NA CIDADE DE RONDONÓPOLIS

Mendes participa de agenda política com Neri, Nininho e 50 prefeitos

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Os partidos começam a se articular para as eleições de 2022. A pouco menos de 1 anos para as Eleições de 2022, e ainda com a pandemia dominando os discursos, agentes políticos já começaram a se movimentar nos bastidores para a disputa ao Governo do Estado de Mato Grosso.

Neste momento, vários nomes se colocam na vitrine para testar a popularidade e o poder de articulação. O que não quer dizer que todos vão realmente concorrer ao pleito.

A cidade polo da região Sul do Estado do Estado de Mato Grosso foi palco neste sábado, 20, do evento “Encontro de Lideranças” promovido pelo deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), o Nininho e o federal Neri Geller do Partido Progressista (PP).

Na oportunidade, a cidade de Rondonópolis recebeu 50 prefeitos, e a mobilização contou com a presença de secretários municipais, vice-prefeitos, 450 vereadores e demais lideranças políticas da região.

Nós precisamos dessa proximidade, desse contato com o governador Mauro Mendes para reconhecer os avanços até aqui e reforçar as demandas que temos para os nossos municípios”, disse o prefeito da cidade de Apiacás, Júlio César dos Santos (MDB).

Para os vereadores que se fizeram presentes, disseram que uma oportunidades como essa, com a presença do governador Mauro Mendes, deputado estadual e federal, fortalecem a atuação política na base, já que as necessidades são levantadas pelas lideranças municipais.

A agenda do governador, no Palácio, é pesada, e a nossa, aqui num município distante mais de mil quilômetros da Capital, também é. Nininho e Neri foram felizes em promover um encontro com a importância que esse tem”, comemorou o vereador Sandro (MDB) de Nova Bandeirantes, cidade que fica a 1,2 quilômetros de Cuiabá.

Os anfitriões Ondanir Bortolini (PSD), o Nininho e Neri Geller (PP) disseram que o evento foi pensado justamente para estreitar a relação da Câmara Federal, Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Prefeituras e Câmaras Municipais.

Hoje conseguimos reunir num só lugar prefeitos dos quatros cantos do Estado. Essa troca de experiência, o contato direto entre as lideranças municipais, estaduais e federais faz com que Mato Grosso continue no caminho certo”, declararam Nininho e Neri durante discurso.

Estiveram representados no Encontro de Lideranças prefeitos dos municípios:

Acorizal, Apiacás, Araguainha, Alta Floresta, Alto Garças, Barra do Garças, Barra do Bugres, Bom Jesus do Araguaia, Canarana, Campinápolis, Confresa, Campo Verde, Colíder, Colniza, Guiratinga, Glória D’Oeste, Itiquira, Jangada, Juscimeira, Lambari D’Oeste, Nova Bandeirantes, Nova Maringa, Nova Monte Verde, Novo Mundo, Nova Marilândia, Nova Santa Helena, Nova Xavantina, Nova Nazaré, Planalto da Serra, Querência, Santo Antônio do Leverger, Santo Antônio do Leste, Santa Terezinha, Santa Cruz do Xingu, Sao Pedro da Cipa, Poconé, Peixoto de Azevedo, Pontal do Araguia, Serra Nova Dourada, Tapurah, Torixoreu, São José do Povo, Ponte Branca, Planalto da Serra, Ribeirãozinho, Rondonópolis, Santa Rita do Trivelato.

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Política

Vai faltar Júlio Campos no DEM em 2022?

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Em 1985, em meio as articulações no Congresso Nacional para a eleição indireta, dissidentes do Partido Social Democrático (PDS) deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

A atenção dos brasileiros se voltou na época para uma votação realizada no Congresso Nacional, em Brasília. Em jogo, estava o cargo mais importante do país, a Presidência da República. Pela primeira vez desde o início da ditadura militar, em 1964, um presidente civil seria eleito. Mas não da forma como queria a multidão que foi às ruas no ano anterior durante o movimento Diretas Já, que pedia eleição direta.

Na disputa, apenas duas chapas. Pela Aliança Democrática, de oposição, Tancredo Neves (PMDB) e, como vice, José Sarney. Pelo Partido Democrático Social (PDS), o governista, Paulo Maluf e seu vice Flávio Marcílio. Como previsto pelos institutos de pesquisa, Tancredo saiu vencedor. Milhares de pessoas fizeram festa para comemorar não apenas a eleição de um presidente civil, mas também o fim de 21 anos de poder autoritário, de repressão e censura.

O Partido da Frente Liberal (PFL) nasceu forte, após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf.

Na eleição de 1994, o pernambucano Marco Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em 2007, o Partido da Frente Liberal (PFL) é rebatizado de Democratas (DEM), o rebatismo foi ironizado por partidos políticos, o petista Luiz Inácio “Lula” da Silva em 2010 disse que, mesmo mudando o nome, o partido tinha “a ditadura em seu DNA”.

O DEM é definido como um partido conservador nos costumes, um partido de centro direita, na época da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) estavam na direita porque não tinham alternativa. Hoje não são tão radicais.

O DEM giro de 300 graus

O partido depois de sucessivos reveses eleitorais e dissidências, as eleições municipais de 2020 marcaram o retorno dos Democratas ao clube dos grandes partidos. O partido chegou em 2021 no comando de 464 cidades, onde mais de 32,4 milhões de brasileiros vivem sob o comando da legenda.

O partido oriundo da Aliança Renovadora Nacional, partido de sustentação da ditadura o DEM, antigo PFL, vinha se desenhando como o partido de 2022. Se olharmos para alguns indicadores das eleições do pleito passado, a sigla conquistou força política nos grandes centros urbanos.

O Democratas (DEM) se tornou o maior partido da região Centro-Oeste em número de prefeituras municipais.

Apesar do partido chegar em 2022 com um peso político, a sigla não aprende com os erros e a insatisfação é nítida entre os ex-arenistas, peefelistas, pela fusão da sua legenda com o Partido Social Liberal (PSL) entre os “revoltados”, ele o ex-prefeito de Várzea Grande, ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal Júlio José de Campos.

Vai faltar Júlio no DEM em 2022?

A certeza que temos é que faltará apito para o tamanho de intrigas da fusão entre caciques, pré-candidatos e militantes. Mas na “Oca” do DEM, a grande expectativa é pelos sinais de fumaça de Júlio Campos e, com certeza a disputa pelo cocar será acirrada até abril.

A tribo ainda não se recuperou plenamente dos traumas pela possível fusão. Agora, os ex-peefelistas vão demonstrar força antes de se pintarem para a guerra.

À certeza que estamos vendo que a junção dos partidos “apaga a história” do DEM.

A Aliança Renovadora Nacional que se transformou no PDS, depois PFL, depois DEM e correndo sério risco em se transformar União Brasil, do 25 passa a ser 44.

Para aqueles que tem uma história construída na sigla é um momento muito triste. A fusão pode dar causa para saída dos Democratas, Júlio Campos e Dilmar Dal’Bosco.

Dia 5 de novembro Júlio Campos afirmou que os membros mais antigos do partido avaliam se vão continuar ou deixar a sigla após a fusão com o PSL.

Seria um blefe? Não. Foi um aviso, uma preliminar.

Sabemos que os autênticos terão dois caminhos: concordar com esta fusão, ou filiar em outro partido que se afine ideologicamente.

Já dizia Jayme Campos: Júlio Campos é fundador do DEM, do PFL, ele tem o direito de ser ouvido“.

O Blog do Valdemir pergunta: Será que está sendo ouvido? Será que foi ouvido?

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