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AS ÚLTIMAS JOGADAS DO XADREZ ELEITORAL

Fagundes, segue com relógio preparado, mas corre risco de trocar pilha por corda

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Alô, alô eleitor (a) do meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, faltam 23 dias, para fazer aquela escolha do pleito eleitoral de 2026, tá chegando! Já tá com tudo pronto?

Então bora conferir os bastidores da política na Terra de Rondon que não passa batido pelos amigos e frequentadores do Boteco da Alameda.

Já começamos com o “Guri Refestelado da Guarita”, que vem descendo a Couto Magalhães, na sua Monark Barra Forte gritando é sensacional o livro que fala de Wellton Fagundes, não é deste mundo, o homem sabe fazer política, não brinque com a dupla Wellton/Ananias.

Tá bom…tá bom…, embora convenhamos que atualmente a situação, não está favorável ao “Melancia”, que já vinha derrapando na curva, correndo o risco de ser atropelado pelo “Âncora”, e parece que o Tico-Teco não vai voltar a funcionar… assim o jogo do xadrez eleitoral mato-grossense está chegando em sua reta final nesse nosso QUERIDO”, “LINDO”, “QUENTE” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

Segue o fluxo!

O núcleo duro do Boteco aconselha

Da porta para dentro, cada um sabe o que passa. Da porta para fora, cada um conta apenas o que quer. É internautas amigos e leitores do Blog do Valdemir, a gente nunca sabe de verdade o que existe por trás das narrativas de alguém, das escolhas que foi preciso fazer ou do silêncio que alguém decidiu aguardar.

Somos rápidos demais para julgar histórias que não conhecemos…

Nem tudo o que parece é. Nem tudo o que contam é verdade. E nem toda batalha precisa ser explicada para ser real.

O relógio

Wellton, o Lanterna Verde desta eleição de 2026, segue com relógio preparado, mas corre risco de trocar pilha por corda. A energia extra do começo da pré-campanha, abriu espaço para objeto quase esquecido daqueles pregados na casa do editor do Blog do Valdemir.

Wellton, pavimentou um caminho iniciado há mais de uma década para conquistar o Palácio Paiaguás.

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Dirigentes, aliados, militâncias, passadas fizeram o relógio parado voltar a girar no sentido horário.

Isso aconteceu antes mesmo de quem está atualmente no comando dos Diretórios tanto Estadual como o Municipal, pensarem em ocupar os cargos exercidos hoje.

O problema é que, cada vez mais, há o interesse de substituir a pilha por um de corda. A pilha com duração extra rendeu oito meses e abandonos de várias lideranças com cargos políticos. E passou.

Atualmente o relógio de pilha está mais para um de relógio de corda, daqueles encontrados pendurados na casa do editor do Blog do Valdemir.

Aquele que foi bonito um dia, só que agora ocupa espaço e dá trabalho para mexer nele.

Como poucos não querem perder tempo para arrumar, ele fica lá badalando com menos força, a espera de alguém que chegue para girar a coroa e fazer com que a energia volta a ser acumulada.

Os responsáveis pelo partido bolsonarista em Mato Grosso, hoje, não tem interesse em trocar a pilha e muito menos dar corda. Os objetivos são outros. É mais, o negócio é ir comprar um relógio esquecido no tempo, estragado pela maresia dos possíveis líderes políticos da sigla para arrumar e chamar de “SEU”.

Não há nenhum problema nisso, porém, não se vê ninguém com dois relógios no pulso. É um ou outro.

Entendeu?

Então os cabeças pensantes do Boteco da Alameda, recomenda a leitura do livro: os bens que os políticos fazem, publicado pela Editora Leya em 2013 do jornalista Chico de Gois.

No livro, um capítulo dedicado a Wellton Fagundes, aparece Ananias Filho, como um dos personagens ligados a trajetória do então deputado federal.

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Neutralidade calculada

Cada um por si: deputados ocultam nomes de candidatos ao Palácio Paiaguás em material de campanha.

A estratégia de alguns candidatos a deputado de omitirem o nome do candidato a governador de suas chapas em materiais publicitários vem gerando repercussão nas redes sociais.

A prática adotada inclusive por parlamentares da base governista, busca evitar o desgaste com eleitores que apoiam adversários ao Palácio Paiaguás.

No entanto, a tratativa de transitar entre dois lados de espectro político traz riscos: na internet, a neutralidade calculada é cobiçada rapidamente, e o eleitorado tem demonstrado pouca tolerância com o chamado “jogo sujo”.

Tá difícil apoiar Wellton!

Na semana passada, o deputado estadual Júlio Campos (UB), comentou sobre a lentidão em engrenar a campanha do “Lanterna Verde”, Wellton Fagundes, na disputa ao Palácio Paiaguás.

Segundo o parlamentar unista, o Partido Liberal (PL) em Mato Grosso está “numa pobreza de lascar”.

Na rede social, o parlamentar unsita Júlio Campos escreveu que: “chegamos a metade da campanha e nem o material gráfico dos estaduais aliados foi entregue“.

Agora o QueQueEssê” Wellton, já torrou o maior volume de gastos R$ 4,3 milhões.

Agora pega aí Júlio Campos: na publicidade por material impressas, gastou até agora R$ 498 mil, já para serviços advocatícios R$ 1,1 milhão.

Entretanto, contudo, todavia, R$ 700 mil vão para o Escritório D’Moura e Lanches Sociedade de Advogados, que por curiosidade tem como um dos sócios Gilmar D’Moura Souza, irmão do presidente do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso, Ananias Filho.

Para esta sexta-feira (11), chega.

Os bastidores da política aqui não passam batidas, tudo…, divulgados.

Segue o fluxo!!

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Política

Justiça Eleitoral exige contraditório em acusações de propina contra Wellington

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Em uma decisão que reafirma os limites da tutela de urgência no debate político, a Justiça Eleitoral determinou a citação do ex-prefeito do município de Juara, Priminho Riva, para responder a uma representação que questiona a veracidade de graves acusações formuladas por ele contra o senador Wellington Fagundes (PL). A determinação concede o prazo legal de 48 horas para que o ex-gestor apresente sua defesa formal e esclarecimentos perante o Poder Judiciário.

A medida judicial decorre do indeferimento do pedido de liminar pleiteado pela Coligação Coração da Gente, composta por partidos como MDB, PL, Novo, PRD e Solidariedade. O agrupamento partidário buscava a remoção imediata de conteúdos veiculados na imprensa regional, sustentando que as declarações proferidas pelo ex-administrador municipal configuravam propaganda eleitoral irregular mediante a difusão de fatos sabidamente inverídicos.

O litígio teve origem após a divulgação de uma entrevista na qual o ex-prefeito alegou a existência de um suposto esquema de solicitação de propina atrelado à liberação de emendas parlamentares destinadas ao Município de Juara. A acusação ganhou forte repercussão no cenário político estadual devido ao envolvimento direto de lideranças expressivas e à gravidade dos atos imputados ao Parlamentar Federal.

As acusações ganharam dimensão pública por meio de matérias jornalísticas veiculadas pelos portais de notícias de Cuiabá, que registraram os depoimentos concedidos pelo ex-gestor. Ambas as empresas de comunicação foram incluídas no polo passivo da ação movida pela coligação partidária, sob a alegação de replicarem conteúdos ofensivos e sem respaldo probatório.

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A controvérsia jurídica concentra-se na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TRE/MT), órgão competente para processar e julgar as representações que envolvam candidatos a cargos federais no âmbito estadual. A deliberação inaugural coube à magistrada Glenda Moreira Borges, responsável por analisar a viabilidade das medidas cautelares requeridas pela defesa da coligação representativa.

A fundamentação exarada pela juíza sustenta-se na constatação de que o denunciante não reproduziu meros rumores de terceiros, mas afirmou categoricamente ter vivenciado os fatos narrados enquanto exercia o mandato executivo municipal.

Diante de tal premissa, a verificação da veracidade dos acontecimentos exige dilação probatória aprofundada, procedimento manifestamente incompatível com o rito sumário dos provimentos liminares de urgência.

A motivação central para a manutenção das reportagens nas plataformas digitais reside no resguardo das garantias constitucionais concernentes à liberdade de imprensa e ao direito de informação. A magistrada enfatizou que os veículos de comunicação atuaram estritamente no exercício do dever jornalístico ao identificar a autoria das declarações e vincular o conteúdo expositivo à entrevista prestada pelo ex-prefeito.

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A arguição apresentada pela Coligação Coração da Gente fundamenta-se na ausência de elementos materiais contemporâneos ou históricos que confirmem as acusações. A representação destaca que não constam registros formais de inquéritos policiais, ações penais ou representações de controle externo protocoladas pelo ex-prefeito, o qual governou a cidade de Juara há duas décadas, o que demonstraria a falta de verossimilhança das alegações.

O desdobramento processual delineado pela magistrada prevê a oitiva prévia de todos os representados para a posterior manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE). Somente após a conclusão dessa etapa probatória e a inclusão do parecer ministerial, o processo estará apto para o julgamento definitivo quanto ao mérito da controvérsia pela Corte Eleitoral.

O desfecho do julgamento de mérito estabelecerá jurisprudência relevante sobre os limites entre a liberdade de expressão, a cobertura jornalística em períodos eleitorais e a proteção da honra de agentes públicos. A decisão final definirá se a manutenção das matérias viola a legislação eleitoral vigente ou se permanece amparada pelas prerrogativas fundamentais do livre exercício da imprensa no Estado Democrático de Direito.

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