"COM QUEM SERÁ... COM QUEM SERÁ"
Pivetta articula em busca de um nome para vice
O núcleo duro do Palácio Paiaguás, diz pelos quatro cantos do meu “QUERIDO” e “LINDO” Estado de Mato Grosso que, pretende escolher o vice do escolhido por Mauro Mendes (UB), para as eleições de 2026, Otaviano Olavo Pivetta do partido Republicanos, por meio de pesquisa qualitativa.
Então pega aí: a indicação “DO” ou “DA” vice do Republicanos será de suma importância, já que Otaviano Pivetta tem grandes dificuldades para emplacar a sua candidatura a governador dentro do próprio grupo político.
Segue o fluxo!
O “Homem de Ferro”, o cacique número 1 do União Brasil (UB), que não gosta de ser pressionado, o governador Mauro Mendes Ferreira, apesar de não oficializar seu nome e.…, blá…blá…blá, tem como plano principal concorrer uma cadeira na Casa Alta.
Neste momento o núcleo vem discutindo o perfil de quem poderá compor a chapa de Otaviano Pivetta pré-candidato ao Palácio Paiaguás.
Há quem persiste em apontar A, B e C, mas…, os mesmos que apontam os nomes, sabem que nos bastidores da política, as dúvidas sobre os referidos nomes são maiores que as certezas.
Pegou aí? Tá bom, tá bom…, tá bom, então agora é com o Boteco da Alameda.

Procura-se um vice…
– Com capacidade de adaptação às mudanças, os interessados precisam das seguintes características:
– Manter o controle emocional e a qualidade dos resultados, mesmo diante de situação de pressão;
– Ser flexível para avaliar novas possibilidades antes de recusar a fazer parte de uma ação;
– Não desanimar diante da mudança de rumo de um projeto;
– Saber trabalhar e conviver com políticas de gerações diferentes e funcionários na mesma administração.
Os interessados encaminhem suas fichas de filiação partidária dos partidos políticos que ainda estão na base do governador Mauro Mendes. Bom…, por enquanto.
E atenção aos interessados: os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda recomenda que devido ao excesso de candidatos a vice-governador, alguns deles de alto “PODER” aquisitivo e densidade eleitoral, outros nem tanto mais possuem o perfil que o núcleo duro exige.
Segundo os frequentadores do Boteco da Alameda, que estarão se deliciando de uma saborosa feijoada, eles preferem alguém com perfil mais administrativo, que poderá ajudar Otaviano Pivetta no caso de ser eleito, e levar assim a uma administração igual do atual governo. A de Mauro Mendes é claro.
Caso aceite o cargo de vice, você não precisa meter a mão no bolso. Procura-se um candidato, mas quem será?
Podemos destacar alguns motivos por que está vaga seja escolhida a dedo, pelos grupos políticos que vão disputar no tapa, no bate-boca, no empurra-empurra a indicação.
Em 2030, o Republicanos, Otaviano Pivetta, não disputará a reeleição. Por conta disto, o vice assumirá a candidatura ao Governo do Estado no pleito eleitoral. Afiiii…, 2030?

Para encerrar, por isso que o núcleo duro está revisando os últimos 10 meses dos seus parças e aliados políticos.
Afinal, todo cuidado é pouco… opiniões são importantes, mas para fazer política é preciso ação.
Pega a visão: Otaviano Pivetta segue com as articulações em busca de apoio a sua pré-candidatura ao Governo do Estado de Mato Grosso;
– Pivetta articula em busca de um nome que seja consenso;
A ideia inicial era de que fosse do Partido Liberal (PL), mas fechar com Wellton Fagundes…
– Nome de preferência no momento é a do secretário chefe da Casa Civil, o menino, Fábio Garcia, o problema é que ele, trabalha para disputar a reeleição à Câmara Federal;
– Pivetta também mira o Podemos, da base aliada. Em breve, a legenda será comandada pelo presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), Max Joel Russi, hoje ainda no PSB. Nesse caso, uma opção para vice seria…

O Boteco vai falar
Um dia se falavam em duplicação de estradas, construção de escolhas, hospitais a maior ponte do estado, considerada missão impossível, até a orla da esquecida por outras gestões, Santo Antônio de Leverger já foi inaugurada, um sonho realizado, reza a lenda que o “MEU” amigo Rondon falou: “um dia será construída uma orla ali“.
A duplicação da Imigrantes, com viadutos nas principais pontes de acessos, passou dois governadores da cidade de Várzea Grande, não conseguiram fornecer nem água para população, iriam duplicar a Rodovia Imigrante? é claro que não fizeram, mas hoje às obras estão em ritmo acelerado.
Do Turismo, passando pela Educação, Saúde, Segurança Pública e Salários dos Servidores sendo pagos, integralmente dentro do mês trabalhado, nem parece aquele mesmo Mato Grosso estagnado, com viaturas sucateadas, crianças estudando em salas de lata, salários atrasados sendo parcelado em até três (3) vezes, fornecedores e terceirizados viviam na esperança de um milagre para receber, hoje, nem parece que o “MEU QUERIDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso viveu dias nebulosos com muitas nuvens negras.
Perfeito ninguém é, ainda falta muito por fazer, mas o caminho desenvolvimento do Estado de Mato Grosso já foi encontrado, está sendo cada vez mais pavimentando, só resta o povo decidir, se quer progredir ou retroceder…
Segue o fluxo!
Política
MDB se posiciona como o pivô das articulações estratégicas na disputa pelo Governo de Mato Grosso
A movimentação nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso atingiu um novo patamar de intensidade nas últimas horas, impulsionada por intensas negociações de bastidores. O cenário eleitoral recente aponta para uma articulação avançada que visa consolidar uma robusta aliança partidária entre diferentes frentes. O foco central dessas tratativas é a estruturação definitiva das composições majoritárias que disputarão o comando do Poder Executivo Estadual nas próximas eleições, redesenhando o mapa de forças locais.
Esta complexa engenharia política está se desenvolvendo diretamente nos principais eixos de articulação partidária do Estado de Mato Grosso, englobando diretórios e escritórios estratégicos. A relevância geográfica do Estado, um dos motores econômicos do país, amplifica o impacto dessas decisões. As reuniões e acordos concentram-se na capital e irradiam influência para os colégios eleitorais mais importantes do interior mato-grossense, onde as bases partidárias acompanham atentamente os desdobramentos.
O processo de aproximação e fechamento de acordos ganhou força significativa nas últimas horas, um período considerado crucial devido à proximidade das Convenções Partidárias oficiais. O fator tempo atua como um catalisador para as lideranças políticas, que buscam definir suas posições e garantir vantagens competitivas antes do encerramento dos prazos legais. A urgência cronológica exige decisões rápidas e certeiras por parte dos articuladores, que trabalham contra o relógio.
Os protagonistas dessa movimentação são as lideranças e os integrantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos, que buscam uma composição sólida para as próximas disputas. Além dessas duas siglas, o União Brasil (UB), uma ala expressiva do Partido Liberal (PL) participam ativamente como defensores dessa ampla aliança. No centro da dinâmica institucional destaca-se também a deputada estadual Janaina Riva, atual presidente do diretório do MDB em Mato Grosso.
A principal motivação por trás dessa intensa articulação é a busca por maior viabilidade eleitoral e o fortalecimento de uma chapa majoritária que demonstre robustez e capilaridade política. O objetivo imediato das legendas envolvidas é garantir uma estrutura partidária pesada e com tempo de propaganda necessário para assegurar o êxito nas urnas.
Para o MDB, especificamente, o movimento representa a oportunidade de consolidar sua relevância histórica e ditar os rumos da sucessão estadual.
O arranjo político em desenvolvimento prevê que a chapa majoritária resultante dessa união seja oficialmente encabeçada pelo atual governador do estado, Otaviano Pivetta. A proposta central consiste em integrar formalmente o MDB e o Republicanos na estrutura de apoio direto à liderança do atual chefe do Executivo. A estratégia visa apresentar ao eleitorado uma frente ampla e de continuidade administrativa, unindo forças tradicionais e novas correntes do cenário político.
A viabilização desse acordo ocorre por meio de reuniões estratégicas, diálogos reservados e avaliações criteriosas de cenários por parte de um grupo de emedebistas entusiasmados com o projeto. Estes membros do partido têm endossado publicamente a aliança, atuando como pontes entre as diferentes siglas. O método adotado envolve a superação de arestas internas e a construção de consensos programáticos que possam justificar a coligação perante os filiados e os eleitores.
A necessidade de uma articulação tão profunda decorre do fato de que as três principais legendas aliadas, União Brasil, Republicanos e a ala dissidente do Partido Liberal (PL), ainda não fecharam suas chapas definitivas para a disputa ao Senado Federal.
Até o presente momento, o bloco conta com apenas um pré-candidato consolidado para a vaga senatorial. Essa lacuna na chapa majoritária cria a necessidade de preenchimento estratégico, transformando o espaço vago em uma valiosa moeda de troca nas negociações.
Um dos principais fatores de complexidade nesse processo reside na postura da deputada estadual Janaina Riva, que atualmente não nutre uma relação estreita com o governador Otaviano Pivetta. Apesar do distanciamento pessoal e político entre a presidente da sigla e o chefe do Executivo, o clamor interno do partido tem pesado a favor da coligação.
A parlamentar emedebista avalia minuciosamente o cenário para identificar qual caminho oferecerá a maior viabilidade para sua própria projeção e futura disputa ao Senado.
Como consequência direta dessas variáveis, o MDB converteu-se oficialmente na chamada “noiva da vez” do mercado político mato-grossense às vésperas das Convenções Partidárias. O posicionamento estratégico do partido confere a ele o “PODER” de definir os rumos das alianças majoritárias e o peso do apoio governamental.
O desfecho dessa aproximação consolidará o desenho das forças que disputarão o voto do eleitorado, estabelecendo as bases para o próximo ciclo político do Estado de Mato Grosso.
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