OPÇÃO DO ELEITOR POR MUDANÇA
“Nosso partido está empenhado em ajudar o Abílio vencer a eleição”
Tendo no currículo um mandato de vereador na Câmara Municipal de Cuiabá, o candidato Abílio Jacques Brunini Moumer da Coligação “Cuiabá para Pessoas” do Podemos está em busca do comando do Poder Executivo do Município de Cuiabá. Indo para a disputa do segundo turno com o candidato Emanuel Pinheiro (MDB) com a chapa “A Mudança Merece Continuar”, Abílio Junior deu a largada para conquistar apoio dos candidatos que não chegaram à segunda etapa das eleições e que tenham um perfil parecido com sua campanha, sinalizando uma possível integração de votos.
No primeiro turno, Abílio Junior foi o candidato mais votado da cidade, que alcançou 90.631 votos, 33,72% da intenção de votos dos cuiabanos.
E com apenas três anos de existência, o Podemos disputa o segundo turno das eleições para prefeito em Cuiabá e mais duas capitais brasileiras, Manaus (AM) e São Luís (MA).
Em Cuiabá, Abílio Júnior terminou o primeiro turno à frente dos adversários. O segundo turno das eleições acontece no próximo dia 29 de novembro.
A consolidação de Abílio Junior em primeiro lugar personifica a opção do eleitor por mudança e por uma agenda intransigente de combate à corrupção, fim dos privilégios, defesa da ética, redução da máquina pública e melhorias na saúde e educação.
“Abílio e seu candidato a vice-prefeito, o vereador Felipe Wellaton (Cidadania), já demonstraram que estão preparados para administrar Cuiabá e vão ganhar essa eleição. O primeiro grande desafio desta dupla é varrer a turma do Paletó da Prefeitura de Cuiabá“, disse o deputado federal José Medeiros.
Medeiros, que é vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara Federal, reafirma o compromisso da direção estadual e nacional do Podemos com a candidatura e futura gestão de Abílio.
“Nosso partido está empenhado em ajudar o Abílio vencer a eleição. Eleito prefeito, Abílio e Wellaton terão o apoio no Podemos no estado e também dos nove senadores e dos 11 deputados federais do partido. Além do apoio do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Todos estão empenhados em ajudar o Abílio e Cuiabá“, frisa o deputado federal.
Para o presidente do Podemos de Mato Grosso e vice-prefeito de Cuiabá, Niuan Ribeiro, a população já deu um duro recado nas urnas ao deixar o atual prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) em segundo lugar, mesmo com a campanha milionária que ele fez no primeiro turno das eleições.
“O momento é de mudança! Vamos mudar com a certeza que estamos elegendo duas pessoas comprometidas e preparadas para gerir a nossa cidade. A rapaziada já demonstrou seu compromisso com Cuiabá na Câmara Municipal, fiscalizando e denunciando as mazelas do atual prefeito“, destaca Niuan.
No primeiro turno das eleições, o Podemos de Cuiabá elegeu dois vereadores, Dilemário Alencar e Wilson Kero Kero.
“Tínhamos uma chapa aguerrida e muito comprometida com Cuiabá. Temos certeza que o nosso partido está crescendo com qualidade em Cuiabá e, em todo o estado“, finaliza o presidente do Podemos de Mato Grosso.
Política
Cálculo eleitoral e nomes de peso credenciam o Podemos na disputa por vagas federais em Mato Grosso
Nas eleições de outubro, milhões de eleitores e eleitoras de todo o território brasileiro vão escolher os seus representantes para as Assembleias Legislativas, Câmaras Federias e presidente da Republica pelo sistema proporcional de votação. E o cenário político de Mato Grosso ganha novos contornos com as projeções do Podemos para a disputa das cadeiras na Câmara dos Deputados no próximo pleito eleitoral. A agremiação partidária estruturou uma chapa competitiva na consolidação do coeficiente necessário para garantir representatividade parlamentar em Brasília, mobilizando lideranças regionais de forte apelo popular.
A conjuntura eleitoral atual indica que o Quociente Eleitoral para que um Partido ou Federação conquiste uma cadeira de deputado federal no estado está estimado em 231 mil votos. Diante desta exigência matemática rigorosa, a sigla desenhou uma estratégia focada em garantir o patamar mínimo indispensável, mapeando o potencial de votação em diferentes macrorregiões mato-grossenses.
A movimentação partidária ocorre no âmbito do Território Estadual de Mato Grosso, local onde as articulações regionais e as alianças locais definem a força dos candidatos no pleito. O eleitorado das principais cidades do interior e da capital será decisivo para confirmar as projeções traçadas pelas lideranças do partido ao longo da campanha.
As estimativas internas apontam para o alcance de até 280 mil votos na votação total da legenda, volume suficiente para assegurar com folga a primeira vaga direta. Adicionalmente, especula-se no meio político a possibilidade concreta de obtenção de uma segunda cadeira por meio da distribuição das sobras partidárias.

A confirmação da segunda vaga dependerá diretamente do desempenho das legendas concorrentes nas urnas, com atenções voltadas para os blocos formados por União Brasil/PP e pelo PL. Espera-se que esses agrupamentos adversários obtenham votações expressivas e elejam pelo menos dois representantes federais cada um, o que alterará a dinâmica de distribuição dos assentos restantes.
A viabilidade técnica do plano eleitoral fundamenta-se na montagem de uma chapa diversificada, constituída por nove candidatos dispostos estrategicamente em base regional. Essa seleção busca capturar votos de variados segmentos socioeconômicos e geográficos, desde o agronegócio pujante do norte mato-grossense até a densa população urbana do sul do estado.
O grupo de maior destaque é composto por cinco nomes de ampla visibilidade pública: o deputado federal Nelson Barbudo, o ex-deputado Neri Geller, o ex-secretário estadual de Segurança Pública, César Roveri, o ex-prefeito da cidade de Querência, Fernando Gorgen e a vereadora de Rondonópolis, Kalynka Meirelles.
A diversidade de trajetórias dessas lideranças fortalece o apelo da legenda junto a diferentes perfis de eleitores.
A vereadora Kalynka Meirelles assume papel tático fundamental nesse contexto, emergindo como a principal representante do município de Rondonópolis na corrida rumo ao Congresso Nacional. Sua presença na chapa visa atrair o expressivo eleitorado do segundo maior polo econômico do estado, consolidando uma base eleitoral sólida na região sul.
O planejamento estipula que cada um desses cinco candidatos principais obtenha uma votação individual situada entre 30 mil e 70 mil votos. Essa margem projetada garante a sustentação necessária para atingir a meta global da agremiação e otimizar o somatório de votos válidos exigido pela legislação vigente.
A estratégia adotada pelo Podemos demonstra como a engenharia eleitoral contemporânea exige previsibilidade matemática associada à capilaridade política. Ao combinar nomes consolidados no cenário estadual com lideranças emergentes, a legenda busca assegurar voz ativa na formulação das políticas públicas nacionais nos próximos anos.
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