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DE OLHO NA CADEIRA NUMERO 1

Agenda de Mauro para o mês de julho: reeleição, o resto é especulação

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Na terra de Rondon é incrível a imaginação de alguns agentes políticos em criarem situações, no qual ele é o beneficiado. Se esquecem em combinar com duas pessoas que conhece cada peça do “xadrez político”, ambos são habilidosos.

Alguns os definem como políticos que honram as suas promessas. Outros, como alguém que guarda rancor dos desafetos, um com mandato, outro sem, mas eles estão juntos desde os idos dos anos 90, muitas vezes se divergem na maneira da condução do processo no mundo político, mais já se passaram trinta anos e sempre caminhando juntos: Jayme Veríssimo e Campos (UB) e Blairo Borges Maggi (PP).

Não precisamos retornarmos na década de 90, vamos direto para 2018. Aos navegantes em outubro no dia 27, a chapa articulada por ambos, já estava definida: Mauro Mendes para o Palácio Paiaguas, vice para Otaviano Pivetta e Jayme Campos para o Senado.

Então, amigos internautas do Blog do Valdemir, quem vai definir o pré-destino da política mato-grossense para concorrer o pleito eleitoral no dia 2 de outubro é Jayme e Maggi. Ambos precisam de uma terceira pessoa, eis que é o atual governador de Mato Grosso Mauro Mendes.

Assim o que está faltando no pleito eleitoral de 2022? Jayme, Blairo e Mauro se posicionarem.

Então fiquem ligados: agenda de Mauro Mendes para o mês de julho: reeleição, agenda de Jayme Campos e Blairo Maggi: posicionar as demais peças no jogo.

Esqueçam de 2016, Mauro não fará a mesma jogada (ao tomar uma decisão na política, precisam saber as consequências que virá), família pesa, mas não é somente isso. Vejam quantas traições que aconteceu, leiam os finais deles na política.

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PS: Tá sabendo o que Mauro falou quinta de manhã no salão nobre Garcia Neto?

Isso já entrou na minha agenda de decisão”, no tabuleiro político se diz: estamos prestando atenção nas mexidas das peças dos nossos “possíveis descontentes adversários“.

Os políticos com mandatos estão preocupados com o que vem por aí, por isso vem sofrendo pressão para que tome uma decisão. Leia-se: Mauro vai para reeleição vou ficar com ele. Mauro pulou do barco então vou largar de Mauro, não apoiarei, mas o seu Governo e começarei a critica-lo. Não torce para o melhor time da América do Sul o Palmeiras, vou descer a lenha.

Então quando falarem sobre a candidatura de A ou B procurem perceber as movimentações de Jayme Campos e Blairo Maggi no tabuleiro. Uma dica: as movimentações de ambos são discretos.

Nota da redação

Se existia uma sombra na disputa eleitoral 2022, já foi restabelecido no tabuleiro, né Nenel? Mas antes do fator Nenel afastamento da prefeitura, o quadro político já favorecia a Mauro.

Outro ponto para se refletir: os possíveis candidatos não se preocupem neste momento com a cadeira Numero 1 do Palácio Paiaguas. Antes de firmar nome como segunda via, trabalhem o nome, faz uma radiografia da terra de Rondon, procure se tornar mais conhecido nos bairros e cidades que vive a mercê, precisa cativar o apoio do agronegócio e dos prefeitos, que, em sua maioria, tendem a apoiar a reeleição de Mauro Mendes, devido a alta popularidade do atual governador.

Precisam se mostrar competitivo em uma disputa em que três nomes se encontra com bons níveis de popularidade.

Corram a caminhada é longa e o tempo é curto. Não se esqueçam que o Governo tem a caneta cheia de tinta e apoio da maioria dos prefeitos. Quer mais? Tem apoio de Jayme Campos e Blairo Maggi.

Para finalizar e esperar o título do melhor do mundo: a eleição de 2022 será diferente de 2018, em que o eleitor estava insatisfeito com Zé Pedro e com isso abriu espaço para Mauro. Agora não os dois primeiros (Jayme e Blairo) são fortes e conhecidos.

Pátio, Nenel, Wellton, Adriano Pivetta vivem naturalmente na exposição que eles têm, mas quando analisa os dados, a maioria não tomou e nem vai tomar a decisão.

O importante é um passo bom, mas não é um passo definitivo para a tomada de decisão.

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Política

Impasse na Federação União Progressista desafia candidatura de Jayme Campos

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A disputa pela sucessão ao Palácio Paiaguás atinge um ponto decisivo de afunilamento político devido aos entraves jurídicos e partidários que ameaçam inviabilizar o projeto do senador Jayme Campos (UB) de concorrer ao Governo do Estado de Mato Grosso. O imbróglio político-partidário ganha contornos complexos à medida que os prazos regimentais se esgotam, colocando em xeque a coesão do grupo governista no estado.

O epicentro desse debate técnico ganhou ressonância pública por meio de declarações concedidas pelo presidente estadual do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, o qual analisou a posição política ocupada pelo senador Jayme Campos. Apesar de reconhecer a importância histórica do parlamentar como uma das principais lideranças políticas mato-grossenses, o dirigente do PL apontou que a viabilidade de seu nome esbarra na rígida estrutura colegiada que governa a aliança.

A definição desse panorama eleitoral possui momento crucial marcado no calendário oficial com a realização da convenção do União Brasil, agendada para quinta-feira, dia 30 de julho, além do encontro oficial do Republicanos no dia 5 de agosto. Esses marcos temporais delimitam a margem de manobra das siglas para registrar oficialmente as chapas majoritárias antes do encerramento dos prazos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

O palco das articulações estende-se geograficamente do Palácio Paiaguás e das sedes partidárias em Cuiabá até a jurisdição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. É no âmbito federal que os estatutos das federações foram homologados, estabelecendo diretrizes normativas com validade nacional que se sobrepõem às deliberações regionais isoladas dos partidos constituintes.

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A dinâmica interna que dificulta a consolidação da postulação decorre do estatuto regimental da Federação União Progressista, bloco formado pela união entre o União Brasil (UB) e o Progressistas (PP). Segundo o regimento interno, a aprovação na convenção isolada do partido não garante o registro da chapa, cabendo exclusivamente à direção executiva do bloco federativo a prerrogativa do aval definitivo sobre candidaturas majoritárias.

A razão central para a criação deste impasse repousa no racha interno instaurado no bloco governista, dividido entre o apoio ao senador e a priorização da candidatura à reeleição do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos). A falta de consenso quanto à liderança que encabeçará a chapa majoritária expõe divergências estratégicas que ameaçam a unidade construída ao longo dos últimos anos.

Na teia de coligações e alianças que se desenha no estado, a composição da Federação União Progressista desempenha papel central ao tentar harmonizar os interesses do União Brasil e do PP em um único projeto eleitoral. O diálogo com outras siglas da base governista, como o Republicanos, exige articulação contínua para evitar a sobreposição de palanques e a consequente perda de força política do grupo.

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O propósito subjacente à defesa da manutenção do nome de Jayme Campos na disputa reflete a intenção de enriquecer o debate público por meio da experiência de um político com longa trajetória Executiva e Legislativa. Defensores do diálogo democrático sustentam que a pluralidade de ideias no pleito amplia as alternativas apresentadas ao eleitorado mato-grossense para os próximos quatro anos.

As consequências imediatas da indefinição apontam para uma provável fragmentação da base de apoio do atual governo, cenário que pode dividir votos em bases eleitorais estratégicas do estado. A eventual dispersão das forças governistas entre candidaturas concorrentes altera os cálculos de alianças e pode redefinir o equilíbrio de forças na corrida eleitoral.

Diante do iminente desfecho do processo de homologações, o quadro eleitoral mato-grossense delineia-se com nomes já confirmados na disputa majoritária, destacando-se a candidatura de Wellington Fagundes pelo Partido Liberal. Paralelamente, despontam na corrida Rafaell Milas (Missão), Sargento Laudicério Machado (Agir) e a médica Natasha Slhessarenko, cotada para ser oficializada pelo PSD, definindo um cenário competitivo e multifacetado para o pleito estadual.

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