PUXOU O FREIO DE MÃO NA ADMINISTRAÇÃO
Nenel perdeu a capacidade de administrar Cuiabá
A reeleição do emedebista e hoje prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, Nenel Pinheiro em segundo turno representou não só a aprovação de sua administração por parte dos cuiabanos, como também garantir a população conhecer como é conduzida a administração de Cuiabá.
Seu perfil independente, sem guinadas drásticas ao longo de seus quatro anos na chefia do Executivo Municipal, construiu um governo estável.
Escolheu desde o princípio fazer uma composição de secretariado com indicações políticas, mas também com perfil técnico, foi se equilibrando e seguiu administrando a cidade na ponta dos dedos.
Durante a campanha de reeleição em 2020, Nenel Pinheiro mostrou que a experiência que adquiriu nos últimos anos, começou a pesar. Alvo preferencial dos seus opositores, não conseguiu passar incólume pela verborragia de alguns edis cuiabanos. O emedebista também rompeu com características próprias da política municipal.
Não fez obras que dão visibilidade, assim como não pavimentou as ruas, plantou flores, construiu UPAS, passando a imagem de que está melhorando a Capital de todos os mato-grossenses. No momento a sua capacidade de aglutinar opiniões parece cada dia mais fraco.

Nenel perdeu a vontade
O menino da Rua Joaquim Murtinho, perdeu o interesse e a capacidade de gerenciar Cuiabá. Nenel Pinheiro na realidade não tem mais paciência para gerir nada, para discutir a cidade de Cuiabá. Ele deixou a Saúde na mão de pessoas que tem vários interesses, menos a resolução dos problemas da cidade.
Desde o início da segunda administração, só tem notícias de Nenel Pinheiro a partir das críticas que ele faz ao unista, o governador Mauro Mendes Ferreira.
A soma dos dias afastado da Prefeitura de Cuiabá e a intervenção na Saúde Municipal de Cuiabá, fez com que o Nenel perdesse totalmente a rédea de sua gestão.
Na opinião do núcleo duro do Boteco da Alameda e da grande parte da população cuiabana é que, o prefeito cuiabano tem que estar gerenciando a cidade que foi eleito. Se nem Nenel tem confiança no sistema de sua administração, o que as pessoas vão esperar?
O “MEU” amigo Nenel diz que a Prefeitura de Cuiabá está muito bem. Mas ele esquece de dizer que tem dívidas de empréstimos, fornecedores, prestadoras de serviços.

Ninguém sabe como está o equilíbrio fiscal da Prefeitura de Cuiabá? Tem várias “bombas relógios”: lixão, saúde, transporte público… se isso acontecer…se José Roberto Stopa do Partido Verde (PV), assumir a Prefeitura de Cuiabá em dezembro, Nenel Pinheiro voltará de Brasília, tomando vários remédios, porque o seu vice Stopa sabe o que precisa fazer.
Se temos problemas para gerenciar no futuro, isso se deve ao pouco tempo que o “MEU” amigo Nenel Pinheiro utiliza para administrar Cuiabá.
As bocas malditas do Boteco da Alameda andam dizendo que temos prefeito “paraguaio”. Ou seja, foi reeleito, mas quem manda mesmo é o governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira (UB).
Sem previsão de voo
O desempenho no segundo mandato, não lhe dá cacife para voos maiores. Seu futuro deve depender muito da parceria com o governo federal e com o PSD do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro.
O emedebista Nenel Pinheiro vem enfrentando problemas concreto. Mas, como será o futuro só o tempo dirá. Que venha o segundo semestre de 2023 e o pleito eleitoral de 2024.
Já dizia o ex-governador Blairo Maggi: “o segundo mandato é bem pior“.
Nota da redação
A equipe de reportagem do Blog do Valdemir, tem como premissa básica, levar às pessoas, informações precisas e confiáveis. Assim sendo…. É Nenel tá complicado, por favor né “MEU” amigo: me ajude a te ajudar.
Senão venhamos e convenhamos Nenel, não entendi essa penúltima de Mauro Mendes. Por que ele inaugurou a UPA do bairro Jardim Leblon? Mauro iniciou as obras em 2016 e tinha previsão de ser entregue em 2018, agora em 2023 Mauro Mendes entregou.
Entendi Nenel, é tática do jogo né? Por isso que deixou parar por falta de pagamento da Prefeitura de Cuiabá. Eitaa Nenel, você continua terrível!
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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