínia Mendes.  

Muita gente ainda a trata só como a primeira Dama de Mato Grosso, mas essa visão é rasa Virgínia Mendes entende o jogo político, sabe jogar e mais importante sabe transferir votos.

Virgínia Mendes não precisa de discursos longos nem de palanque. Sua presença nas redes sociais é suficiente para mobilizar multidões.

A relação entre a primeira dama do Estado de Mato Grosso Virgínia e o núcleo duro do Palácio Paiaguás, pode ser um fator decisivo nas eleições de 2026. Uma eventual candidatura a Câmara Federal seria uma composição poderosa.

Em caso de embate com a oposição, as declarações de Virgínia Mendes em favor dos candidatos do grupo podem se tornar determinantes.

Aliás, até o Boteco da Alameda reconhece o valor dessa candidatura e aliança: uma futura candidatura Virgínia/Mauro e Pivetta seria, segundo os frequentadores, praticamente imbatível.

O cenário está desenhado. Virgínia Mendes é o nome da vez da política da Terra de Rondon. Tem o toque de Midas, tudo que toca, politicamente, ganha força.

Enquanto alguns não conseguiu eleger seu “poste”, a primeira dama mato-grossense Virgínia Mendes conseguiu eleger o dela. Até poste elegeu. E isso, convenhamos, não é pouca coisa.

Segue o fluxo!

Vamos acordar!

O núcleo duro do Palácio Paiaguás está jogando xadrez, enquanto os demais ainda brincam de dama.

O núcleo duro, vem movendo as peças com muita frieza e, com os movimentos precisos está desmontado adversários e até os ainda aliados.

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Tem pré-candidatos para cargos majoritários em 2026, que está sentindo o chão tremer, outros vem chegando. Prestem atenção nos movimentos do Rei no tabuleiro político eleitoral, ele já costurou o apoio nacional e fará, barba, cabelo e bigode. Tem pré-candidatos que ficará no próximo ano como simples figurantes.

Otaviano Pivetta por sua vez, avança como trator: alinhando com deputados federais e estaduais e, tem mais: com a aprovação de alguns prefeitos bolsonaristas.

Os irmãos unistas Jayme Campos e Júlio Campos, outrora donos do jogo eleitoral em Mato Grosso, hoje se veem sem peças no tabuleiro, sem discurso e sem plateia. Entretanto, contudo, todavia, apostam em “operações policiais”, se esquecendo do jogo político.

Os bastidores indicam que: até 30 de março, o senador vai decidir disputar a reeleição, numa dobradinha com Mauro Mendes.

1- Espaço apertado
Quem sonha com o Palácio Paiaguás ou a Casa Alta já percebeu que a fila anda curta. As cadeiras majoritárias estão mais disputadas que vaga em creche pública.
2- Os gigantes do jogo
A Federação PP e União Brasil, PL, MDB, Podemos e Repúblicanos, são os donos da bola. Quem não entrar nesses, corre o risco de ficar batendo lateral sozinho.
3- Nanicos a vista
A turma dos partidos médios e pequenos virou opção para os “aventureiros” que querem aparecer no jogo. Só não podem esquecer que legenda fraca é igual barco furado: não vai longe.
4- Wellton em alta
Os bons números do senador Wellton caíram como sopro de alívio. Quem andava nervoso agora respira melhor, mas sem exagerar. O jogo só está começando.
5- A divisão da direita
Jayme até que tenta, mas a direita dividida atrapalha mais do que ajuda. Dois nomes no Paiaguás viram dois galos no mesmo terreiro.
6- União futura
Nos bastidores, a previsão é simples: a direita vai se juntar lá na frente. Afinal, na política, desunião dura pouco quando a eleição chega.
7- O voto do desgosto
Nós corredores já se ouve: “não gosto desse, mas antes ele do que o PT”. Esse raciocínio pode decidir o primeiro turno.
8- Cegos de Jericó
Enquanto uns brigam por nome, ninguém lê o cenário. Estão todos cegos de Jericó, tropeçando no mesmo buraco político.  
9- Ouro de tolo
Nomes antigos fingem ser fortes, mas não passam de ouro de tolo. Brilham na vitrine, mas o eleitor nem lembra mais quem são.
10- Política de lacração
Tem gente que mede eleitorado por curtida e lacração. Esquecem que voto não se dá por meme e muito menos por “close” na internet.
11- O eleitor mudou
Antigamente se votava em sobrenome, hoje o povo quer resultado. Velhos caciques ainda não entenderam que a fila virou.

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Moral do Boteco

Entre churrascos prometidos, capilaridade feitos, números ignorados e cegos de Jericó, o cenário político de Mato Grosso mostra uma coisa: quem lê pesquisa entende o jogo; quem não lê, continua jogando dama no tabuleiro de xadrez.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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